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Rumores sobre Switch 2 Lite ou Pro ganham força com descoberta do código ‘OSM’ no sistema da Nintendo

Nintendo Switch
Nintendo Switch - leungchopan/shutterstock.com

Um novo código, “OSM”, encontrado no portal oficial de contas da Nintendo, gerou intensas especulações sobre uma futura revisão de hardware para o Switch 2. A descoberta, realizada por usuários em janeiro de 2026, aponta para o desenvolvimento de uma nova versão do console, que foi originalmente lançado em junho do ano anterior.

Diferente de combinações aleatórias de caracteres que resultam em erros no sistema, a inserção do código “OSM” no gerador de ícones do site retorna uma imagem válida. Atualmente, a imagem exibida é um placeholder idêntico ao do hardware existente do Switch 2, uma prática comum para registros internos antes de um produto ser oficialmente revelado ao público.

Nintendo Switch 2
Nintendo Switch 2 – Foto: Matthieu Tuffet / Shutterstock.com

Este achado é particularmente significativo, pois se alinha perfeitamente com a estratégia de longa data da Nintendo de lançar múltiplas variações de seus consoles. A existência do código sugere que um modelo Lite, mais acessível, ou uma versão aprimorada já pode estar nos planos de desenvolvimento da empresa.

Possíveis significados por trás do código

A principal teoria entre os entusiastas da marca está ligada ao codinome de desenvolvimento do Switch 2, que era “Ounce”. Seguindo essa linha de raciocínio, a sigla “OSM” poderia ser uma abreviação para “Ounce Small Model”, indicando uma versão mais compacta e provavelmente mais barata, nos moldes do que foi o Switch Lite original.

Uma interpretação alternativa, e igualmente popular, é que o código signifique “OLED Screen Model”. Essa possibilidade responderia a uma das principais críticas feitas ao modelo de lançamento do Switch 2, que utiliza um painel LCD, introduzindo uma versão com uma tela de tecnologia superior para uma experiência visual aprimorada no modo portátil.

O histórico de atualizações de hardware da Nintendo

A empresa japonesa possui um histórico consolidado de lançar atualizações de hardware para manter o fôlego nas vendas e atender a diferentes perfis de consumidores. Essa estratégia foi um dos pilares do sucesso comercial do primeiro Nintendo Switch, que dominou o mercado por anos.

O console original, lançado em 2017, foi sucedido pelo Switch Lite em 2019, um modelo exclusivamente portátil que atraiu um público mais casual e famílias que buscavam um segundo aparelho com um custo menor.

Dois anos depois, em 2021, a Nintendo apresentou o Switch OLED Model, que oferecia uma experiência premium com sua tela de qualidade superior e outras melhorias menores, provando a eficácia do padrão de inovação incremental da companhia.

Detalhes da descoberta no portal da empresa

O código foi identificado por membros da comunidade que exploravam um serviço web específico que a Nintendo utiliza para gerar os ícones de consoles associados aos perfis dos jogadores. Cada hardware lançado pela empresa recebe um identificador único dentro desse sistema para sua correta exibição.

Para efeito de comparação, o primeiro Switch é identificado internamente como “HAC”, o modelo Lite como “HDH”, e a versão OLED como “HEG”. O atual Switch 2, que chegou ao mercado em 2025, utiliza o código “BEE”.

A recente adição do identificador “OSM” a esta lista interna é a prova de seu reconhecimento oficial dentro da infraestrutura da Nintendo. Sua presença não é um erro ou um acaso, mas sim uma entrada deliberada feita pela própria empresa.

O uso de uma imagem placeholder, que repete o design do console já existente, é um forte indicativo de que o hardware vinculado a este novo código está em uma fase preparatória de desenvolvimento, com seu design final e suas características ainda não prontos para serem revelados.

Expectativas para os novos modelos

Um potencial Switch 2 Lite provavelmente seguiria o caminho de seu antecessor, removendo a capacidade de conexão com a televisão através de uma dock e integrando os controles Joy-Con ao corpo do aparelho. Esse design simplificado, focado exclusivamente no jogo portátil, permitiria uma redução considerável em seu preço de varejo, tornando-o um ponto de entrada mais acessível ao ecossistema de jogos do Switch 2 para um público mais amplo e sensível ao custo.

Por outro lado, um Switch 2 Pro ou um modelo OLED seria direcionado aos jogadores mais dedicados que buscam a melhor experiência possível, especialmente no modo portátil. A atualização para uma tela com tecnologia OLED proporcionaria um contraste superior, cores mais vibrantes e pretos mais profundos, elevando a fidelidade visual dos jogos. Esta versão premium também poderia vir com maior armazenamento interno, uma resposta ao tamanho crescente dos jogos modernos, e outras melhorias de qualidade, justificando um preço mais elevado.

Reações da comunidade e o silêncio da Nintendo

A descoberta do código “OSM” provocou uma onda de entusiasmo e debates acalorados em fóruns de jogos e redes sociais, com fãs analisando minuciosamente todas as possíveis implicações. As discussões estão, em grande parte, divididas entre aqueles que torcem por uma versão Lite mais barata, que democratizaria o acesso à nova geração de jogos da Nintendo, e aqueles que aguardam um modelo OLED premium para substituir o console de lançamento. Muitos jogadores argumentam que uma tela OLED deveria ter sido o padrão desde o início, e sua eventual chegada é vista como uma correção de curso necessária. Fiel à sua política de comunicação, a Nintendo mantém um silêncio absoluto sobre o assunto, recusando-se a comentar rumores ou produtos não anunciados. Qualquer confirmação oficial sobre o hardware deverá ocorrer em uma de suas tradicionais apresentações Nintendo Direct, que são transmitidas periodicamente para revelar novidades.

Contexto de mercado atual

O lançamento de uma revisão de hardware ajudaria a Nintendo a manter sua vantagem competitiva em um mercado de jogos portáteis cada vez mais concorrido, que hoje inclui dispositivos potentes baseados em PC, como o Steam Deck e o Asus ROG Ally, que desafiam o domínio da empresa japonesa no segmento.

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