Um juiz de Connecticut desbarrou Hunter Biden nesta segunda-feira, 15 de dezembro de 2025, por violação de regras de conduta profissional para advogados. A decisão ocorreu em audiência virtual em Waterbury, onde o filho do ex-presidente Joe Biden consentiu com a medida, admitindo parte das alegações de má conduta, mas sem reconhecer crimes. As queixas partiram de indivíduos privados e estão ligadas às condenações federais por posse ilegal de arma e evasão fiscal, apesar do perdão presidencial concedido no ano anterior.
Hunter Biden, de 55 anos, foi admitido na ordem dos advogados de Connecticut em 1997, um ano após se formar na Yale Law School. Ele já havia perdido a licença em Washington, D.C., em maio de 2025. O processo destacou que as violações incluem conduta com desonestidade, fraude ou misrepresentation.
A condenação por arma ocorreu em tribunal federal de Delaware, referente à compra de uma pistola Colt Cobra em 2018, quando ele negou uso de drogas em formulário oficial. No caso fiscal na Califórnia, ele se declarou culpado de não pagar pelo menos 1,4 milhão de dólares em impostos, evitando julgamento completo.
Audiência virtual e consentimento
Hunter Biden apareceu por vídeo na audiência conduzida pelo juiz Patrick L. Carroll III, acompanhado do advogado Ross Garber. Ele não fez declarações durante o procedimento. O acordo com o escritório disciplinar do estado permitiu o desbarrement sem admissão de culpa criminal.
Um dos queixosos, Paul Dorsey, manifestou objeção ao acordo por considerar que Hunter Biden deveria admitir crimes. No entanto, a representante do escritório disciplinar, Leanne Larson, destacou o impacto do perdão presidencial na configuração da disposição.
Condenações federais detalhadas
As condenações federais envolveram três felonias em Delaware por mentir sobre dependência de drogas ao adquirir arma em 2018. Ele possuiu o revólver por 11 dias. O caso ganhou atenção por ser a primeira condenação criminal de filho de presidente em exercício na época.
No processo fiscal na Califórnia, marcado para setembro de 2024, Hunter Biden mudou a declaração para culpado horas antes da seleção do júri. As acusações incluíam falha em pagar impostos sobre rendas significativas.
- Três felonias por posse ilegal de arma
- Negação de uso de drogas em formulário federal
- Declaração de culpado em nove acusações fiscais
- Evitação de pagamento de 1,4 milhão de dólares em impostos
Trajetória profissional como advogado
Hunter Biden concluiu a faculdade de direito na Yale em 1996 e ingressou na barra de Connecticut no ano seguinte. Ele manteve a licença por décadas, embora não exercesse ativamente a advocacia nos últimos anos. A perda em Connecticut segue a de Washington, D.C., consolidando o fim de sua carreira jurídica em jurisdições chave.
Sua formação na Yale o posicionou inicialmente em firmas de advocacia. Posteriormente, envolveu-se em negócios internacionais, o que coincidiu com período de luta contra dependência química.
Período coberto pelo perdão presidencial
O perdão concedido por Joe Biden abrangeu ofensas federais de janeiro de 2014 a dezembro de 2024. Ele anulou as condenações por arma e impostos. Apesar disso, consequências profissionais como desbarrement persistiram em processos disciplinares estaduais.
O perdão foi amplo e incluiu qualquer delito potencial no intervalo. Juízes fecharam os casos criminais sem anular completamente as condenações registradas.
Regras éticas violadas
O juiz concluiu que Hunter Biden infringiu múltiplas normas de conduta para advogados. Entre elas, destaca-se engajamento em ações com desonestidade ou misrepresentation. Ele admitiu parte das alegações em documento judicial.
A decisão citou explicitamente o desbarrement anterior em Washington, D.C., como fator agravante. As regras estaduais exigem integridade em conduta pessoal e profissional.
Queixas e processo disciplinar
Duas queixas privadas foram apresentadas após as condenações federais. Elas desencadearam investigação pelo escritório de disciplina de advogados. O processo incluiu reciprocidade com a medida tomada em Washington, D.C.
Hunter Biden consentiu ao desbarrement para evitar litígio prolongado. A audiência virtual facilitou a participação remota.
Formação e admissão na ordem
Graduado pela Yale Law School em 1996, Hunter Biden obteve admissão em Connecticut em abril de 1997. Ele residia em áreas variadas ao longo da carreira. A licença permaneceu ativa até o processo atual.
Sua trajetória acadêmica incluiu passagem por instituição de prestígio. No entanto, questões pessoais interferiram na prática profissional contínua.
Contexto das condenações por arma
O caso de Delaware envolveu compra de revólver em outubro de 2018. Evidências mostraram uso de crack na época. O julgamento durou uma semana em junho de 2024.
Procuradores provaram mentira intencional no formulário. A posse durou poucos dias, mas configurou crime federal.
Detalhes do caso fiscal na Califórnia
Acusações apontaram omissão de pagamento de impostos sobre rendas de negócios. O valor não pago superou 1,4 milhão de dólares. A declaração de culpado ocorreu em setembro de 2024.
O acordo evitou testemunhas e exposição adicional. As charges incluíam misdemeanors e felonias.
Audiência em Waterbury
A sessão ocorreu em tribunal de Waterbury, Connecticut. Participantes conectaram-se virtualmente. O juiz aprovou o acordo proposto.
Ross Garber representou Hunter Biden. Nenhuma fala foi registrada do réu.
Objeções ao acordo
Paul Dorsey questionou a ausência de admissão criminal. Ele representou uma das queixas originais. Larson rebateu com referência ao perdão.
A objeção não alterou a decisão final. O juiz prosseguiu com a aprovação.
Impacto do desbarrement em D.C.
A perda da licença em Washington ocorreu em maio de 2025. Ela serviu de base para reciprocidade em Connecticut. Hunter Biden voluntariou a entrega lá.
O board de responsabilidade profissional aceitou a renúncia. Evitou procedimentos extensos.