O governo federal anunciou, em 15 de outubro de 2025, o fim definitivo do horário de verão no Brasil, mantendo o horário padrão em todo o país a partir de 2025. A decisão, liderada pelo Ministério de Minas e Energia, busca uniformizar cronogramas e simplificar a rotina de trabalhadores, empresas e serviços públicos. A medida responde à baixa economia de energia observada nos últimos anos e promete impactos em setores como comércio, transporte e educação. A ausência da mudança de uma hora nos relógios exige adaptações em diversas áreas.
A decisão afeta diretamente trabalhadores com jornadas fixas, que terão maior estabilidade em seus horários. Setores como varejo e transporte público, que se beneficiavam do horário estendido, já planejam ajustes. O governo destaca que a modernização das redes elétricas reduziu a necessidade do horário de verão.
Estudos recentes apontam que a economia de energia com a medida era inferior a 0,5% do consumo total. A Operadora Nacional do Sistema Elétrico (ONS) reforça que o consumo energético se mantém estável sem alterações sazonais.
- Setores impactados:
- Comércio: adaptação de horários de funcionamento.
- Transporte: manutenção de cronogramas fixos.
- Educação: estabilidade em horários escolares.
- Energia: consumo equilibrado sem mudanças sazonais.
Motivos da extinção do horário de verão
A decisão foi baseada em análises que indicam benefícios reduzidos do horário de verão. A economia de energia, antes justificativa central, perdeu relevância com avanços tecnológicos, como iluminação LED e modernização de usinas.
O governo também considera que a uniformidade de horários favorece a logística nacional, especialmente em regiões com menos variação de luz solar.
Impactos no setor varejista
O comércio, que historicamente lucrava com o aumento de horas de luz natural, deve ajustar estratégias. Lojas em grandes centros urbanos, como São Paulo e Rio de Janeiro, avaliam manter horários fixos, o que pode reduzir o fluxo de clientes à noite.
Bancos e serviços também planejam adaptações para atender à demanda sem mudanças sazonais, priorizando a previsibilidade para consumidores.

Efeitos na rotina de trabalhadores e estudantes
A ausência do horário de verão garante maior consistência para trabalhadores de indústrias e escritórios. Jornadas fixas não sofrerão alterações, facilitando a organização pessoal.
Estudantes também se beneficiam com horários escolares estáveis, reduzindo conflitos em rotinas familiares. A medida alinha o Brasil a países como Argentina e Chile, que já abandonaram o horário de verão. Pesquisas de 2024 mostram que 60% dos brasileiros preferem o horário fixo, segundo o Datafolha.
Setor energético e sustentabilidade
A economia de energia gerada pelo horário de verão tornou-se insignificante, representando menos de 0,5% do consumo total, conforme dados do Ministério de Minas e Energia.
A modernização das redes elétricas e o uso de tecnologias eficientes diminuíram a necessidade de ajustes sazonais. Novas usinas e sistemas de distribuição garantem estabilidade no fornecimento, independentemente de mudanças no relógio.
Planejamento para 2025
O governo orienta empresas a planejar cronogramas com base no horário padrão. A recomendação é que ajustes sejam feitos com antecedência para evitar transtornos.
Setores como turismo e eventos culturais, que dependiam de horários estendidos, avaliam impactos em seus calendários.
Reações da população
A decisão dividiu opiniões entre a população. Enquanto trabalhadores celebram a estabilidade, comerciantes de áreas urbanas temem menor movimento no período noturno.