O horário de verão nos Estados Unidos em 2025 terminará no dia 2 de novembro, às 2h da manhã, quando os relógios serão atrasados em uma hora, voltando para o horário padrão. A mudança marca o fim de um período de oito meses de ajustes sazonais, que começam no segundo domingo de março, conforme a Lei do Tempo Uniforme de 1966. A prática, que visa aproveitar melhor a luz do dia, continua gerando debates, com propostas para torná-la permanente ou eliminá-la.
Vinte e nove estados, incluindo Pensilvânia, já apresentaram projetos de lei para acabar com as mudanças bianuais de horário.
- A proposta Sunshine Protection Act, reapresentada em janeiro de 2025, busca estabelecer o horário de verão permanente.
- Alguns defendem o horário padrão, argumentando maior alinhamento com ritmos biológicos.
- A discussão inclui impactos na segurança de crianças e na economia.
Mudanças sazonais nos EUA
O horário de verão, implementado por oito meses, ajusta os relógios para maximizar a luz do dia no fim da tarde. A prática, iniciada nos EUA em 1918, foi formalizada pela Lei do Tempo Uniforme. Nos últimos anos, a relevância do sistema tem sido questionada, com argumentos sobre eficiência energética e saúde pública.
Debate sobre o fim das mudanças
A proposta de tornar o horário de verão permanente ganhou força com a Sunshine Protection Act, aprovada pelo Senado em 2022, mas parada na Câmara. Em 2025, o projeto foi reapresentado, sem avanço até outubro. Na Pensilvânia, uma resolução de 2023 pediu o fim das mudanças bianuais, mas não prosperou. Vinte e nove estados já propuseram legislações semelhantes, refletindo a insatisfação com os ajustes.
Impactos do horário de verão
A mudança de horário no outono permite uma hora extra de sono ou atividades. No inverno, o horário padrão garante amanheceres mais cedo, favorecendo a segurança de crianças. Por outro lado, o horário de verão prolonga a luz do dia à noite, beneficiando atividades ao ar livre. Estudos apontam que as mudanças afetam o ritmo circadiano, gerando críticas à prática.
Exceções nos Estados Unidos
Nem todos os estados americanos adotam o horário de verão. Havaí e partes do Arizona optam pelo horário padrão o ano todo. Territórios como Porto Rico, Guam e Ilhas Virgens também não participam da mudança. Essas exceções refletem decisões baseadas em fatores geográficos e culturais.
Contexto histórico
A prática do horário de verão começou para economizar energia durante a Primeira Guerra Mundial, sendo reintroduzida em momentos de crise, como na Segunda Guerra. Nos anos 1970, foi ajustada para enfrentar a crise energética. Hoje, a justificativa econômica é menos clara, com estudos mostrando economia de energia inferior a 1% em algumas regiões.
Próximos passos legislativos
O debate sobre o fim das mudanças de horário segue em aberto, com divisões entre defensores do horário de verão e do padrão. A proposta de lei federal enfrenta resistência no Congresso, enquanto estados buscam soluções locais. Até que uma decisão seja tomada, os ajustes sazonais continuam, com o próximo término marcado para 2 de novembro de 2025, e o solstício de inverno, com o dia mais curto do ano, previsto para 21 de dezembro.