Irmão de Anna Kepner é acusado de homicídio e abuso sexual em navio de cruzeiro

Anna Kepner

Anna Kepner - Instagram/@anna.kepner16

O meio-irmão de Anna Kepner, personalidade conhecida nos Estados Unidos, foi acusado formalmente de homicídio e abuso sexual grave cometidos a bordo de um navio de cruzeiro. Segundo documentos judiciais, T.H. foi preso em fevereiro de 2026 e enfrentará julgamento como adulto pelos crimes ocorridos durante viagem em novembro de 2025. A vítima era uma adolescente de 18 anos que viajava com a família no Carnaval Horizon, embarcação que navegava em direção a Miami, na Flórida.

O corpo da jovem foi descoberto em uma cabine compartilhada com outros passageiros. Segundo relatório do Departamento de Investigação de Miami, a morte foi causada por asfixia mecânica. O navio estava em águas internacionais quando o incidente ocorreu, o que permitiu que autoridades federais americanas assumissem a investigação e a jurisdição do caso.

Prisão e acusações formais

T.H. foi identificado como suspeito logo após a descoberta do corpo em novembro de 2025. A prisão ocorreu em fevereiro de 2026, quando compareceu perante tribunal em Miami e negou as acusações. O juiz responsável pelo caso autorizou que o jovem permanecesse sob monitoramento eletrônico enquanto aguarda julgamento, permitindo que resida com seu padrasto, Devon Jiskes, em Deerfield Beach.

As acusações incluem homicídio em primeiro grau e abuso sexual agravado. Conforme documentos da promotoria, a vítima foi submetida a violência sexual intencional durante a viagem familiar. O acusado utilizava uma pulseira eletrônica com GPS para monitoramento contínuo, além de estar proibido de manter contato com menores de idade e de trabalhar em ambientes onde pudesse estar próximo a crianças.

Medidas judiciais e restrições impostas

O tribunal estabeleceu condições rigorosas para a liberdade provisória de T.H. Seu advogado solicitou ajustes nas restrições de liberdade, argumentando que o cliente precisava viajar para cumprir compromissos religiosos e laborais. A defesa também pediu que a mãe do acusado supervisionasse o monitoramento durante ausências do padrasto.

Inicialmente, as autoridades se opuseram a qualquer flexibilização das medidas. Porém, dias depois, o Departamento de Investigação de Miami solicitou a revogação da prisão preventiva. Essa mudança de posicionamento gerou preocupações sobre a segurança pública. O juiz ainda não proferiu decisão final sobre as petições de ajuste das condições de liberdade.

Cronologia do crime e investigação

A investigação começou imediatamente após a descoberta do corpo. O acusado foi nomeado como suspeito em novembro de 2025 e compareceu à delegacia de Miami em fevereiro de 2026, quando negou participação nos crimes. O tribunal determinou sua transferência para o sistema de justiça de adultos, considerando a gravidade das acusações.

  • T.H. utilizava pulseira eletrônica com rastreamento por GPS durante a viagem.
  • Estava proibido de manter contato com menores de idade e de trabalhar em locais com crianças.
  • Residia na casa do padrasto Devon Jiskes em Deerfield Beach, Flórida.
  • O advogado de defesa solicitou ajustes nas restrições de liberdade provisória.
  • A mãe do acusado pediu supervisão das ausências do padrasto.

Impacto na família e repercussão

A mãe de Anna Kepner, Heather White, manifestou apoio à acusação formal contra o filho adulto. Ela expressou esperança de que justiça fosse feita no caso. Anna Kepner é conhecida como apresentadora de televisão e ativista em programas educacionais, tendo se destacado por seu trabalho em escolas de ensino fundamental e médio.

A família acompanha o processo desde o início. Documentos da custódia revelam que as relações entre os pais de T.H. já eram tensas antes do crime. O caso permanece em andamento no tribunal do sul da Flórida, com a próxima audiência prevista para análise das petições de ajuste das medidas cautelares.