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Vazamento revela Sony adotando GPU híbrida RDNA 5 no PS6 para equilibrar desempenho e custo elevado

Sony - Michael Vi/ Shutterstock.com
Sony - Michael Vi/ Shutterstock.com

Vazamento recente de um insider confiável agitou a comunidade gamer ao indicar que o PlayStation 6 não adotará a arquitetura gráfica RDNA 5 completa da AMD. A Sony optaria por uma configuração híbrida, misturando elementos avançados da nova geração com tecnologias de gerações anteriores para manter o preço competitivo. Essa estratégia surge em meio a uma crise global de componentes, impulsionada pela demanda de inteligência artificial, que eleva custos de memória e GPUs.

O próximo console da empresa japonesa, previsto para 2027 ou 2028, enfrentaria pressões de mercado que poderiam inflacionar seu valor final acima de US$ 600. Especialistas apontam que a decisão reflete lições do PS5, que já usou uma GPU baseada em RDNA 1 com adições como ray tracing. A medida visa entregar desempenho superior sem comprometer as margens de lucro da Sony.

Estratégia híbrida na GPU do PS6

A arquitetura RDNA 5 promete ganhos significativos em rasterização e ray tracing, mas sua implementação total demandaria investimentos altos. A Sony selecionaria recursos chave, como núcleos de IA e melhorias em upscaling, combinando-os com blocos mais maduros e baratos. Essa abordagem já apareceu no PS5 Pro, que mesclou RDNA 3 com elementos de RDNA 4 para otimizar custos.

Fontes indicam que o chip principal do PS6 usará processo de 3nm da TSMC, com TDP em torno de 160W para equilibrar eficiência e potência. A parceria com a AMD, batizada de Project Amethyst, foca em customizações que priorizam jogos em 4K a 60-120 FPS. Desenvolvedores esperam suporte nativo a tecnologias como PSSR 2, uma evolução do upscaling baseado em IA.

Especificações de memória elevadas

O PS6 pode equipar até 30 GB de GDDR7 em um barramento de 160 bits, alcançando 640 GB/s de largura de banda. Essa configuração usa módulos de 3 GB em layout clamshell, dobrando a capacidade sem expandir o bus. Comparado aos 16 GB GDDR6 do PS5 a 448 GB/s, o salto permite texturas mais densas e mundos abertos complexos.

  • Configuração de RAM: 10 módulos de 3 GB GDDR7;
  • Largura de banda: 640 GB/s efetivos;
  • Vantagem: Suporte a IA para compressão de assets em tempo real.

A escolha responde à especulação de CPU Zen 6 com 8-10 núcleos, incluindo variantes de baixa potência para o sistema operacional. Testes iniciais de chips estão programados para janeiro de 2027, alinhando produção em massa ao fim daquele ano.

Sony
Sony – Foto: abdullah serbest / Shutterstock.com

Crise de suprimentos pressiona lançamento

A demanda por memória RAM cresceu 300% devido a data centers de IA, encarecendo GDDR7 e SSDs. Analistas preveem que preços permaneçam altos até 2028, forçando adiamentos no PS6 para 2028 ou 2029. A Sony monitora o mercado para evitar prejuízos como os iniciais do PS5, vendido inicialmente com margens apertadas.

Relatórios de mercado mostram GPUs e SSDs com alta de 50% em seis meses, impactando todos os fabricantes. A Microsoft, com o próximo Xbox, pode adotar abordagem similar, priorizando hybrid computing com Windows embarcado. Consumidores aguardam clareza sobre preços, estimados em US$ 500-600 para o base.

Comparação com antecessores

O PS5 baseou sua GPU em RDNA 2 com 36 CUs a 10,3 TFLOPs, enquanto o Pro elevou para 60 CUs e 16,7 TFLOPs com RT avançado. O PS6 mira 40-54 CUs em RDNA 5 híbrida, potencializando 30-40 TFLOPs reais em raster e dobro em ray tracing. Essa evolução garante longevidade de 7-8 anos por geração.

Desenvolvedores destacam que a memória extra resolve gargalos do PS5 em jogos como GTA 6, com loadings reduzidos via SSD customizado. Patentes da Sony para compressão de jogos de 100 GB para 100 MB reforçam eficiência. A transição suave mantém retrocompatibilidade total.

Influência do Project Amethyst

A colaboração Sony-AMD introduz UDNA, unindo RDNA e CDNA para IA em jogos. Mark Cerny, arquiteto lead, enfatizou renderização next-gen com machine learning para PSSR e frame generation. O projeto visa consoles versáteis, rodando títulos cross-gen com PS5.

Implementações incluem 16 MB de cache MALL para acessos rápidos, reduzindo latência em 20%. Handhelds da Sony, como Project Canis, herdarão traços com 24 GB LPDDR5X e 16 CUs RDNA 5 a 15W. Essa família unificada expande o ecossistema PlayStation.

Desempenho projetado em jogos

Simulações baseadas em leaks apontam PS6 3-6x mais rápido que PS5 em cenários mistos. Ray tracing em 4K/60 FPS torna-se padrão, com upscaling para 8K viável. Jogos como futuros God of War exploram IA para NPCs dinâmicos e mundos procedurais.

Benchmarks estimados:

  • Rasterização: +20% por CU vs RDNA 4;
  • Ray tracing: 2x mais eficiente;
  • IA: Suporte a FSR 4 com framegen opcional.

Estúdios first-party testam betas, confirmando estabilidade em multi-thread. A Sony planeja kits dev em 2027 para alinhar lançamentos.

Handheld como complemento

Rumores de um PS portátil com 24 GB RAM e Zen 6 LP circulam, rivalizando Steam Deck 2. TDP de 15-30W permite dock para TV, rodando PS6 scaled-down. KeplerL2 detalha 16 CUs a 1,65 GHz, focando portabilidade sem sacrificar qualidade.

O dispositivo usa tela OLED com VRR, bateria de 80Wh e controles hápticos avançados. Integração cloud via PS Plus garante acesso remoto a biblioteca full. Lançamento simultâneo ao PS6 expande mercado mobile.

Mercado e concorrência

Xbox next-gen pode custar US$ 1.000 como PC híbrido, dando vantagem ao PS6 em acessibilidade. Vendas de PS5 atingiram 92 milhões, com 132 milhões MAU, sustentando ciclo longo. Sony foca software, com 97 milhões de jogos vendidos no Q3 fiscal.

Estratégias incluem bundles com PS5 Pro para transição suave. Analistas projetam 100 milhões de PS6 em 5 anos se preço ficar abaixo de US$ 600. Crise de chips força otimizações, mas beneficia maturidade tecnológica.

Avanços em ray tracing e IA

RDNA 5 híbrida eleva RT com path tracing nativo, superando Blackwell em features. Sony patenteou compressão via IA, reduzindo SSDs de 2 TB padrão. Jogos ganham assets dinâmicos, com mundos 10x maiores sem impacto em storage.

Desenvolvedores acessam APIs unificadas para ML, acelerando produção. PS6 suporta 120 FPS VRR em 4K, com modo performance para competitivos.

Preparação para produção

Fabricação inicia em TSMC 3nm, com tape-out zero em 2026. KeplerL2 confirma specs finalizadas, alinhando a 2027 salvo delays. Sony estoca PS5 para 2026, evitando escassez.

  • Linha de produção: Mid-2027 ramp-up;
  • Previsão: 10-15 milhões no lançamento;
  • Foco: Retrocompatibilidade e PSSR3.

A empresa monitora inflação de componentes, ajustando BOM para US$ 450-500.

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