Copa do Mundo

VAR na revisão: Bruno Guimarães no centro da polêmica em Bolívia x Brasil pelas Eliminátorias da Copa do Mundo de 2026

VAR Brasil
VAR Brasil - Foto: Reprodução Globo VAR Brasil - Foto: Reprodução Globo

Em El Alto, às 20h30 desta terça-feira, 9 de setembro de 2025, a seleção brasileira enfrenta a Bolívia pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, em um jogo que chegou aos 46 minutos do primeiro tempo com placar de 0 a 0. O confronto, disputado no Estádio Municipal de El Alto, ganhou tensão com uma análise do VAR por possível pênalti cometido por Bruno Guimarães a favor da Bolívia. A partida, que ainda está em andamento, é marcada pela pressão boliviana e pela dificuldade do Brasil em criar jogadas ofensivas. A Bolívia busca uma vitória para manter viva a esperança de classificação à repescagem, enquanto o Brasil tenta consolidar sua posição na tabela. A altitude de 4.150 metros e a intensidade do jogo desafiam a seleção canarinho, que enfrenta desfalques importantes e precisa se adaptar ao ritmo imposto pelos donos da casa.

O jogo começou com a Bolívia dominando as ações ofensivas, enquanto o Brasil, mesmo com nomes como Alisson, Lucas Paquetá e Richarlison, encontrou dificuldades para impor seu estilo. A análise do VAR, iniciada aos 45 minutos, mantém a expectativa sobre o desfecho do lance, que pode mudar o rumo da partida. A torcida local, empolgada, apoia a Bolívia, que precisa do resultado e de um tropeço da Venezuela contra a Colômbia para sonhar com a Copa.

  • Principais momentos até agora:
    • Bolívia pressiona com chutes de longa distância e jogadas rápidas.
    • Brasil tenta se organizar, mas erra passes no meio-campo.
    • VAR analisa possível pênalti de Bruno Guimarães aos 45 minutos.

Pressão boliviana no ataque

A Bolívia iniciou o jogo com ímpeto, aproveitando a altitude e o apoio da torcida para encurralar o Brasil. Nos primeiros minutos, a seleção da casa trocou passes curtos e arriscou finalizações de longa distância, como o chute de Haquín aos 6 minutos, que exigiu grande defesa de Alisson. Miguelito, principal nome boliviano, criou jogadas perigosas, especialmente aos 16 e 25 minutos, quando quase marcou. A seleção brasileira, por sua vez, sofreu com erros de passe, como o de Fabrício Bruno aos 14 minutos, que entregou a bola ao adversário. Apesar disso, o Brasil teve chances com Richarlison, que invadiu a área aos 37 minutos, mas teve seu chute desviado.

A intensidade boliviana se reflete na média de 3,9 finalizações por jogo nas Eliminatórias, contra 5,9 do Brasil, mostrando que a equipe da casa não se intimida. O confronto ganhou ainda mais emoção com a análise do VAR aos 45 minutos, que pode resultar em um pênalti a favor da Bolívia, aumentando a pressão sobre a defesa brasileira.

  • Destaques da Bolívia:
    • Miguelito lidera as jogadas ofensivas com dribles e finalizações.
    • Haquín surpreende com chute de longa distância.
    • Enzo Monteiro desperdiça chance clara aos 7 minutos.

Minutagem dos principais lances

O jogo em El Alto tem sido marcado por momentos de alta tensão, com a Bolívia criando as melhores oportunidades e o Brasil tentando reagir. Abaixo, os principais lances até os 46 minutos do primeiro tempo:

  • 6 minutos: Haquín arrisca de longe, e Alisson faz grande defesa, evitando o gol boliviano.
  • 7 minutos: Enzo Monteiro recebe cruzamento de Medina, mas fura na finalização, perdendo chance clara.
  • 16 minutos: Miguelito entra na área e finaliza com força, mas Alisson defende, cedendo escanteio.
  • 25 minutos: Miguelito, após erro de Alexsandro, chuta rasteiro e quase marca, com a bola passando perto.
  • 37 minutos: Richarlison invade a área, chuta forte, mas a bola é desviada, garantindo escanteio ao Brasil.
  • 45 minutos: VAR analisa possível pênalti cometido por Bruno Guimarães, gerando expectativa no estádio.

