iPhone 18 Pro terá design translúcido e nova tecnologia de câmera sob a tela para eliminar o recorte

Apple caixa, iphone

Apple caixa, iphone - atracurium_/ iStock

A Apple prepara uma reformulação significativa no design e na funcionalidade de sua linha de smartphones com o lançamento da família iPhone 18. As principais novidades, previstas para os modelos Pro, concentram-se em um visual parcialmente transparente e na aguardada remoção do recorte Dynamic Island, que será substituído por uma tecnologia de câmera frontal posicionada sob a tela.

Além das alterações estéticas, a nova geração promete aprimoramentos importantes no sistema de câmeras, no desempenho do processador e na autonomia da bateria, reforçando a posição da Apple no competitivo segmento de dispositivos premium. A expectativa é que essas mudanças representem um dos maiores saltos evolutivos para o iPhone nos últimos anos.

Apesar das transformações, os novos aparelhos devem manter os tamanhos de tela já conhecidos pelo público: 6,3 polegadas para o iPhone 18 Pro e 6,9 polegadas para a versão Pro Max. O módulo de câmeras traseiras, embora com atualizações internas, deve preservar a aparência em relação à geração anterior, mantendo a identidade visual da linha.

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Design que homenageia o legado da Apple

A inspiração para o novo visual remete aos computadores Macintosh do final dos anos 90, como o icônico iMac G3 e o iBook, que se destacavam por seus corpos coloridos e semitransparentes. A estratégia da empresa parece ser a de evocar a nostalgia da era de Steve Jobs, período em que a Apple se consolidou como uma referência em design industrial e inovação.

A principal novidade estética do iPhone 18 Pro será uma área de vidro transparente na parte traseira do aparelho, localizada na região do anel de carregamento MagSafe. Essa janela permitirá visualizar alguns componentes internos, como a bobina de carregamento sem fio e outros circuitos, criando um efeito visual distinto e técnico que une o passado e o futuro da marca.

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Tela do futuro sem Dynamic Island

Uma das transformações mais esperadas na linha Pro de 2026 é a eliminação do recorte conhecido como Dynamic Island, introduzido no iPhone 14 Pro. A Apple está desenvolvendo uma solução que posiciona a câmera de selfie diretamente sob a tela, tornando-a praticamente invisível quando não está em uso ativo.

Segundo estimativas de mercado, essa mudança aumentará a área de visualização em aproximadamente 5% em comparação com os modelos atuais, proporcionando uma experiência mais imersiva para o consumo de conteúdo, jogos e navegação. A tecnologia promete uma tela verdadeiramente ininterrupta, um objetivo perseguido pela indústria há anos.

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Os sensores necessários para o sistema de reconhecimento facial Face ID também ficarão sob o display. No entanto, é possível que ainda não sejam completamente invisíveis, adiando a chegada de uma tela totalmente sem bordas ou interrupções para as gerações futuras do dispositivo.

Câmera principal com tecnologia de abertura variável

O sistema de câmera do iPhone 18 Pro receberá atualizações substanciais, incluindo a introdução de um sensor principal com abertura variável, uma tecnologia que oferece controle sem precedentes sobre a entrada de luz e a profundidade de campo. Essa funcionalidade, já presente em dispositivos concorrentes como os da Samsung e Huawei, permitirá que os usuários ajustem manualmente a abertura da lente em uma faixa que pode variar, por exemplo, de f/1.4 a f/2.0. Na prática, uma abertura maior como f/1.4 é ideal para condições de pouca luz, pois permite capturar mais informação e reduzir o ruído, além de criar um desfoque de fundo (bokeh) mais natural em retratos. Por outro lado, uma abertura menor, como f/2.0, é útil para fotos de paisagens ou de grupos onde se deseja manter uma área maior da imagem em foco. Além desse novo recurso, o módulo de teleobjetiva deverá suportar resolução de 48 MP com zoom óptico de 5x, enquanto a lente ultra-angular receberá um sistema de estabilização aprimorado para fotos e vídeos mais estáveis. A capacidade de gravar vídeos em 8K a 60 quadros por segundo também é uma possibilidade real, impulsionada pela potência de processamento do vindouro chip A20 Pro. A integração entre o novo hardware e o software será fundamental para o sucesso dessas implementações, exigindo calibração precisa para que a abertura variável funcione de forma intuitiva.

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Potência e eficiência com o chip A20 Pro

Muitos dos novos recursos, especialmente os aprimoramentos no processamento de imagem e vídeo, serão viabilizados pelo chip A20 Pro. Este novo processador, fabricado em um processo de 2 nanômetros, promete um salto significativo em desempenho e eficiência energética. A maior densidade de transistores permitirá que o chip execute tarefas de inteligência artificial e aprendizado de máquina de forma mais rápida, o que é crucial para funcionalidades como o Modo Cinema e a fotografia computacional.

Essa capacidade de processamento será essencial para otimizar as imagens capturadas pela câmera sob a tela, corrigindo em tempo real qualquer distorção ou perda de qualidade causada pela passagem da luz através do painel OLED. Espera-se que o novo chip ofereça um ganho de performance de até 25% em tarefas de CPU e 35% em processamento gráfico, consolidando o iPhone como uma das plataformas móveis mais poderosas do mercado e garantindo que o sistema operacional, que deverá ser o iOS 27, funcione com extrema fluidez.

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Otimização da bateria e sistema de resfriamento

A autonomia do iPhone 18 Pro Max será reforçada pelo uso de uma bateria com invólucro de aço inoxidável, substituindo o de alumínio usado em modelos anteriores.

Essa mudança estrutural não apenas aumenta a resistência a impactos em cerca de 20%, mas também melhora a dissipação de calor em aproximadamente 15%.

Isso permite que o dispositivo mantenha o desempenho máximo por mais tempo durante tarefas intensivas. A capacidade da bateria também deve ser aumentada, podendo chegar a 4.800 mAh no modelo Pro Max.

A melhoria é complementada por um novo modem 5G, desenvolvido pela própria empresa, que promete ser mais eficiente no consumo de energia, contribuindo para uma maior longevidade da carga diária.

Detalhes técnicos e viabilidade da nova construção

A implementação de uma traseira parcialmente transparente levanta questões sobre durabilidade e interferência de sinal. No entanto, fontes ligadas à cadeia produtiva afirmam que os protótipos já passaram por testes rigorosos e que a construção não afeta a recepção de sinais de celular, Wi-Fi ou Bluetooth. Isso é possível graças ao uso de camadas de filtros e materiais especializados que são permeáveis às ondas de rádio, garantindo conectividade total. A certificação IP68 de proteção contra água e poeira também será mantida, assegurando a robustez do dispositivo no uso diário.

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