A BYD anunciou o lançamento do Dolphin Mini 2025 no Brasil, posicionando o hatch elétrico como a opção mais acessível do segmento. Com preço inicial de R$ 115.800, o modelo facilita a transição para veículos elétricos em capitais como São Paulo e Rio de Janeiro. Produzido localmente em Camaçari, na Bahia, o veículo registra 22.924 unidades emplacadas até setembro de 2025, graças a entregas ágeis em até 30 dias.
A autonomia de 280 km pelo Inmetro atende demandas urbanas diárias, reduzindo a necessidade de recargas frequentes.
O motor elétrico de 75 cv entrega torque de 13,2 kgfm para aceleração suave em tráfego intenso.
- Bateria de 38 kWh recarrega em seis horas via tomada residencial.
- Central multimídia de 10,1 polegadas suporta Android Auto e Apple CarPlay sem fio.
- Seis airbags e sensores de estacionamento reforçam a segurança.
Financiamento adaptado a perfis variados
O financiamento exige entrada de 30%, equivalente a R$ 34.740, com parcelas fixas de R$ 2.500 em 48 meses. Taxas de 1,49% ao mês aplicam-se em bancos como Santander, com aprovações em 24 horas para clientes qualificados.
Linhas exclusivas para elétricos priorizam motoristas de aplicativo e famílias, com promoções que zeram juros para entradas de 60% em 24 prestações.
Desempenho urbano otimizado
O Dolphin Mini acelera de 0 a 100 km/h em 14,9 segundos, com velocidade máxima de 130 km/h adequada a vias expressas. Rodas de 16 polegadas e suspensão calibrada lidam com irregularidades no asfalto brasileiro.
O entre-eixos de 2,50 m acomoda quatro ou cinco ocupantes em uma carroceria de 3,78 m de comprimento, favorecendo o uso familiar. Porta-malas de 230 litros expande para 935 litros com bancos rebatidos, ampliando a versatilidade para cargas diárias.

Benefícios fiscais e corporativos
Isenções de IPI e ICMS baixam o preço para R$ 99.990 em vendas para PCD, com adaptações que facilitam o embarque a 1,57 m de altura. Versões para taxistas custam R$ 98.590, incluindo subsídios de R$ 5.000 via parcerias com Uber.
Frotas corporativas acessam descontos em volume, com garantia de oito anos para baterias e IPVA isento em São Paulo. A produção local projeta 50 mil unidades anuais, expandindo o suporte em 200 concessionárias até o fim de 2025.
Economia em custos operacionais
Recargas residenciais custam R$ 0,75 por kWh, totalizando R$ 22,50 por ciclo e R$ 80 para 1.000 km mensais, contra R$ 500 em combustível para hatches a combustão. Seguro anual varia de R$ 1.700 a R$ 4.200 para condutores acima de 30 anos, enquanto revisões a cada 20.000 km somam R$ 600.
Manutenção local reduz prazos de reparo em 20%, com custos alternados de R$ 370 e R$ 1.000 em 240 oficinas especializadas. Depreciação de 9% mantém o valor de revenda acima de R$ 100 mil após o primeiro ano.
Expansão da rede de recarga
A infraestrutura pública cresce 30% em 2025, com 5 mil pontos em shoppings e rodovias, incluindo carregadores rápidos de 60 kW que recuperam 50% em 30 minutos. Investimentos de R$ 2 bilhões focam o Nordeste, instalando estações residenciais por R$ 1.500.
Autonomia real atinge 340 km em tráfego leve, suportando rotas diárias com tomadas 220V para cargas noturnas completas em seis horas.
Testes em condições reais
Acéleração instantânea auxilia manobras em congestionamentos, enquanto a suspensão absorve impactos sem comprometer a estabilidade. Usuários reportam 40% menos emissões em deslocamentos cotidianos, com eficiência que controla gastos operacionais.
A versão de cinco lugares atende famílias, e a de quatro prioriza acessibilidade para PCD, consolidando o modelo em frotas urbanas.