A França derrotou o Brasil por 2 a 1 em amistoso internacional disputado na noite de quinta-feira no Gillette Stadium, em Foxborough, nos Estados Unidos. Kylian Mbappé abriu o placar com um golaço de cobertura aos 32 minutos do primeiro tempo. Hugo Ekitiké ampliou no segundo tempo e Bremer descontou para a seleção brasileira já na reta final da partida.
O time francês contou com nomes de peso desde o início, como Mbappé, Ousmane Dembélé e Michael Olise. Do lado brasileiro, o técnico Carlo Ancelotti escalou Rafinha, Vinicius Junior e Matheus Cunha entre os titulares. O confronto marcou o primeiro encontro entre as duas seleções em 11 anos e serviu como preparação para a Copa do Mundo de 2026.
- Mbappé recebeu passe preciso de Dembélé e encobriu o goleiro Ederson para marcar o primeiro gol.
- A França manteve o controle mesmo após a expulsão de Dayot Upamecano aos 55 minutos.
- Ekitiké definiu contra-ataque rápido aos 65 minutos com outra finalização por cobertura.
- Bremer aproveitou jogada aos 78 minutos e diminuiu o placar para 2 a 1.
Mbappé brilha e abre o placar com finalização precisa
O atacante francês Kylian Mbappé mostrou bom entrosamento com os companheiros de ataque. Ele aproveitou a recuperação de bola no campo de ataque e definiu com categoria após o passe de Dembélé. A jogada resumiu a velocidade e a qualidade técnica que o capitão francês tem apresentado na temporada.
Mesmo com o domínio inicial da França, o Brasil teve momentos de organização defensiva. Os jogadores brasileiros buscaram explorar os espaços pelos lados do campo com Rafinha e Vinicius. A seleção canarinho pressionou em alguns momentos, mas encontrou dificuldades para criar chances claras de gol no primeiro tempo.
🔥 VICTOIRE 2️⃣-1️⃣ !
— Equipe de France ⭐⭐ (@equipedefrance) March 26, 2026
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Expulsão de Upamecano altera dinâmica do jogo
Dayot Upamecano recebeu cartão vermelho direto aos 55 minutos do segundo tempo por impedir uma oportunidade clara de gol. A decisão da arbitragem deixou a França com dez jogadores em campo durante boa parte da etapa final. Apesar da desvantagem numérica, os franceses mantiveram a postura ofensiva.
O técnico Didier Deschamps ajustou a equipe após a expulsão. Os jogadores franceses priorizaram a compactação defensiva e exploraram contra-ataques rápidos. Essa estratégia permitiu que a seleção europeia seguisse controlando as principais ações da partida mesmo em inferioridade.
Hugo Ekitiké entrou como peça importante no ataque francês. Ele se movimentou bem entre os zagueiros brasileiros e aproveitou a velocidade dos companheiros. O gol dele aos 65 minutos surgiu após longo contra-ataque puxado por Michael Olise.
Ekitiké amplia vantagem em contra-ataque rápido
O segundo gol da França veio de jogada veloz. Olise progrediu pela meia-cancha e serviu Ekitiké, que finalizou de primeira e encobriu o goleiro novamente. A definição por cobertura mostrou frieza do atacante em momento decisivo do amistoso. A França ampliou para 2 a 0 e seguiu administrando a vantagem.
O Brasil reagiu nos minutos seguintes e aumentou a pressão sobre a defesa francesa. Os jogadores brasileiros buscaram o ataque com mais intensidade e criaram algumas situações perigosas. Bremer conseguiu diminuir o placar aos 78 minutos após receber bom passe dentro da área.
Bremer desconta mas Brasil não consegue empatar
O gol de Bremer deu novo ânimo à seleção brasileira nos minutos finais. O time de Ancelotti avançou em busca do empate e criou oportunidades com as entradas de João Pedro e outras alterações. A França, mesmo com um homem a menos, se fechou bem e evitou novas finalizações perigosas.
Os franceses seguraram o resultado até o apito final. A vitória por 2 a 1 representou um bom teste para a equipe de Deschamps em preparação para compromissos futuros. O Brasil terminou o jogo com maior posse de bola, mas não conseguiu superar a organização defensiva adversária.
Destaques individuais marcam o amistoso nos Estados Unidos
Mbappé e Ekitiké foram os principais nomes da partida pelo lado francês. Os dois atacantes marcaram com finalizações de alta qualidade e mostraram entrosamento com o meio-campo. Dembélé e Olise também contribuíram com assistências decisivas nas ações ofensivas.
Do lado brasileiro, Bremer se destacou ao marcar o gol de honra. Outros jogadores como Rafinha e Vinicius buscaram criar jogadas, mas enfrentaram marcação cerrada. O goleiro Ederson realizou defesas importantes durante o confronto, embora tenha sido vazado duas vezes por chutes colocados.
O amistoso ocorreu no mesmo estádio onde a França disputará um jogo da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. A presença de 66 mil espectadores, com maioria torcendo para o Brasil, criou boa atmosfera para o encontro entre duas potências do futebol mundial.
Equipes mostram opções para a Copa do Mundo de 2026
A França testou variações táticas e confirmou a força do seu ataque mesmo em situação de desvantagem numérica. O Brasil utilizou o jogo para observar o comportamento da equipe contra um adversário de alto nível. Ambas as seleções utilizaram o amistoso para ajustar detalhes antes de compromissos mais decisivos ao longo do ano.
Mudanças no segundo tempo incluíram a entrada de Kanté pelo Brasil. As substituições buscaram refrescar o meio-campo e dar maior presença ofensiva. A França administrou o tempo restante com trocas pontuais que reforçaram a defesa.
O resultado final ficou em 2 a 1 para a França. A vitória veio apesar da expulsão e reforçou a capacidade da equipe europeia em lidar com adversidades. O Brasil segue com trabalho de preparação sob comando de Carlo Ancelotti visando melhorar o desempenho coletivo.