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Salas marca cedo e dá vantagem ao River Plate contra Racing nas quartas da Copa Argentina

Salas River Plate
Salas River Plate - Foto: X Salas River Plate - Foto: X

River Plate saiu na frente no confronto das quartas de final da Copa Argentina contra o Racing Club, disputado em local neutro nesta quinta-feira, 2 de outubro de 2025. Miguel Salas marcou o gol solitário aos 5 minutos do primeiro tempo, após assistência de Facundo Colidio, deixando o placar em 0 a 1 para os visitantes. O jogo, que segue em andamento com 9 minutos e 46 segundos decorridos, apresenta equilíbrio nas estatísticas iniciais, com posse de bola de 56% para o Racing e 44% para o River.

A partida ocorre em campo neutro, sem público devido a normas da competição, e marca um clássico argentino carregado de rivalidade histórica. O River, treinado por Marcelo Gallardo, busca avançar às semifinais com sua formação 4-3-3 ofensiva, enquanto o Racing, sob comando de Fernando Gago, aposta em contra-ataques rápidos. O gol precoce de Salas alterou a dinâmica inicial, forçando o Racing a pressionar desde os primeiros lances.

O confronto integra a fase eliminatória da Copa Argentina, torneio que reúne clubes de diversas divisões e oferece vaga na Copa Sul-Americana ao campeão. Com o jogo ainda no primeiro tempo, as equipes ajustam estratégias, e o River administra a vantagem mínima.

Minutagem dos principais lances iniciais

  • 1′: Início oficial da partida, com o River Plate dando o pontapé inicial em campo neutro.
  • 3′: Lançamentos trocados entre as defesas, com o Racing recuperando a bola no meio-campo.
  • 4′: Tiro livre para o River Plate após falta cometida por Rojas; cobrança sem perigo.
  • 5′: Gol do River Plate! Miguel Salas finaliza cruzamento de Facundo Colidio, 0-1 no placar.
  • 7′: Tiro livre para o Racing Club na intermediária, mas a defesa do River afasta com segurança.

Formações e escalações iniciais

As equipes entraram em campo com formações semelhantes, ambas no esquema 4-3-3, priorizando equilíbrio entre defesa e ataque. O Racing Club alinhou com o goleiro Gabriel Cambeses; defesa formada por Mura, Pardo, Colombo e Rojas; meio-campo com Zuculini como capitão, Sosa e Almendra; e ataque liderado por Solari, Adrian Martinez e Conechny.

Do lado do River Plate, Franco Armani guarda os gols, com Montiel, Martinez Quarta, Rivero e Acuna na retaguarda; Castano, Portillo e Galoppo no setor intermediário; e Quintero, Salas e Colidio na frente, com Armani como capitão. As substituições ainda não foram necessárias, mas reservas como Arias e Rojo aguardam no banco do Racing, enquanto o River conta com opções como Enzo Perez.

Essa configuração reflete a preparação tática para um duelo de alta intensidade, onde o controle do meio-campo define o ritmo. O Racing busca explorar os lados com Solari, enquanto o River aposta na velocidade de Salas pelos flancos.

Estatísticas parciais do primeiro tempo

No início da partida, o Racing Club domina a posse de bola com 56%, contra 44% do River Plate, mas os visitantes criaram as chances mais perigosas. O time da casa registrou zero finalizações até o momento, enquanto o River acumula duas tentativas, uma delas convertida em gol.

Os passes apresentam eficiência similar: 85% de acerto para o Racing em 46 tentativas, e 80% para o River em 35. Não houve escanteios ou impedimentos significativos, e as faltas somam duas para cada lado, sem cartões aplicados. O xG (gols esperados) favorece o River com 0,46, contra zero do Racing, indicando maior efetividade nas ações ofensivas.

Esses números destacam a transição rápida do River após o gol, com toques na área adversária em dois momentos. O Racing pressiona com passes em profundidade, mas sem converter em ameaças concretas até os 9 minutos.

Histórico de confrontos entre Racing e River

Os clássicos entre Racing Club e River Plate somam dezenas de partidas, com o River levando vantagem em duelos fora de casa. Nos últimos 17 jogos com o Racing atuando como mandante, o River venceu nove vezes, contra cinco triunfos da Academia e três empates, com saldo de 27 a 14 em gols para os millionários.

O resultado mais recorrente em casa para o Racing é a vitória por 1 a 0, ocorrida em quatro ocasiões, enquanto o 0 a 2 aparece como placar comum geral, em seis confrontos. Essa rivalidade, que remonta a 1913, eleva a tensão em mata-matas como este, onde o fator psicológico influencia o desempenho.

Estratégias táticas em campo neutro

A escolha de local neutro pela organização da Copa Argentina visa imparcialidade, mas altera a dinâmica habitual dos clássicos. O Racing, habituado a pressionar em Avellaneda, adapta-se com marcação alta, forçando erros no River, que responde com lançamentos longos para Colidio e Salas.

No meio-campo, Zuculini e Sosa duelam com Portillo e Galoppo, controlando o fluxo do jogo. O ataque do River, com Quintero armando jogadas, explora brechas na defesa do Racing, composta por Colombo e Rojas. Até o momento, o equilíbrio prevalece, com o gol precoce definindo a vantagem mínima.

O jogo prossegue no primeiro tempo, com as equipes ajustando posições para o restante da partida.

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