O Vasco enfrenta o Fluminense nesta quarta-feira (11), às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã, pelo jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil 2025. O zagueiro colombiano Carlos Cuesta, de 26 anos, viverá sua primeira experiência em mata-mata pelo clube carioca. Contratado em setembro, o defensor já se tornou titular absoluto ao lado de Robert Renan.
Cuesta concedeu entrevista exclusiva ao ge e mostrou confiança na classificação para a final. O jogador destacou a mudança de foco após sequência negativa no Brasileirão e reforçou que o grupo aprendeu com os erros recentes. O colombiano também enalteceu o trabalho de Fernando Diniz.
Adaptação rápida ao Rio e apoio da torcida
Carlos Cuesta chegou ao Rio de Janeiro há três meses e afirma estar completamente adaptado. Nascido em Medellín, o zagueiro compara o clima carioca ao da Colômbia pela presença constante de sol e pela alegria das pessoas.
A recepção da torcida vascaína também surpreendeu positivamente o defensor. Ainda antes de desembarcar no Brasil, Cuesta recebia mensagens de torcedores pedindo sua contratação.
Primeiro mata-mata no Maracanã
O confronto contra o Fluminense marca a estreia de Cuesta em jogos eliminatórios com a camisa do Vasco. O zagueiro define a semifinal como “tudo ou nada” e diz que esse tipo de competição é o seu preferido.
- Sem margem para erro: derrota elimina diretamente
- Dois jogos decisivos para alcançar a final
- Detalhes definirão o classificado, segundo o colombiano
Cuesta lembra que o Vasco venceu o mesmo Fluminense por 2 a 0 no fim de outubro, mas alerta que o passado não garante nada em mata-mata.
Lições após sequência negativa
O Vasco viveu momento difícil no Brasileirão, com sete derrotas nos últimos oito jogos. Cuesta analisa que as derrotas tiveram causas diferentes e que o grupo trabalhou para corrigir os problemas.
O zagueiro afirma que perder cinco partidas seguidas não combina com a grandeza do clube. Ele garante que as lições foram absorvidas e que o foco agora está totalmente na Copa do Brasil.
Para o colombiano, oscilações como as de 2025 não podem se repetir se o Vasco quiser dar um salto de qualidade na próxima temporada.
Parceria com Robert Renan na zaga
Cuesta destaca a facilidade de jogar ao lado do também jovem Robert Renan. O colombiano elogia a qualidade técnica do companheiro canhoto e a boa comunicação entre ambos.
Os dois chegaram ao Vasco em momentos próximos e isso facilitou a conexão dentro de campo. Apesar de algumas atuações irregulares, o defensor considera a dupla consolidada.
Aprendizado constante com Fernando Diniz
Carlos Cuesta revela que conversou muito com Fernando Diniz antes mesmo de assinar com o Vasco. As tratativas por telefone já haviam deixado ótima impressão no jogador.
No dia a dia, o colombiano se diz impressionado com a intensidade do treinador. Cuesta afirma que Diniz ensina algo novo todos os dias e cobra atenção total da defesa.
O zagueiro destaca que o comandante exige posicionamento, pressão alta, saída de bola qualificada e correção constante dos companheiros. Para Cuesta, trabalhar com Diniz facilita sua vida em campo e acelera seu desenvolvimento.
Objetivo maior na temporada
Apesar da campanha irregular no Brasileirão, o Vasco mantém viva a chance de título na Copa do Brasil. Cuesta reforça que o grupo está unido e preparado para os dois jogos decisivos contra o Fluminense.
O colombiano sonha em conquistar o troféu e colocar o Vasco de volta em competições internacionais em 2026.

