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Capcom desativa ray tracing em Resident Evil Requiem no PS5 Pro e irrita fãs

Resident Evil Requiem
Resident Evil Requiem - Reprodução/ Youtube

A Capcom lançou a atualização 1.11 para Resident Evil Requiem, que desativou o ray tracing em partes específicas do jogo no PS5 Pro. A mudança ocorreu na primeira área de exploração em Raccoon City, onde a tecnologia de iluminação global aprimorada foi removida. Jogadores relataram perda de realismo nos cenários urbanos, com reflexos e iluminação menos convincentes, o que gerou críticas na comunidade.

A medida resolveu problemas anteriores de artefatos visuais e ghosting que afetavam a clareza das imagens. Antes do patch, esses defeitos apareciam com frequência na mesma zona inicial, incomodando usuários do console aprimorado. A Capcom optou por desativar o recurso em vez de ajustar parâmetros, garantindo estabilidade e performance consistente.

A decisão gerou reações mistas entre os fãs. Muitos consideram a ausência do ray tracing um downgrade significativo, especialmente em um título otimizado para o hardware do PS5 Pro. Outros reconhecem que a troca melhorou a qualidade geral da imagem ao eliminar ruídos indesejados.

Mudança técnica na atualização 1.11

A atualização 1.11 focou em correções de progressão e melhorias de jogabilidade em várias plataformas. No PS5 Pro, o ajuste específico atingiu o ray tracing global illumination na área inicial de Raccoon City.

Analistas observaram que a remoção eliminou artefatos causados pelo denoiser da tecnologia. A performance permaneceu estável em 4K a 60 FPS com upscaling PSSR ativado.

Outras áreas do jogo mantiveram o ray tracing intacto. Seções posteriores, como ambientes internos e zonas de ação, continuam exibindo reflexos e iluminação realista sem interrupções.

A Capcom não comentou oficialmente sobre o motivo exato da desativação seletiva. Especialistas indicam que o problema estava ligado ao processamento do RE Engine em combinação com o hardware do PS5 Pro.

Reações da comunidade de jogadores

Jogadores expressaram frustração em fóruns e redes sociais pela perda de imersão visual na entrada do jogo. A cidade de Raccoon City, icônica na franquia, agora parece menos atmosférica sem os efeitos de ray tracing.

Comparações entre versões pré e pós-patch destacam diferenças claras em reflexos no chão e sombreamento dinâmico. Muitos pedem uma opção de toggle para escolher entre qualidade visual e estabilidade.

Parte da base de fãs defende a escolha da Capcom. A eliminação de glitches visuais melhorou a experiência geral, evitando distrações durante a exploração inicial.

Discussões técnicas apontam que o PS5 Pro ainda supera versões base em upscaling e taxa de quadros. O ray tracing desativado afeta apenas segmentos específicos, preservando vantagens em outras partes.

Outras melhorias e conteúdos futuros

A atualização incluiu correções para bloqueios de progressão em condições específicas. Jogadores relataram fluidez maior em mecânicas de combate e navegação após o patch.

A Capcom confirmou planos para expansão do jogo nos próximos meses. Conteúdo adicional inclui modo foto, mini-jogos surpresa e uma expansão narrativa paga.

O modo foto permitirá capturas personalizadas de cenas com Leon S. Kennedy. Mini-jogos devem chegar em maio, oferecendo variedade além da campanha principal.

A expansão de história promete aprofundar elementos do enredo. Detalhes permanecem limitados, mas o estúdio enfatiza suporte contínuo ao título.

Suporte contínuo ao PS5 Pro

O Resident Evil Requiem recebeu elogios iniciais pela otimização no PS5 Pro. Tecnologias como PSSR melhorado garantem imagens nítidas mesmo sem ray tracing em todas as áreas.

A Capcom mantém histórico de correções rápidas em problemas técnicos. Atualizações anteriores resolveram questões semelhantes em outros jogos da franquia.

Jogadores aguardam possível reversão ou ajuste fino no ray tracing. Uma solução híbrida poderia restaurar o recurso com opções de configuração.

O jogo continua rodando de forma sólida no console. A combinação de PSSR e performance em 60 FPS mantém o título como referência visual na geração atual.

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