A Princesa de Gales esteve em Manchester no dia 4 de junho de 2026 para visitar o The Christie, um dos principais centros de tratamento de câncer do Reino Unido. Catherine se encontrou com pacientes e profissionais de saúde para conhecer de perto o trabalho de terapias complementares ao lado do tratamento clínico convencional.
A escolha do colar de lápis-lazúli da Astley Clarke não foi aleatória. A peça, com pedra azul profunda, estreou em compromissos virtuais durante o lockdown da Covid-19 e se tornou uma favorita do dia a dia da princesa. Quatro anos atrás, ela a usou novamente na cidade ao lado do príncipe William para inaugurar o memorial Glade of Light, em homenagem às 22 vítimas do atentado na Manchester Arena.
Acessórios com duplo significado
Além do colar, Catherine usou brincos de abelha da Vanleles, símbolo da cidade de Manchester que representa resiliência e trabalho coletivo. Ela já havia usado o acessório na mesma ocasião do memorial em 2022. O vestido azul Eponine London também dialoga com a cor oficial do NHS, o sistema de saúde público britânico.
A visita ganhou tom emocional. Testemunhas relataram momentos de conexão forte entre a princesa e pacientes, reforçando a mensagem de que o cuidado com o bem-estar integral faz diferença no enfrentamento da doença.
Por que a joia importa
O lápis-lazúli é uma pedra associada historicamente a cura, sabedoria e serenidade — qualidades que ecoam tanto na jornada pessoal de Catherine com o câncer quanto no trabalho diário do The Christie. Ao repetir a peça em Manchester, a princesa une três fios: sua recuperação, o apoio à cidade marcada pelo terrorismo e o apoio ao sistema de saúde que atende milhares de pacientes com câncer.
Essa combinação de simbolismo pessoal e local reforça o papel da família real em causas de saúde pública e demonstra como pequenos detalhes no visual podem carregar narrativas profundas.