Copa do Brasil

Onde assistir ao vivo o sorteio das quartas de final da Copa do Brasil Feminina 2025

Corinthians Feminino
Corinthians Feminino - Staff Images Woman/CBF Corinthians Feminino - Staff Images Woman/CBF

A Confederação Brasileira de Futebol realiza o sorteio das quartas de final da Copa do Brasil Feminina nesta sexta-feira, 19 de setembro, às 11h, na sede da entidade no Rio de Janeiro. O evento marca o momento em que os oito clubes classificados descobrem seus adversários e os mandos de campo para os confrontos eliminatórios. Todos os duelos serão disputados em partida única, com possibilidade de decisão nos pênaltis em caso de empate.

Essa fase representa um avanço significativo na competição, que voltou ao calendário nacional após oito anos de ausência. As equipes envolvidas acumularam vitórias convincentes nas oitavas, demonstrando equilíbrio entre forças tradicionais e surpresas regionais. O formato mata-mata intensifica a pressão sobre jogadoras e comissões técnicas, onde um erro pode custar a eliminação.

  • Os classificados incluem gigantes como Corinthians, Palmeiras e São Paulo, ao lado de equipes como Sport e Bahia.
  • A transmissão ocorre exclusivamente pela CBF TV, acessível no YouTube, garantindo alcance amplo para torcedores em todo o país.
  • Os jogos das quartas estão agendados para a semana seguinte, com data-base em 24 de setembro, sujeita a ajustes.

O processo de sorteio segue regras claras definidas pela CBF, priorizando transparência e imparcialidade. Primeiro, os nomes dos mandantes são extraídos em ordem alfabética, seguidos pelos visitantes em ordem decrescente de classificação geral. Essa mecânica permite confrontos interestaduais sem restrições, o que pode gerar clássicos inesperados entre rivais de São Paulo ou times do Nordeste.

Times que avançaram nas oitavas

Ferroviária garantiu sua vaga com uma vitória sólida por 3 a 0 sobre o Vitória, na Arena da Fonte Luminosa, em Araraquara. Sissi abriu o placar de cabeça aos 15 minutos do primeiro tempo, aproveitando desvio na defesa adversária. A equipe grená controlou o jogo com posse de bola superior e finalizações precisas, consolidando sua posição como uma das favoritas.

Internacional superou o Fluminense por 2 a 0, no Estádio Francisco Noveletto, em Porto Alegre, com gols de Rafa Mineira e Belén Aquino. As Gurias Coloradas exploraram erros na saída de bola carioca, marcando no contra-ataque e mantendo a clean sheet com defesa organizada. Esse resultado reforça a campanha consistente do time gaúcho, que eliminou adversários diretos em fases anteriores.

Corinthians avançou ao derrotar o Juventude por placar não especificado, mas com domínio claro em campo. As alvinegras paulistas, conhecidas por sua tradição na modalidade, contaram com atuações destacadas de Duda Serrana, que celebrou gol decisivo em confronto anterior contra o Flamengo. A equipe de Parque São Jorge soma agora cotas acumuladas que superam valores iniciais da competição.

Palmeiras eliminou o América-MG em duelo equilibrado, mas com superioridade técnica evidente. As Verdinhas alviverdes, treinadas por um elenco experiente, usaram velocidade nas laterais para criar chances. Essa classificação mantém o time na briga pelo título, após campanhas sólidas no Brasileirão Feminino Série A1.

  • Bahia superou o Atlético-MG com eficiência nos contra-ataques, marcando gols em momentos chave.
  • Red Bull Bragantino venceu o Atlético Piauiense por margem confortável, destacando sua organização tática.
  • São Paulo passou pelo Flamengo em jogo tenso, com defesa sólida e finalizações certeiras.
  • Sport surpreendeu ao bater o Realidade Jovem-SP, mesmo após rebaixamento no campeonato nacional.

Esses resultados das oitavas de final, disputadas entre 16 e 18 de setembro, mostram a diversidade geográfica da competição. Cinco das oito equipes são de São Paulo, o que aumenta a chance de duelos estaduais nas quartas, mas o sorteio pode equilibrar com mandos alternados.

