O ex-tenista Roger Federer, que possui 20 títulos de Grand Slam, não faz mais parte da lista de bilionários da Forbes desde 11 de agosto de 2026. A avaliação da fortuna do suíço atingiu US$ 952,4 milhões, o equivalente a cerca de R$ 4 bilhões, impactada pela desvalorização significativa das ações da On Holding, empresa suíça de artigos esportivos na qual ele detém participação acionária. Mesmo que seu patrimônio em reais ainda o coloque como bilionário, a classificação da Forbes utiliza o dólar como padrão, moeda central para negócios financeiros internacionais.
Com 44 anos e aposentado do esporte desde 2022, Federer possui uma fatia de cerca de 2,5% da On, conforme estimativas da revista Forbes. Essa participação na companhia foi um dos elementos cruciais para que o patrimônio do antigo atleta alcançasse a marca de US$ 1 bilhão no ano de 2025.
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Ao longo de 24 anos de sua carreira, Federer conseguiu arrecadar aproximadamente US$ 131 milhões, cerca de R$ 678 milhões, apenas em premiações. Fora das quadras, o ex-jogador também consolidou sua riqueza através de diversos contratos de patrocínio e publicidade.
As ações da On registravam um declínio de aproximadamente 19% por volta das 12h30, horário de Nova Iorque. Devido a essa queda no valor de mercado, o patrimônio de Federer diminuiu em, no mínimo, US$ 52 milhões.
A retração nos valores dos papéis da empresa ocorreu após a divulgação dos resultados do segundo trimestre da On, que ficaram aquém das projeções do mercado financeiro. A companhia reportou uma receita líquida de 850,4 milhões de francos suíços, aproximadamente R$ 5 bilhões, representando um aumento de 13% em comparação com o ano anterior, mas ainda assim inferior aos 878,4 milhões de francos suíços esperados pelos analistas.

