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WhatsApp ganha versão paga em fase inicial com figurinhas e toques exclusivos

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Whatsapp - Foto: JarTee / Shutterstock.com

A Meta começou a testar uma assinatura paga para o WhatsApp. O plano, chamado WhatsApp Plus, libera recursos extras de personalização para quem optar pelo pagamento mensal. Usuários comuns continuam com acesso gratuito às funções principais do aplicativo.

O rollout ainda é limitado. Testes ocorrem em versões beta para Android em alguns mercados, como Europa e México. Uma lista de espera já aparece para interessados. A empresa oferece período de teste gratuito de 30 dias em alguns casos para que usuários avaliem antes de confirmar a assinatura.

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Whatsapp – Alex Photo Stock/shutterstock.com

Recursos premium incluem mais opções de customização

O WhatsApp Plus expande o limite de conversas fixadas no topo da lista. Quem assina passa de três para até 20 chats prioritários. Isso ajuda quem gerencia muitas conversas ao mesmo tempo.

Temas globais permitem mudar a aparência geral do aplicativo. Ícones de atalho na tela inicial do celular também ficam personalizáveis. A biblioteca de figurinhas ganha opções animadas com efeitos visuais exclusivos.

  • Alertas e toques personalizados para contatos ou grupos específicos
  • Biblioteca expandida de adesivos com animações de alta qualidade
  • Temas completos para interface do app
  • Ícones customizados na home screen
  • Fixação de até 20 conversas no topo da lista

Esses itens focam em estética e organização. Mensagens de texto, chamadas de voz e vídeo, além da criptografia de ponta a ponta, seguem gratuitos e sem restrições para todos.

Preço varia por região nos testes iniciais

Na Europa, o valor mensal fica em torno de 2,49 euros. No México, testes mostram cerca de 29 pesos. Conversões aproximadas levam a algo entre R$ 8 e R$ 15 dependendo do câmbio e do país. A cobrança é mensal e pode ser cancelada a qualquer momento.

A Meta ainda não definiu o preço final para o Brasil. O modelo segue a estratégia já vista em outros serviços da empresa. Funções básicas não mudam com a assinatura. Quem não pagar continua usando o app normalmente.

Estratégia da Meta para diversificar receitas

A assinatura chega em um momento de expansão de opções pagas pela companhia. Planos semelhantes são testados no Instagram e no Facebook com foco em ferramentas extras. No WhatsApp, o Plus prioriza customização em vez de recursos profissionais.

O WABetaInfo identificou as mudanças nos códigos do aplicativo e na central de ajuda. Capturas de tela mostram telas de assinatura e benefícios listados. A Meta confirma testes pequenos para coletar feedback antes de ampliar o acesso.

O que permanece igual na versão gratuita

Todas as conversas seguem protegidas por criptografia de ponta a ponta. O envio de arquivos, chamadas e status não sofre alterações. O plano pago não remove anúncios em Status ou Canais, pelo menos nos detalhes iniciais divulgados.

Usuários do WhatsApp Business não fazem parte dessa fase de testes. O foco atual está em contas pessoais comuns. A empresa evita impacto em ferramentas já usadas por empresas.

Próximos passos e disponibilidade

A Meta planeja expandir gradualmente os testes. Versão para iOS deve chegar depois. No Brasil, ainda não há data para liberação, mesmo em beta.

Quem quiser participar da lista de espera pode verificar a seção de configurações na versão beta do app. A assinatura será opcional e não afetará o uso diário da maioria das pessoas.

O movimento reflete a busca por novas fontes de receita sem comprometer o acesso gratuito ao mensageiro mais usado no mundo. Detalhes finais, como preço exato no Brasil e rollout completo, devem surgir nas próximas semanas conforme o feedback dos testes.

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