Inovações na arbitragem para as quartas

A CBF introduz o desafio de vídeo na fase de quartas de final, um sistema diferenciado do VAR tradicional. Treinadores terão direito a quatro pedidos de revisão por partida, limitados a situações específicas como gols, pênaltis, cartões vermelhos diretos e erros na aplicação de cartões a jogadores errados. Essa ferramenta visa maior precisão nas decisões, sem interromper o fluxo do jogo excessivamente.

O mecanismo opera com monitores laterais acessíveis aos técnicos, que sinalizam o pedido ao árbitro principal. Caso o desafio seja mantido, a revisão ocorre em tempo real pela sala de vídeo, com comunicação direta ao juiz de campo. Essa novidade, testada em torneios anteriores, reduz controvérsias e agiliza resoluções, beneficiando o espetáculo.

Implementar o desafio de vídeo representa um passo adiante no profissionalismo do futebol feminino brasileiro. Equipes como Corinthians e Palmeiras, acostumadas a competições internacionais, já manifestaram apoio à ferramenta. Os árbitros selecionados para os jogos passam por treinamento específico, garantindo uniformidade nas interpretações.

Em partidas de alta intensidade, como possíveis clássicos paulistas, o sistema pode alterar desfechos. Por exemplo, uma revisão precisa de pênalti pode virar o placar em instantes. A CBF monitora o impacto dessa inovação para possíveis expansões em fases posteriores.

  • Revisões limitadas a quatro por equipe evitam abusos e mantêm o ritmo do jogo.
  • Foco em lances polêmicos como gols e expulsões prioriza justiça em momentos cruciais.
  • Treinamento unificado dos árbitros assegura consistência em todos os duelos.

Essa atualização técnica eleva o nível da competição, alinhando-a a padrões globais observados em ligas europeias.

Premiações e incentivos acumulados

Cada equipe classificada para as quartas recebe uma cota fixa de R$ 4.740.750, valor que se soma às premiações das fases anteriores. Times que avançam recebem incrementos progressivos: semifinais garantem mais R$ 2 milhões, enquanto a final pode ultrapassar R$ 10 milhões no total acumulado. Essas verbas financiam estruturas, contratações e desenvolvimento de categorias de base.

O modelo de cotas igualitárias beneficia equipes menores, como Sport e Bahia, que enfrentam gigantes financeiros. No total, a Copa do Brasil Feminina distribui mais de R$ 50 milhões em premiações, incentivando participação ampla. Clubes como Ferroviária, tricampeã brasileira, usam esses recursos para investimentos em infraestrutura.

A ausência de premiação em dinheiro para o campeão, diferentemente do masculino, foca em cotas de participação. No entanto, o vencedor assegura vaga na Supercopa Feminina de 2026, enfrentando o líder do Brasileirão A1. Essa qualificação eleva o status das equipes, atraindo patrocínios e visibilidade.

Red Bull Bragantino, por exemplo, acumula cotas que reforçam seu projeto emergente no futebol feminino. Internacional, com tradição gaúcha, destina parte para academias de formação. Esses incentivos econômicos sustentam o crescimento sustentável da modalidade.

  • Cotas iniciais de R$ 1,3 milhão na primeira fase crescem exponencialmente até as quartas.
  • Semifinalistas recebem R$ 2 milhões adicionais, totalizando mais de R$ 7 milhões.
  • Finalistas visam R$ 10 milhões acumulados, mais vaga na Supercopa.
  • Recursos cobrem logística completa, incluindo viagens e hospedagem pela CBF.

Esses valores posicionam a Copa como motor financeiro para o futebol feminino, democratizando acessos.

Formato eliminatório e logística dos jogos

Todos os confrontos das quartas ocorrem em jogo único, com mando definido pelo sorteio. Em caso de empate no tempo normal, a decisão vai para os pênaltis, sem prorrogação, mantendo a dinâmica rápida da competição. A data-base é 24 de setembro, mas a CBF ajusta calendários para evitar conflitos com o Brasileirão.

