A Chevrolet lançou a Spin LTZ 2027 no mercado brasileiro com configuração de cinco lugares pelo valor inicial de R$ 153.990. A montadora direcionou a minivan para consumidores focados em espaço interno e manteve a oferta do motor 1.8 flex acoplado à transmissão automática de seis marchas.
A minivan segue em produção contínua.
A quantia cobrada de R$ 153.990 coloca a nova configuração acima de versões de topo de compactos como Tera, Avenger e Sonic. No mesmo patamar financeiro atuam modelos de entrada como T-Cross, Creta e Renegade. O entre-eixos de 2,62 metros preserva a área para os ocupantes da segunda fileira.
Capacidade interna supera modelos rivais no segmento
O compartimento de bagagem oferece 710 litros de capacidade padrão e alcança até 756 litros com o deslocamento dos bancos traseiros instalados sobre trilhos corrediços. Esse volume supera concorrentes diretos da categoria familiar, a exemplo do Citroën Aircross, cujo bagageiro comporta 493 litros.
A flexibilidade interior permite rebater os assentos traseiros de maneira integral ou bipartida. Essa modularidade transforma a área traseira em um baú amplo para o transporte de cargas volumosas. A General Motors adotou no modelo a mecânica 1.8 aspirada de oito válvulas que entrega 111 cavalos de potência com etanol e 106 cavalos com gasolina, gerenciada por uma transmissão automática de seis marchas com calibração voltada para economia.
Histórico do conjunto mecânico inclui parceria com a Fiat
O propulsor 1.8 flex rende 17,7 kgfm de torque com combustível vegetal e 16,8 kgfm com derivado de petróleo. O projeto descende da família de motores Família 1 da General Motors, desenvolvida internacionalmente em 1979 e introduzida no Brasil em 1994 na linha Corsa com variações 1.0 e 1.4 de oito válvulas.
Durante os primeiros anos da década de 2000, o bloco cresceu para 1.8 litro nas linhas Meriva e Montana, chegando a equipar veículos da Fiat por meio de uma parceria entre montadoras:
- Fiat Palio
- Fiat Siena
- Fiat Punto
- Fiat Idea
- Fiat Stilo
A Spin estreou no mercado em 2012 sob o emblema Econoflex e completou 14 anos de trajetória comercial. Quatro anos depois, em 2016, a marca rebatizou o motor como SPE/4. Em 2025, o propulsor passou por ajustes técnicos para atender limites de emissão e ficou 11% mais econômico.
Equipamentos de segurança e itens tecnológicos da cabine
A cabine da linha 2027 repete a arquitetura encontrada em modelos como Onix, Tracker e na picape S10. A instrumentação digital opera em visor colorido de 8 polegadas ao lado da central de entretenimento com tela de 11 polegadas, compatível com espelhamento sem fio de Android Auto e Apple CarPlay.
O console central reúne entradas USB do tipo A e do tipo C para recarga de aparelhos eletrônicos. No compartimento traseiro, a fabricante instalou dois conectores elétricos, mas omitiu difusores de ventilação para a segunda fileira. Na segurança ativa e passiva, a minivan traz seis airbags, frenagem autônoma de emergência, sensor de estacionamento e câmera de ré digital.
Acessórios originais e valores cobrados pela montadora
Os assentos trazem revestimento combinado entre tecido convencional e material sintético.
A Chevrolet oferece como opcionais um tapete protetor de porta-malas reforçado por R$ 667 adicionais. A iluminação em LED para o compartimento de carga sai por R$ 495 na rede de concessionárias.