A partida segue disputada, com a Bolívia mantendo o ritmo intenso e o Brasil buscando se reorganizar para evitar surpresas.

Desafios do Brasil na altitude

Jogar em El Alto, a 4.150 metros acima do nível do mar, é um desafio conhecido para qualquer seleção. O Brasil, mesmo com sua escalação titular, sentiu a dificuldade de atuar na altitude, com trocas de passes menos precisas e dificuldade para manter a posse de bola. A seleção brasileira, que tem média de 5,3 escanteios por jogo, conseguiu apenas um até agora, enquanto a Bolívia já teve dois. A ausência de jogadores como Casemiro, suspenso, e Wesley, cortado por lesão, limita as opções táticas do técnico brasileiro.

Apesar disso, jogadores como Bruno Guimarães e Lucas Paquetá tentam liderar o meio-campo. Guimarães, aliás, está no centro da polêmica com a análise do VAR, que pode resultar em um pênalti contra o Brasil. A defesa, com Alisson inspirado, tem sido crucial para manter o placar zerado até o momento.

Bolívia sonha com a repescagem

A Bolívia entrou em campo com a missão de vencer para manter viva a esperança de classificação à repescagem da Copa do Mundo de 2026. O time, que ocupa a 8ª posição na tabela com 18 pontos, precisa de um tropeço da Venezuela contra a Colômbia, que está empatada em 2 a 2 até o momento. A vitória histórica de 1993 contra o Brasil, em La Paz, serve como inspiração para os bolivianos, que contam com o apoio da torcida e a altitude como aliados.

Miguelito tem sido o destaque, com dribles e finalizações que desafiam a defesa brasileira. A troca de Medina por Yomar Rocha aos 44 minutos, após lesão, mostra que a Bolívia está disposta a manter a intensidade. A análise do VAR, em andamento, pode ser um divisor de águas para os donos da casa.

  • Fatores que favorecem a Bolívia:
    • Altitude de 4.150 metros, que dificulta o desempenho adversário.
    • Apoio da torcida local, que lota o Estádio Municipal de El Alto.
    • Ritmo intenso, com trocas de passes rápidas e ataques diretos.
    • Necessidade de vitória para manter chances de repescagem.

Arbitragem chilena em foco

A equipe de arbitragem, liderada pelo chileno Cristian Garay, tem papel central no jogo. A análise do VAR, iniciada aos 45 minutos, colocou o árbitro sob os holofotes, já que a decisão pode alterar o placar. Garay, auxiliado por Miguel Rocha, Juan Serrano e Rodrigo Carvajal no VAR, já conversou com Alisson aos 17 minutos por retardar o tiro de meta, mostrando rigor. A média de 2,2 cartões amarelos por jogo do Brasil nas Eliminatórias indica que a equipe precisa ter cuidado para evitar punições.

A atuação do VAR, especialmente no lance envolvendo Bruno Guimarães, é aguardada com ansiedade por torcedores e jogadores. A decisão pode mudar o rumo do jogo, que segue equilibrado, mas com leve vantagem boliviana nas chances criadas.

O que esperar do restante do jogo

Com o placar em 0 a 0 e a análise do VAR em andamento, o jogo promete emoção nos minutos finais do primeiro tempo. O Brasil precisa melhorar sua saída de bola e explorar jogadores como Luiz Henrique, que quase marcou aos 38 minutos. A Bolívia, por outro lado, deve manter a pressão ofensiva, especialmente com Miguelito e Enzo Monteiro. A altitude continuará sendo um fator determinante, e a capacidade do Brasil de se adaptar será crucial.

A partida, que ainda não terminou, mantém a expectativa alta, com a possibilidade de um pênalti mudar o cenário. A torcida boliviana segue apoiando, enquanto o Brasil busca uma resposta para recuperar o controle do jogo.

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