Logística integral fica a cargo da entidade, cobrindo viagens, hospedagem, alimentação, arbitragem e antidoping. Essa estrutura alivia clubes de regiões distantes, como Bahia e Sport, facilitando foco no desempenho. Estádios homologados pela CBF garantem padrões mínimos de segurança e qualidade.

O torneio, com 65 equipes iniciais, passou por sete fases mata-mata, eliminando 57 clubes. A fase preliminar envolveu duelos como Juventude-SE contra Paraíso-TO, com o sergipano avançando para enfrentar Tarumã-AM. Essa progressão construiu narrativas de superação regional.

Palmeiras e São Paulo, rivais históricos, podem se cruzar se o sorteio assim determinar. Ferroviária, com elenco versátil, prepara-se para qualquer cenário. A CBF divulga locais exatos dias antes, priorizando arenas com capacidade para torcidas.

  • Partidas únicas intensificam emoção, com pênaltis resolvendo empates.
  • Cobertura total de custos permite equilíbrio entre times de diferentes portes.
  • Ajustes de data evitam sobreposições com ligas nacionais.
  • Estádios selecionados atendem normas de infraestrutura e segurança.

Esse setup reforça a acessibilidade da Copa, promovendo inclusão geográfica.

Histórico de conquistas no torneio

A Copa do Brasil Feminina, disputada de 2007 a 2016, coroou campeãs como Saad em 2007, Santos em 2008 e 2009, e São José em 2013. Corinthians, via Audax, venceu a última edição em 2016, batendo São José por 5 a 3 no agregado. Essas conquistas destacam hegemonia paulista, com nove títulos para o estado.

Equipes como Ferroviária buscam repetir glórias passadas, enquanto Internacional mira seu primeiro troféu. Bahia e Sport representam o Nordeste, região com duas finais históricas. O retorno em 2025 revitaliza memórias, com jogadoras atuais inspiradas por ídolas da era inicial.

O formato eliminatório favorece zebras, como visto em edições antigas com vitórias de times da Série A3. Premiações modestas na época contrastam com os valores atuais, refletindo evolução financeira. Clubes como Red Bull Bragantino entram como novatos, mas com ambição.

Corinthians, com elenco estrelado, carrega o peso da defesa do título indireto. Palmeiras, vice-campeão em 2015, intensifica preparação. Esses históricos motivam torcidas, enchendo estádios em fases decisivas.

  • Saad conquistou invicta em 2007, marco inicial da competição.
  • Santos dominou 2008-2009 com elencos ofensivos potentes.
  • São José ergueu taça em 2013, única do Sul.
  • Audax/Corinthians fechou ciclo em 2016 com final eletrizante.

Esses legados inspiram a edição atual, misturando tradição e renovação.

Expectativas para semifinais e final

Os vencedores das quartas avançam às semifinais, disputadas em novembro, com confrontos de ida e volta pela primeira vez no torneio. A final, marcada para 19 de novembro, será em local neutro definido pela CBF, possivelmente no Maracanã ou Arena da Baixada. Esse calendário permite recuperação física entre fases.

Semifinalistas enfrentam desafios logísticos maiores, com viagens interestaduais obrigatórias. Equipes como São Paulo preparam rodízios para manter frescor. A final, como ponto alto, atrai transmissão ampla, elevando visibilidade da modalidade.

O campeão garante Supercopa de 2026, ampliando calendário internacional. Internacional e Bahia veem na campanha chance de projeção nacional. Palmeiras, com estrutura robusta, foca em consistência defensiva para etapas finais.

Essas perspectivas energizam treinamentos, com análises táticas intensas. Red Bull Bragantino investe em dados para otimizar performances. O torneio prossegue com arbitragem aprimorada, prometendo duelos limpos.

  • Semifinais em ida e volta testam resistência e estratégia.
  • Final neutra nivela condições para finalistas.
  • Supercopa como prêmio eleva status do vencedor.
  • Transmissões amplas impulsionam audiência feminina.

O avanço para essas etapas consolida o crescimento do futebol brasileiro.

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