Bolsa Família junho 2026: pagamentos começam no dia 17

Bolsa família

Bolsa família - Foto: Pamela Marciano / Shutterstock.com

O pagamento do Bolsa Família de junho de 2026 começa na próxima segunda-feira, dia 17, e se estende até o dia 30, sempre conforme o final do Número de Identificação Social (NIS) de cada beneficiário.

A ordem dos depósitos obedece ao último dígito do NIS, que vai do 1 ao 0. Esse número está impresso no cartão do programa e determina exatamente em qual dia o recurso será creditado na conta.

O programa mantém a tradição de realizar os repasses nos dez últimos dias úteis do mês. Apenas em dezembro o calendário é antecipado, encerrando geralmente no dia 23.

Calendário completo do Bolsa Família em junho de 2026

  • NIS final 1: 17 de junho
  • NIS final 2: 18 de junho
  • NIS final 3: 19 de junho
  • NIS final 4: 22 de junho
  • NIS final 5: 23 de junho
  • NIS final 6: 24 de junho
  • NIS final 7: 25 de junho
  • NIS final 8: 26 de junho
  • NIS final 9: 29 de junho
  • NIS final 0: 30 de junho

Beneficiários que moram em municípios declarados em situação de emergência ou calamidade pública recebem o valor já no primeiro dia do calendário, independentemente do NIS.

Valor do benefício e adicionais em 2026

O Bolsa Família garante o mínimo de R$ 600 por família. O cálculo parte da Renda de Cidadania, que paga R$ 142 por pessoa, complementado até atingir o piso quando necessário.

Famílias com crianças de até 6 anos recebem o Benefício Primeira Infância (BPI) de R$ 150 por criança. Gestantes, nutrizes e jovens de 7 a 18 anos incompletos têm direito ao Benefício Variável Familiar (BVF) de R$ 50 por pessoa. Em alguns casos, o total pode ultrapassar R$ 1.000 por mês.

Como consultar e manter o benefício

Para saber a data exata, o beneficiário deve verificar o final do NIS no cartão ou no aplicativo Caixa Tem. É importante manter o Cadastro Único atualizado a cada dois anos ou sempre que houver mudança na renda, endereço ou composição familiar.

O programa atende milhões de famílias em todo o país e continua sendo uma das principais políticas de transferência de renda do governo federal.