O destino do nosso sistema solar e de todo o ambiente estelar ao redor acaba de ganhar contornos mais definitivos. Pesquisas astronômicas atualizadas apontam uma probabilidade de 90% de colisão frontal com a galáxia vizinha. O evento transformará completamente o céu noturno visível da Terra. As duas maiores estruturas do grupo local caminham para uma fusão irreversível.
O satélite Gaia forneceu medições precisas sobre os movimentos próprios das estrelas distantes. Esses números alimentaram simulações computacionais complexas que projetam o comportamento gravitacional pelos próximos 10 bilhões de anos. Os halos invisíveis de matéria escura que envolvem ambas as espirais gigantes já começaram a interagir no espaço profundo. A velocidade atual supera 100 quilômetros por segundo. Cientistas calculam que o choque principal ocorrerá em aproximadamente 6,5 bilhões de anos.
Interação invisível antecipa o choque principal das espirais
A distância que separa as duas formações estelares gigantescas mede cerca de 2

