Erupção solar de classe X5.1 registrada nesta terça-feira provoca blecaute de rádio em partes da Europa e da África. O evento ocorreu por volta das 5h no horário de Brasília e interrompeu transmissões aéreas, marítimas e de emergência. A explosão partiu da mancha solar AR4274, ativa nos últimos dias.
Autoridades monitoram possível ejeção de massa coronal direcionada à Terra. A nuvem de partículas viaja a cerca de 4,8 mil km por segundo. Impacto previsto ocorre entre a noite de terça e a quarta-feira.
- Interrupção afetou sinais de GPS e radares.
- Comunicações via satélite apresentaram falhas temporárias.
- Voos em rotas polares enfrentam risco de radiação aumentada.
Origem da explosão
A mancha solar AR4274 produziu a erupção mais intensa do ano. Cientistas registraram o pico às 5h de Brasília.
O evento superou duas explosões anteriores emitidas nos dias 9 e 10 de novembro pela mesma região solar.
Efeitos imediatos observados
Transmissões de alta frequência sofreram blecaute total em áreas afetadas. Europa e África registraram interrupções por minutos.
Sistemas de emergência e navegação marítima operaram com limitações durante o período.
El Sol es una estrella viva. Se mueve, cambia y emite energía. Las manchas solares que de observan en su superficie son señales de su actividad magnética. Ayer nuestro astrofotógrafo Nelson Ortega Torres @nelsonastrofoto captó la mancha solar AR4274. Esta mancha solar activa ha… pic.twitter.com/DzIlZCVExz
— Ada Monzón (@adamonzon) November 11, 2025
Monitoramento da ejeção coronal
Partículas energéticas seguem em direção ao planeta. Velocidade medida atinge 4,8 mil km por segundo.
NOAA emitiu alerta de nível G3 para tempestade geomagnética. Previsão indica chegada nas próximas horas.
Riscos para infraestrutura
Redes elétricas podem sofrer oscilações em regiões de alta latitude. Satélites em órbita baixa enfrentam possibilidade de falhas elétricas.
- Passageiros em voos polares recebem orientação para precaução.
- Exposição à radiação aumenta levemente nessas rotas.
- Operadores ajustam trajetos para minimizar impactos.
Fenômenos visíveis esperados
Auroras boreais tornam-se visíveis em latitudes médias nos Estados Unidos. Regiões como Pensilvânia, Iowa e Oregon observam o céu noturno.
O espetáculo ocorre devido à interação de partículas com o campo magnético terrestre.
Histórico de eventos similares
Apenas 75 erupções desse porte foram documentadas desde 1942. A raridade destaca a intensidade do ciclo solar atual.
Mancha AR4274 mantém atividade elevada e exige acompanhamento contínuo.
Medidas de contingência adotadas
Operadores de satélites ajustam órbitas preventivamente. Companhias aéreas redirecionam voos polares quando necessário.
Sistemas de GPS ativam modos de backup para manter precisão durante perturbações.
Atividade solar em ascensão
Ciclo solar atinge pico previsto para 2025. Manchas como AR4274 indicam fase máxima de produção de erupções.
Monitoramento contínuo ocorre por agências espaciais em todo o mundo.