Trump classifica como ato terrorista ataque a tiros contra guardas da embaixada cubana em Washington

Presidente Trump
Presidente Trump - Joey Sussman/shutterstock.com

(99)

Um homem foi preso no domingo à noite após disparar um fuzil contra a embaixada de Cuba em Washington, capital dos Estados Unidos. O incidente não deixou feridos, mas provocou uma mobilização imediata das forças de segurança locais, que isolaram a área para investigação.

As motivações do atirador ainda estão sendo apuradas pelo Serviço Secreto e pelo Departamento de Polícia Metropolitana. O suspeito foi detido no local do ocorrido, e a arma utilizada na ação foi apreendida pelas autoridades que conduziram a operação.

O episódio ganhou repercussão política após o ex-presidente Donald Trump se manifestar em sua plataforma de mídia social. Ele classificou o ataque como um “ato de terror” e criticou as políticas de segurança da atual administração federal.

Detalhes da ocorrência e a resposta policial

Relatos iniciais indicam que o indivíduo chegou ao local e efetuou múltiplos disparos em direção à fachada do prédio diplomático. A ação foi rápida e ocorreu em um período de menor movimento na região, o que contribuiu para a ausência de vítimas. O som dos tiros alertou agentes que patrulhavam a área.

Equipes do Serviço Secreto, responsáveis pela proteção de missões diplomáticas na capital, e da polícia de Washington chegaram ao local em poucos minutos. O suspeito foi abordado e se entregou sem oferecer resistência, sendo levado sob custódia para procedimentos formais de identificação e interrogatório.

A manifestação do ex-presidente

Por meio de uma publicação em sua rede social, o ex-presidente Donald Trump condenou o ataque e o rotulou como um ato terrorista. Em sua declaração, ele associou o incidente a um suposto enfraquecimento da segurança nacional e das políticas de fronteira. Trump utilizou o evento para criticar diretamente a gestão do atual governo, afirmando que tais ocorrências se tornaram mais frequentes. A sua caracterização do evento como terrorismo, no entanto, ainda não foi adotada oficialmente pelas agências de segurança que investigam o caso, que tratam o episódio, por enquanto, como um ataque com arma de fogo enquanto apuram as motivações e possíveis conexões do atirador.

O posicionamento do governo cubano

O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, confirmou a ocorrência e afirmou que nenhum funcionário da missão diplomática foi ferido.

Ele destacou que este não foi o primeiro incidente de segurança enfrentado pela embaixada, mencionando um ataque anterior em 2020.

O governo cubano aguarda os resultados da investigação conduzida pelas autoridades norte-americanas para emitir um comunicado mais detalhado.

Investigação em andamento

O Serviço Secreto dos Estados Unidos lidera a investigação em conjunto com a polícia de Washington.

A apuração busca determinar o que levou o homem a realizar os disparos contra o prédio.

Autoridades analisam imagens de câmeras de segurança e coletam depoimentos.

O suspeito permanece detido enquanto os investigadores trabalham para esclarecer todos os fatos.

Procedimentos legais

O indivíduo detido deverá ser apresentado a um tribunal para uma audiência inicial, onde serão formalizadas as acusações.

Entre as possíveis acusações estão agressão com arma mortal e destruição de propriedade de governo estrangeiro.

Segurança reforçada

Após o incidente, a segurança no entorno da embaixada e de outras missões diplomáticas na área foi visivelmente reforçada.

Patrulhas do Serviço Secreto e da polícia local intensificaram a vigilância na região para prevenir novas ocorrências.

Histórico de incidentes

A embaixada de Cuba em Washington já foi alvo de um ataque em abril de 2020, quando um homem também atirou contra o edifício. Naquela ocasião, os danos foram materiais, e o autor foi preso e posteriormente processado.

To Top