O Corinthians conquistou o título da Copa do Brasil de 2025 ao vencer o Vasco por 2 a 1, em uma final emocionante no Maracanã, Rio de Janeiro, em 21 de dezembro. O gol decisivo de Memphis Depay, aos 17 minutos do segundo tempo, consolidou a virada da equipe paulista após o empate em 1 a 1 no primeiro tempo. A vitória garante ao clube uma vaga direta na fase de grupos da Libertadores de 2026 e uma premiação de R$ 77 milhões. Mais de 70 mil torcedores acompanharam o duelo de alta tensão.
A partida de volta, iniciada às 18h (horário de Brasília), seguiu-se a um empate sem gols no jogo de ida, na Neo Química Arena, o que aumentou a expectativa para o confronto decisivo.
O jogo foi equilibrado, com Yuri Alberto abrindo o placar para o Corinthians e Nuno Moreira empatando para o Vasco, antes de Memphis Depay selar a vitória corintiana na etapa final.
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Gols e reviravoltas no placar
O Corinthians abriu o placar aos 18 minutos do primeiro tempo com Yuri Alberto, que recebeu um lançamento preciso de Matheuzinho e finalizou com maestria. A vantagem, porém, foi contestada pelo Vasco, que buscou o empate com intensidade.
Aos 40 minutos da etapa inicial, Nuno Moreira igualou o marcador para o Vasco, aproveitando um cruzamento de Andrés Gómez após um erro de passe de Raniele. O gol incendiou o Maracanã e restabeleceu a paridade antes do intervalo.
Lances cruciais da decisão
A final da Copa do Brasil de 2025 foi pontuada por lances decisivos que mantiveram a emoção em alta. O equilíbrio entre as equipes resultou em um jogo dinâmico, onde cada movimento era crucial para o desfecho.
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Táticas e formações dos finalistas
O Vasco, comandado por Fernando Diniz, adotou uma formação com posse de bola e construção desde a defesa. Léo Jardim no gol, Paulo Henrique, Carlos Cuesta, Robert Renan e Puma Rodríguez na zaga. Thiago Mendes e Philippe Coutinho organizaram o meio, com Nuno Moreira, Rayan e Andrés Gómez no ataque.
O Corinthians, treinado por Dorival Júnior, optou por uma estrutura reativa e focada em transições rápidas. Hugo Souza defendia o gol, com Matheuzinho, Gustavo Henrique, André Ramalho e Matheus Bidu na defesa. Raniele, José Martínez, Maycon e Breno Bidon atuaram no meio, dando suporte a Memphis Depay e Yuri Alberto.
O percurso até a final
Vasco e Corinthians trilharam percursos desafiadores para alcançar a final da Copa do Brasil de 2025. O time carioca iniciou nas fases iniciais, superando Botafogo e Fluminense. O Corinthians entrou na terceira fase e eliminou rivais como Palmeiras, Athletico-PR e Cruzeiro. Ambos exibiram defesas sólidas e médias de finalizações consistentes, credenciando-se ao título no Maracanã e encerrando a temporada brasileira de 2025.
Disputas intensas e advertências
A intensidade da final foi evidente desde os primeiros minutos, com a arbitragem de Wilton Pereira Sampaio tendo trabalho para controlar os ânimos. Cartões amarelos foram distribuídos para manter a ordem.
Aos poucos minutos do segundo tempo, Carlos Cuesta, do Vasco, recebeu um cartão amarelo por uma falta tática em Memphis Depay, tentando frear um avanço perigoso.
O técnico vascaíno, Fernando Diniz, também foi advertido com um cartão amarelo por reclamações à equipe de arbitragem, demonstrando a pressão da decisão.
Aos 14 minutos do segundo tempo, Yuri Alberto, do Corinthians, e Thiago Mendes, do Vasco, foram advertidos após um desentendimento, intensificando ainda mais o clima da partida.
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Recompensas da conquista
A conquista da Copa do Brasil de 2025 representa não apenas o prestígio da taça, mas um impulso financeiro e esportivo significativo. A vitória assegura uma vaga direta na fase de grupos da Libertadores de 2026 e uma premiação de aproximadamente R$ 77 milhões, impactando positivamente o planejamento para a próxima temporada.
Atuações individuais em destaque
Yuri Alberto destacou-se com o gol que abriu o placar para o Corinthians, mostrando oportunismo e habilidade no domínio de bola. Sua movimentação constante gerou espaços e preocupou a defesa vascaína.
Do lado do Vasco, Nuno Moreira foi crucial ao marcar o gol de empate, demonstrando bom posicionamento e capacidade de finalização de cabeça. Philippe Coutinho teve papel importante na distribuição de passes e na organização das jogadas ofensivas.

