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Perché la cometa 3I/Atlas è diventata il bersaglio delle teorie sulle navi aliene?

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cometa - Foto: Nazarii_Neshcherenskyi/Shutterstock.com cometa - Foto: Nazarii_Neshcherenskyi/Shutterstock.com

La cometa 3I/Atlas, scoperta nel luglio 2025 dal telescopio Atlas su Chile, ha catturato l’attenzione di astronomi e appassionati per la sua origine interstellare e il suo comportamento peculiare. Identificado come terzo oggetto al di fuori di Sistema Solar ad attraversare il nostro quartiere, attraversa Terra il 19 dicembre, a 270 milioni di chilometri di distanza, senza rischio di collisione. Le caratteristiche dell’Suas come l’elevata concentrazione di nichel e l’accelerazione non gravitazionale hanno alimentato la speculazione su una possibile origine artificiale, comprese le teorie sui veicoli spaziali alieni. Nasa e gli scienziati sottolineano che i dati indicano una cometa naturale, ma le discussioni persistono.

  • Principali caratteristiche osservate: Trajetória iperbolico, che indica l’origine al di fuori di Sistema Solar. Proporzione Alta di anidride carbonica, rilevata da Telescópio James Webb. Radio Emissões catturata dal radiotelescopio MeerKAT, in África di Sul. Diâmetro stimato tra 440 metri e 5,6 chilometri, secondo Hubble.

O cometa, descoberto a 670 milhões de quilômetros do Sol, move-se a 61 km/s e já passou pelo periélio em outubro. Sua cauda, que cresceu três milhões de quilômetros, foi registrada por sondas em Marte.

Origem e trajetória

O 3I/Atlas formou-se em outro sistema estelar, possivelmente há 7,6 bilhões de anos, sendo mais antigo que o Sistema Solar. Sua trajetória vem da direção da constelação de Sagitário, sugerindo origem no centro da Via Láctea.

Astrônomos acreditam que interações gravitacionais ejetaram o cometa de seu sistema original. Ele não seguirá órbita fechada ao redor do Sol, partindo para o espaço interestelar após 2026.

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3I/Altas – Reprodução/Nasa

Anomalias e especulações

O cometa exibiu aceleração não gravitacional, sugerindo jatos de gás propelindo-o, um fenômeno comum em cometas. Apesar disso, o astrofísico Avi Loeb, de Harvard, propôs que poderia ser uma sonda alienígena, citando seu tamanho e composição.

A Nasa descarta tais hipóteses, afirmando que as emissões de rádio e a desgaseificação são típicas de cometas. As teorias ganharam força nas redes sociais, mas carecem de evidências científicas.

A presença de níquel, incomum em alta quantidade, foi comparada a componentes de espaçonaves, mas já foi detectada em outros cometas, como o 2I/Borisov. Dados do Telescópio James Webb sugerem que a radiação espacial alterou sua superfície.

Observações detalhadas

Telescópios como Hubble e James Webb monitoram o 3I/Atlas desde julho. Imagens da sonda Tianwen-1, da China, capturaram sua coma e anticauda, um raro efeito óptico.

Sondas da ESA em Marte registraram o cometa a 30 milhões de quilômetros, revelando sua composição rica em água. A sonda Juice, da ESA, fará novas observações em novembro, com dados esperados para 2026.

A cauda iônica, visível após o periélio, foi fotografada pelo Projeto Telescópio Virtual, na Itália. O cometa brilhou sete vezes mais que o esperado, intrigando pesquisadores.

Valor científico

O 3I/Atlas é uma cápsula do tempo cósmica, oferecendo pistas sobre a formação de sistemas estelares distantes. Sua composição química, com alta proporção de CO₂, desafia modelos tradicionais de cometas.

Estudos sugerem que o cometa sobreviveu ao periélio sem fragmentação, indicando uma estrutura robusta. Astrônomos correm contra o tempo para coletar dados antes de sua partida.

Reações e debates

A comunidade científica refuta as teorias de Loeb, mas reconhece o apelo midiático do tema. Declarações de figuras como Elon Musk, que descartou a viabilidade de uma nave de níquel, intensificaram o debate.

A passagem do cometa gerou memes e publicações virais, com até celebridades comentando o fenômeno. A Nasa mantém que todas as anomalias têm explicações naturais.

Futuro das observações

O cometa será visível com telescópios amadores até janeiro de 2026, quando se aproximará de Júpiter. Após isso, deixará o Sistema Solar, encerrando sua breve visita.

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