Flamengo planeja saídas de De La Cruz, Michael, Allan, Cebolinha e Viña para 2026

De La Cruz

De La Cruz - Foto: A.RICARDO / Shutterstock.com

O Flamengo prepara mudanças significativas no elenco para a temporada de 2026. A diretoria identifica jogadores com pouco espaço sob o comando de Filipe Luís e planeja negociações na próxima janela de transferências. Nomes como Nicolás De La Cruz, Michael e Allan aparecem como principais cotados para deixar o clube carioca.

A venda de Juninho ao Pumas, do México, já avançou e representa o início dessa movimentação. O atacante, contratado no início de 2025, recebeu poucas oportunidades ao longo do ano. O negócio recupera o investimento inicial feito pelo Rubro-Negro.

Jogadores cotados para saída

A lista de possíveis saídas ganha força nos bastidores do Flamengo. Nicolás De La Cruz enfrenta dificuldades para se firmar como titular absoluto no meio-campo. O uruguaio disputou partidas importantes, mas não convenceu plenamente a comissão técnica em 2025.

Michael também perdeu espaço no ataque rubro-negro. O velocista, retornado ao clube após passagem pelo exterior, recebeu poucas chances como titular. A diretoria avalia propostas para liberar o jogador e aliviar a folha salarial.

  • Allan apresenta problemas físicos recorrentes que limitam sua sequência.
  • O volante busca mais minutos em campo e pode receber ofertas de outros clubes.
  • Matías Viña ocupa a terceira posição na lateral-esquerda.
  • O uruguaio retornou de lesão grave, mas fica atrás de Ayrton Lucas e Alex Sandro na hierarquia.

Situação de Everton Cebolinha

Everton Cebolinha mantém contrato até junho de 2026 e gera atenção especial na diretoria. O atacante pode assinar pré-contrato com outro clube a partir de janeiro. Apesar de recuperação no final da temporada, o alto salário pesa na decisão sobre sua permanência.

Cebolinha participou de jogos decisivos, incluindo a Copa Intercontinental. No entanto, a concorrência no setor ofensivo permanece intensa. O Flamengo avalia opções para negociar o jogador e abrir espaço para reforços.

Não relacionados na Copa Intercontinental

A ausência de Allan e Viña na lista de relacionados para a Copa Intercontinental reforça indícios de saídas. Filipe Luís optou por não levar a dupla ao Catar devido ao limite de inscritos. Essa escolha sinaliza que os atletas não representam prioridades imediatas.

Outros jogadores viajaram com o grupo, incluindo De La Cruz e Michael. A competição internacional serviu como última avaliação para alguns nomes. O Flamengo disputou a final contra o PSG e encerrou 2025 com foco na planejamento futuro.

Prioridades para contratações

O departamento de futebol concentra esforços em reforços pontuais para 2026. A defesa aparece como setor principal, com busca por zagueiro canhoto. Nomes como Vitão, do Internacional, entraram em negociações recentes.

O clube planeja manter a base campeã de títulos em 2025. Saídas visam equilibrar o elenco e gerar recursos para novas chegadas. A diretoria trabalha para evitar perdas significativas de titulares.

Movimentações recentes no mercado

Juninho concluiu transferência para o Pumas por valor equivalente ao investido pelo Flamengo. O atacante disputou 32 jogos e marcou quatro gols na temporada. A operação demonstra estratégia de recuperar investimentos em jogadores sem sequência.

Outras saídas já confirmadas incluem atletas com contratos encerrados. O Flamengo prioriza estabilidade financeira e competitividade. Negociações avançam de forma discreta nos bastidores do Ninho do Urubu.

Concorrência em posições específicas

A lateral-esquerda conta com três opções de alto nível no elenco atual. Alex Sandro atua como titular, enquanto Ayrton Lucas disputa vaga. Viña enfrenta dificuldades para ganhar minutos regulares.

No meio-campo, De La Cruz compete com peças consolidadas. Allan lida com limitações físicas que impactam sua disponibilidade. A diretoria avalia propostas que atendam interesses do clube.

O ataque apresenta opções variadas pelos lados do campo. Michael e Cebolinha buscam mais protagonismo. O Flamengo monitora o mercado para ajustes necessários.

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