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Bengals reforçam defesa com Cook e Mafe em dia histórico de free agency

Cincinnati Bengals NFL
Cincinnati Bengals NFL - kovop/ Shutterstock.com

O Cincinnati Bengals iniciou a free agency 2026 com movimentações significativas na defesa durante o período de legal tampering. A equipe acertou termos com o safety Bryan Cook, ex-Kansas City Chiefs, e o edge rusher Boye Mafe, ex-Seattle Seahawks. Esses contratos totalizaram cerca de US$ 100 milhões e visaram corrigir fragilidades identificadas na última temporada. As negociações ocorreram na segunda-feira, dia 9 de março, e os acordos se tornam oficiais a partir das 16h de quarta-feira, horário local nos Estados Unidos.

Cook, nativo de Cincinnati e formado pela Universidade de Cincinnati, retorna à cidade natal após quatro temporadas nos Chiefs, onde conquistou dois títulos de Super Bowl. Mafe chega como campeão do Super Bowl recente com os Seahawks e traz experiência em pressão ao quarterback.

Chegada de Bryan Cook fortalece secundária

Bryan Cook assinou contrato de três anos avaliado em US$ 40,25 milhões, com US$ 14 milhões garantidos. Ele atuou como titular em todas as 17 partidas nas últimas duas temporadas pelos Chiefs e acumulou 238 tackles, três interceptações e 15 passes defendidos na carreira até aqui.

A contratação preenche uma lacuna na posição de safety, especialmente após a saída esperada de Geno Stone. Cook se destaca pela versatilidade em cobertura e apoio à corrida, o que deve elevar o nível da secundária dos Bengals.

Boye Mafe chega para impulsionar pass rush

Boye Mafe concordou com vínculo de três anos no valor de US$ 60 milhões. O jogador de 27 anos registrou 20 sacks na carreira, incluindo dois na temporada 2025, quando ajudou os Seahawks a vencerem o Super Bowl e atuou em todos os 17 jogos da fase regular.

Sua adição compensa a perda de Joseph Ossai, que rumou para o New York Jets, e a situação incerta de Trey Hendrickson no mercado. Mafe oferece pressão consistente e contribui com tackles para perda de jardas e fumbles forçados.

Outros destaques da free agency NFL

A NFL viu diversas movimentações relevantes no período de tampering. O quarterback Tua Tagovailoa assinou contrato de um ano pelo mínimo veterano com o Atlanta Falcons após liberação pelo Miami Dolphins. O wide receiver Mike Evans deixou o Tampa Bay Buccaneers após 12 temporadas e acertou com o San Francisco 49ers por três anos.

O linebacker Devin Lloyd optou pelo Carolina Panthers em acordo de três anos. O center Tyler Linderbaum foi para o Las Vegas Raiders, enquanto o Pittsburgh Steelers adquiriu o wide receiver Michael Pittman Jr. via troca com o Indianapolis Colts e estendeu seu contrato.

Atualizações sobre Trey Hendrickson

O edge rusher Trey Hendrickson permanece sem definição clara no mercado de free agency. Atualizações indicam que o interesse por seus serviços não atingiu o patamar esperado por ele e seu agente, o que gera incerteza sobre seu futuro imediato.

Movimentações defensivas dos Bengals

Os Bengals priorizaram a defesa nos primeiros dias da janela. As chegadas de Cook e Mafe representam investimentos direcionados para melhorar a cobertura profunda e a pressão no quarterback adversário. A equipe perdeu peças importantes na linha defensiva, mas respondeu com contratações de alto nível.

Esses acertos ocorrem em um momento em que a defesa busca recuperação após desempenho inconsistente na temporada anterior. A combinação de experiência de playoffs de Cook e o ímpeto de Mafe deve gerar impacto imediato no esquema defensivo.

Perspectivas para o elenco defensivo

Com Cook na secundária e Mafe na linha de frente, os Bengals ganham opções versáteis para diferentes pacotes defensivos. A equipe agora conta com jogadores capazes de contribuir em múltiplas fases do jogo.

A defesa reforçada pode alterar a dinâmica da AFC North, divisão competitiva com rivais tradicionais. Os Bengals demonstram intenção de voltar a brigar por posições de destaque na conferência.

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