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Milan inclui Kaká, Ancelotti e Gullit como maiores meio-campistas da história

Kaká jogando pelo Milan
Kaká jogando pelo Milan - Paolo Bona / Shutterstock.com

O AC Milan anunciou nesta quinta-feira a inclusão de três meio-campistas no Hall da Fama do clube. A escolha partiu de votação entre os torcedores. Carlo Ancelotti, Ruud Gullit e o brasileiro Kaká passam a integrar a lista dos maiores da história rossonera.

A decisão completa a segunda leva de homenageados. O clube criou o Hall da Fama para celebrar os 125 anos de fundação. Antes, Franco Baresi recebeu o título de membro honorário. Depois vieram os atacantes Filippo Inzaghi, Andriy Shevchenko e Marco van Basten.

Torcedores definem os três melhores meio-campistas

A votação ocorreu em duas fases ao longo de março e abril. O Milan abriu consulta com 30 nomes de diferentes épocas. Os fãs selecionaram os que mais representam os valores do clube dentro e fora de campo. No final, Ancelotti, Gullit e Kaká receberam os votos necessários.

  • Carlo Ancelotti atuou como meia técnico no time de Arrigo Sacchi
  • Ruud Gullit brilhou com força física e técnica, eleito Ballon d’Or em 1987
  • Kaká encantou com velocidade e visão de jogo, conquistou o Ballon d’Or em 2007

O trio se junta agora aos nomes já eleitos. A cerimônia começa no domingo, 26 de abril, antes do jogo contra a Juventus em San Siro. Gullit deve receber o troféu primeiro, fabricado pela Tiffany & Co. Os outros dois receberão a homenagem em data posterior.

Kaká revive títulos da Champions de 2007

O brasileiro vestiu a camisa 22 do Milan entre 2003 e 2009. Ele participou da campanha vitoriosa da Liga dos Campeões em 2007. Na final contra o Liverpool, em Atenas, Kaká deu assistência e comandou o meio-campo. O time venceu por 2 a 1 e levantou a taça.

Kaká chegou ao clube vindo do São Paulo. Ele se adaptou rápido ao futebol europeu. Suas arrancadas e passes precisos marcaram uma geração. O meia ainda ajudou o Milan a conquistar o Mundial de Clubes no mesmo ano.

O anúncio reforça o legado deixado por ele. Muitos torcedores lembram das jogadas que decidiram grandes partidas. Kaká soma títulos importantes na Itália e na Europa.

Ancelotti e Gullit completam o time ideal

Carlo Ancelotti atuou pelo Milan de 1987 a 1992. Ele se destacou pela inteligência tática. Sob o comando de Sacchi, o meia ajudou a formar o meio-campo que dominou a Europa. Ancelotti depois virou treinador de sucesso, mas o clube agora homenageia sua fase como jogador.

Ruud Gullit chegou ao Milan em 1987. O holandês combinava força, habilidade e liderança. Ele conquistou a Bola de Ouro logo no primeiro ano. Gullit venceu duas Champions League com o clube e deixou marca em finais históricas.

Os três nomes representam épocas diferentes. Ancelotti veio da era Sacchi. Gullit brilhou nos anos 80 e 90. Kaká marcou os anos 2000. Juntos, eles formam o que o Milan considera o melhor meio-campo da história.

Cerimônia inicia no próximo domingo em San Siro

A entrega do troféu ocorre dentro de campo. O público presente no estádio vai acompanhar o momento com Gullit. O objeto simboliza excelência e elegância duradoura. O clube planeja eventos adicionais para Ancelotti e Kaká.

O Hall da Fama apresentado pela Emirates continua a ser preenchido. Nas próximas etapas, o foco deve ir para defensores e goleiros. O objetivo é criar um time completo com as maiores lendas rossoneras.

  • Franco Baresi (membro honorário)
  • Filippo Inzaghi, Andriy Shevchenko e Marco van Basten (atacantes)
  • Carlo Ancelotti, Ruud Gullit e Kaká (meio-campistas)

A iniciativa celebra o passado e aproxima o clube dos torcedores. A votação mostrou o carinho do público por esses ídolos. O Milan segue valorizando quem construiu a história de títulos e glórias.

Legado do trio ultrapassa os gramados

Ancelotti, Gullit e Kaká influenciaram gerações além dos gols e assistências. Eles incorporam dedicação, talento e identificação com a camisa. O clube destacou que os eleitos representam os valores rossoneri em todos os momentos.

Kaká, em especial, carrega o orgulho brasileiro no Milan. Ele foi o último sul-americano a ganhar o Ballon d’Or antes de uma longa espera. Sua passagem ajudou a manter o clube competitivo na Europa.

O anúncio chegou em um momento de reflexão sobre a identidade do time. O Hall da Fama serve como ponte entre eras diferentes. Torcedores antigos e novos podem rever os feitos desses jogadores.

O Milan planeja mais homenagens nos próximos anos. A estrutura permite incluir outras posições de forma gradual. Por enquanto, o foco está na classe de 2026, que já reúne nomes de peso.

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