SP Open 2025: Ingrid Martins e Laura Pigossi lideram duplas no terceiro dia

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SP Open - Foto: SP Open

O SP Open 2025, torneio WTA 250 que reacende o tênis feminino em São Paulo após 25 anos, chega ao terceiro dia com destaque para as brasileiras Ingrid Martins e Laura Pigossi, que disputam as quartas de final de duplas no Parque Villa-Lobos, nesta quarta-feira, 10 de setembro, a partir das 15h. As tenistas enfrentam a dupla formada pela francesa Leolia Jeanjean e a mexicana Victoria Rodriguez, em um confronto que promete emoção na quadra 1. Enquanto isso, Nauhany Silva, outra brasileira, joga na chave de simples contra a argentina Solana Sierra. Beatriz Haddad Maia, principal nome do Brasil, entra em quadra na quinta-feira, 11 de setembro, pela chave de simples. O torneio, com premiação de US$ 275 mil, tem atraído milhares de torcedores, reforçando a paixão pelo esporte no país.

A competição, realizada em quadras duras, reúne 32 jogadoras na chave de simples e 16 duplas, com a quadra Maria Esther Bueno como palco principal. O evento, organizado pela IMM e pelo Instituto Carioca de Tênis, marca o retorno do circuito WTA ao Brasil desde 2016.

  • Jogos principais do terceiro dia:
  • Ingrid Martins/Laura Pigossi (Brasil) x Leolia Jeanjean/Victoria Rodriguez (França/México) – Quadra 1, noite.
  • Nauhany Silva (Brasil) x Solana Sierra (Argentina) – Quadra Maria Esther Bueno, a seguir.
  • Francesca Jones (Grã-Bretanha) x Whitney Osuigwe (EUA) – Quadra Maria Esther Bueno, 15h.

Duplas brasileiras em destaque

Ingrid Martins e Laura Pigossi, que formam uma das duplas mais entrosadas do torneio, chegam às quartas de final após uma vitória convincente contra Beatriz Haddad Maia e Ana Candiotto na primeira rodada, com parciais de 6/3 e 7/6 (5). O confronto, disputado na segunda-feira, 8 de setembro, foi marcado pela rivalidade amistosa entre as brasileiras, com a torcida dividida no Parque Villa-Lobos. Laura Pigossi, de 31 anos, destacou a emoção de enfrentar compatriotas. “É especial jogar contra amigas, mas na quadra o foco é total. Queremos mostrar a força do tênis brasileiro”, afirmou.

A dupla enfrenta agora Leolia Jeanjean, ranqueada entre as top 100 em duplas, e Victoria Rodriguez, experiente jogadora mexicana. A parceria brasileira, que já competiu junta em torneios como Sul-Americano e Mundial na juventude, aposta no entrosamento e no apoio da torcida para avançar às semifinais. A vitória pode consolidar a dupla como uma das favoritas ao título.

Nauhany Silva e a nova geração

Na chave de simples, Nauhany Silva, de apenas 18 anos, é a única brasileira em ação no terceiro dia. A jovem, que recebeu um wildcard para o torneio, enfrenta a argentina Solana Sierra, segunda cabeça de chave e uma das favoritas ao título. Nauhany, conhecida como Naná, fez história ao vencer Carolina Alves na primeira rodada, tornando-se a primeira tenista nascida nos anos 2010 a ganhar uma partida na chave principal de um torneio WTA. O confronto contra Sierra, às 16h na quadra Maria Esther Bueno, é uma oportunidade para a jovem mostrar seu potencial.

Nauhany tem se destacado no circuito ITF e agora busca consolidar seu nome no cenário internacional. Sua participação no SP Open é vista como um passo importante para o fortalecimento da nova geração do tênis brasileiro.

  • Destaques de Nauhany Silva:
  • Primeira tenista nascida nos anos 2010 a vencer na WTA.
  • Wildcard do SP Open 2025, representando a nova geração.
  • Jogo contra Solana Sierra, segunda cabeça de chave.

Bia Haddad Maia na expectativa

Beatriz Haddad Maia, 27ª do ranking mundial e principal cabeça de chave, é uma das grandes atrações do SP Open. Apesar da derrota nas duplas ao lado de Ana Candiotto, Bia segue na chave de simples e enfrenta a italiana Miriana Tona na quinta-feira, 11 de setembro. A tenista, que vem de resultados irregulares em torneios como Wimbledon e os WTA 1000 de Montreal e Cincinnati, busca recuperar a confiança jogando em casa. Sua presença é um marco para o torneio, inspirando jovens atletas e atraindo grande público.

Ana Candiotto, de 21 anos, que formou dupla com Bia, destacou a importância da experiência. “Jogar com a Bia foi incrível. Ela é uma referência dentro e fora da quadra”, afirmou. A derrota nas duplas não diminuiu o impacto de Bia, que segue como favorita na chave de simples.

O palco do SP Open

O Parque Villa-Lobos, sede do SP Open, combina quadras duras de padrão internacional com a beleza natural de suas 37 mil árvores. A infraestrutura temporária, com arquibancadas para milhares de espectadores, garante conforto e visibilidade. Áreas de convivência e ativações interativas têm aproximado o público do esporte, criando uma atmosfera festiva. O torneio, que substitui o Jasmin Open no calendário da WTA, está confirmado até 2027, com apoio de patrocinadores como Mubadala e IMG.

  • Atrações do Parque Villa-Lobos:
  • Quadras duras de nível WTA.
  • Áreas interativas para torcedores.
  • Cenário natural com vegetação da Mata Atlântica.
  • Ingressos esgotados para as principais sessões.

Relevância do torneio para o Brasil

O SP Open 2025 marca o retorno do tênis feminino de alto nível ao Brasil, após a última edição do Brasil Open em 2000. A presença de atletas como Ingrid Martins, Laura Pigossi e Nauhany Silva, ao lado de Bia Haddad, reforça a importância do evento para o esporte nacional. A competição também serve como vitrine para jovens talentos, que têm a chance de competir em um torneio de nível internacional em casa.

A torcida brasileira, conhecida por sua energia, tem sido um diferencial, com cânticos e apoio constante às atletas locais. O evento também abre portas para São Paulo se consolidar como um polo do tênis na América do Sul, atraindo investimentos e atenção internacional.

  • Impactos do SP Open:
  • Retorno do WTA 250 ao Brasil após 25 anos.
  • Visibilidade para tenistas brasileiras.
  • Fortalecimento do tênis feminino no país.
  • Consolidação de São Paulo como sede de grandes eventos.
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