A agência espacial norte-americana atingiu um marco operacional inédito ao transferir 484 gigabytes de informações da órbita lunar para bases terrestres. O procedimento ocorreu na missão Artemis II. A operação utilizou um sistema avançado de comunicação a laser em larga escala. A tecnologia substitui métodos tradicionais. O sucesso do envio estabelece uma base técnica sólida para a completa reestruturação das redes de contato no espaço profundo. Especialistas avaliam o impacto da mudança. O método altera definitivamente a viabilidade de futuras expedições tripuladas com destino a Marte.
O equipamento responsável pelo feito histórico recebe o nome técnico de Sistema de Comunicações Ópticas Orion Artemis II. O Laboratório Lincoln desenvolveu a tecnologia. A instituição é vinculada ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts. O sistema funciona com feixes de luz infravermelha invisível. A estrutura operou de maneira ininterrupta e estável durante os dez dias de duração da viagem espacial ao redor do satélite natural. As taxas de transferência atingiram a marca de 260 megabits por segundo. O fluxo ocorreu em múltiplas conexões simult

