WhatsApp introduz criptografia de ponta a ponta para backups de conversas. O recurso permite autenticação por biometria ou passkeys em dispositivos Android e iOS. A atualização visa reforçar a privacidade de dados armazenados na nuvem, como Google Drive e iCloud. Anunciada pela Meta em 30 de outubro de 2025, a funcionalidade já está disponível para usuários globais.
Anteriormente, os backups ficavam expostos a provedores de armazenamento. Agora, o conteúdo só é acessível com credenciais do usuário. A medida atende demandas por maior segurança em apps de mensagens.
- Criptografia aplicada antes do envio para a nuvem;
- Suporte a impressão digital, Face ID ou PIN de tela;
- Elimina necessidade de chaves de 64 dígitos complexas.
Essa evolução beneficia mais de dois bilhões de usuários ativos do WhatsApp.
Funcionamento da nova criptografia
O backup é codificado diretamente no dispositivo antes do upload. Apenas o proprietário da conta consegue descriptografar os arquivos. A tecnologia usa protocolos como o Signal para codificação assimétrica.
Provedores como Google e Apple não acessam o conteúdo. A Meta confirma que o recurso alinha o app a padrões globais de privacidade.
Passos para ativar no Android
Abra o WhatsApp e acesse Configurações. Selecione Conversas e depois Backup de conversas. Toque em Backup criptografado de ponta a ponta e ative a opção.
Escolha autenticação por passkey, que integra biometria do aparelho. Confirme com impressão digital ou PIN. O processo leva menos de um minuto.
O backup inicia automaticamente após a ativação. Usuários devem atualizar o app na Google Play Store.

Configuração no iOS
No iPhone, vá a Configurações no WhatsApp. Navegue até Conversas e Backup de conversas. Ative o Backup criptografado de ponta a ponta.
Selecione passkeys para usar Face ID ou Touch ID. Desative backups automáticos no iCloud se necessário. A restauração ocorre com autenticação biométrica.
Atualize o app na App Store para acesso imediato. A liberação é gradual, mas ampla.
Vantagens da autenticação biométrica
Passkeys reduzem riscos de phishing em comparação a senhas tradicionais. Elas usam criptografia pública vinculada ao dispositivo. Usuários empresariais ganham com proteção em volumes altos de dados.
A funcionalidade cobre mensagens, mídias e chamadas. Integra-se ao bloqueio de tela existente. Não requer memorização adicional.
Histórico de atualizações de segurança
O WhatsApp adotou criptografia em conversas desde 2016. Cobriu mais de 100 bilhões de mensagens diárias nessa época. Backups ganharam proteção em 2021 com chaves opcionais.
Em 2025, passkeys simplificam o processo. A Meta expandiu para grupos e chamadas. Usuários relataram maior confiança em backups na nuvem. A evolução responde a vulnerabilidades passadas em serviços de armazenamento.
Cuidados ao configurar o recurso
Guarde credenciais biométricas em ambiente seguro. Esqueça o PIN e o acesso pode ser bloqueado permanentemente. O WhatsApp não recupera dados perdidos.
Teste a restauração em dispositivo secundário. Monitore atualizações do app regularmente. Evite compartilhar dispositivos com autenticação ativada.
Diferenças entre opções de proteção
Passkeys oferecem conveniência sem senhas longas. Senhas personalizadas servem para quem prefere controle manual. Chaves de 64 dígitos atendem usuários avançados.
Escolha depende do perfil de uso. Biometria é ideal para acessos diários rápidos. Todas mantêm o mesmo nível de criptografia.
O recurso eleva a privacidade em um app essencial para comunicação diária.