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Vazamento aponta novo portátil da Sony com chip AMD Zen 6 e potência gráfica para rivalizar com PS5

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PS5 - Foto: Wachiwit/iStock

Informações recentes que circulam nos bastidores da indústria de jogos indicam que a Sony pode estar desenvolvendo um novo dispositivo portátil com capacidades de hardware impressionantes. Diferente do PlayStation Portal, que funciona apenas via streaming, este novo aparelho seria um console nativo projetado para rodar jogos diretamente, equipado com componentes de última geração. O projeto sugere uma parceria renovada com a AMD para entregar uma arquitetura que, em certos aspectos, poderia superar o desempenho do atual console de mesa da empresa, marcando um retorno agressivo da gigante japonesa ao mercado de handhelds.

Os vazamentos, originados de fontes técnicas conhecidas por antecipar especificações de hardware, apontam para a utilização de processadores baseados na arquitetura Zen 6 da AMD. A fabricação dos chips seguiria o processo de litografia de 3 nanômetros, garantindo alta eficiência energética e térmica, fatores cruciais para dispositivos móveis. A estrutura do processador deve contar com oito núcleos no total, sendo quatro dedicados ao desempenho máximo para jogos e outros quatro voltados para eficiência em tarefas do sistema operacional, otimizando a duração da bateria sem comprometer a performance bruta.

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プレイステーション – 写真: Wachiwit/istock

Especificações técnicas e memória avançada

Um dos pontos mais chamativos do suposto projeto é a configuração de memória e processamento gráfico. O dispositivo deve integrar uma GPU baseada na arquitetura RDNA 5, um salto significativo em relação à tecnologia RDNA 2 presente no PlayStation 5 original. Esta unidade gráfica contaria com 16 Unidades de Computação (CUs) customizadas, operando com frequências variáveis entre 1.6 GHz e 2.0 GHz. Essa flexibilidade permitiria ao sistema ajustar o consumo de energia conforme a demanda do jogo, equilibrando poder de fogo e autonomia.

Além do processamento, a memória RAM é outro destaque que coloca o aparelho à frente de concorrentes diretos como o Steam Deck e o ROG Ally. As informações sugerem a inclusão de até 24 GB de memória LPDDR5X, operando a uma velocidade de 7.500 MT/s. Esse volume de memória é superior aos 16 GB encontrados na maioria dos portáteis atuais e até mesmo no próprio PS5, o que facilitaria a execução de texturas em alta resolução e a gestão de mundos abertos complexos sem gargalos de carregamento.

Tecnologia de upscaling e compatibilidade

Para garantir que jogos modernos rodem com fluidez em uma tela menor, a Sony deve implementar sua tecnologia proprietária de upscaling, a PlayStation Spectral Super Resolution (PSSR). Semelhante ao DLSS da NVIDIA, esse recurso utiliza inteligência artificial para renderizar imagens em resoluções menores e redimensioná-las para a tela do dispositivo com perda mínima de qualidade. Isso alivia a carga sobre a GPU, permitindo taxas de quadros mais estáveis e efeitos visuais avançados, como Ray Tracing, que também terá aceleração dedicada no hardware.

A estratégia da empresa parece focar na preservação do legado digital dos jogadores. O console deve manter a arquitetura x86, facilitando a compatibilidade nativa com a biblioteca do PlayStation 4 e PlayStation 5. Diferente do antigo PS Vita, que sofria com a falta de grandes títulos e dependia de cartuchos proprietários caros, o novo sistema seria totalmente integrado à PlayStation Store e ao ecossistema digital já estabelecido, permitindo que os usuários acessem suas bibliotecas existentes desde o primeiro dia.

Contexto de mercado e previsão de lançamento

O movimento da Sony surge como uma resposta ao crescimento exponencial do mercado de PCs portáteis e ao sucesso contínuo do Nintendo Switch. A empresa, que havia deixado o setor após o encerramento da produção do Vita, parece ter reavaliado a importância da mobilidade para o público gamer contemporâneo. O sucesso relativo do PlayStation Portal demonstrou que há demanda por jogar títulos da marca fora da frente da televisão, mas a limitação do streaming via Wi-Fi ainda é uma barreira para muitos consumidores que desejam uma experiência offline completa.

Analistas de hardware sugerem que, se as especificações forem confirmadas, o dispositivo poderá ser anunciado oficialmente ainda em 2026, posicionando-se como uma peça fundamental na transição para a próxima geração de consoles. A combinação de uma CPU Zen 6 com gráficos RDNA 5 colocaria o aparelho no topo da cadeia alimentar dos portáteis, oferecendo uma experiência premium que justifica um possível preço elevado. A expectativa é que o lançamento ocorra simultaneamente com novos títulos exclusivos, demonstrando o poder do hardware em tempo real.

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