A família de Luciano Huck e Angélica está vivendo dias de profunda tristeza com a perda de dois de seus queridos cachorros, Ziggy e Pupu, em um intervalo de poucas horas. Na noite de quarta-feira, 26 de fevereiro, o apresentador do “Domingão” usou suas redes sociais para anunciar a morte de Ziggy, um border collie que fazia parte da casa há mais de 13 anos. O cão faleceu pouco mais de um mês após ser vítima de um ataque de uma cobra jararaca, lutando bravamente contra os efeitos do veneno. Horas antes, Angélica já havia compartilhado a notícia do falecimento de Pupu, outro pet da família, que viveu 15 anos ao lado deles.
Luciano emocionou seus seguidores com um texto cheio de carinho e memórias sobre Ziggy, a quem descreveu como “o líder da matilha” e seu fiel companheiro. Angélica, por sua vez, também publicou uma homenagem tocante, chamando-o de “pepeto” e destacando a dor de se despedir. A sequência de perdas abalou o casal, conhecido pelo amor incondicional que dedica aos animais de estimação, parte essencial de sua rotina e de sua família.
A morte de Ziggy e Pupu gerou uma onda de solidariedade entre fãs e amigos famosos, como o apresentador Marcos Mion, que deixou mensagens de apoio nas redes do casal. O momento difícil reflete o apego especial que Luciano e Angélica têm por seus pets, frequentemente vistos em momentos descontraídos em programas de TV e nas redes sociais.
O ataque da jararaca e a luta de Ziggy
No início de janeiro, Ziggy enfrentou um incidente grave que marcaria seus últimos dias. O cachorro, então com 13 anos, foi atacado por uma cobra jararaca, uma das espécies mais comuns e perigosas do Brasil, conhecida por seu veneno hemotóxico, que pode causar danos graves aos tecidos e ao sistema circulatório. A família agiu rapidamente, levando o animal para atendimento veterinário especializado. A médica responsável pelo caso informou, na época, que Ziggy havia sobrevivido ao ataque inicial, o que trouxe alívio temporário ao casal.
Apesar da recuperação inicial, os efeitos do veneno parecem ter deixado sequelas que o cão não conseguiu superar. Luciano relatou que Ziggy lutou bravamente por mais de um mês, resistindo até o limite de suas forças. A despedida, segundo o apresentador, foi tranquila, com o cachorro partindo em paz, cercado pelo carinho da família que o acolheu desde filhote. A resistência de Ziggy impressiona, já que, para um animal de sua idade, enfrentar um envenenamento tão severo é um desafio imenso.
A jararaca é responsável por cerca de 70% dos casos de acidentes ofídicos no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, o que reforça a gravidade do episódio vivido por Ziggy. A rápida intervenção veterinária é essencial nesses casos, mas nem sempre garante a recuperação total, especialmente em animais idosos ou com saúde fragilizada.
Pupu: a perda inesperada que abalou a família
Enquanto Ziggy enfrentava as consequências do ataque da cobra, outra perda pegou o casal de surpresa. Pupu, uma cadelinha de 15 anos, faleceu no mesmo dia, horas antes de Ziggy. Angélica compartilhou a notícia com um texto emocionado, descrevendo o choque e a tristeza de perder um ser tão pequeno, mas que enchia a casa de alegria. A apresentadora destacou os hábitos carinhosos de Pupu, como o jeito de se chacoalhar ao vê-la chegar em casa e a resposta ao chamado de “xiiiinhoooo”, apelido carinhoso que ela adorava.
A morte de Pupu não teve uma causa detalhada revelada por Angélica, mas a idade avançada da cadelinha sugere que pode ter sido por motivos naturais. Aos 15 anos, ela já havia ultrapassado a expectativa média de vida de muitas raças de pequeno porte, que gira em torno de 12 a 15 anos. A partida repentina ampliou o luto da família, que ainda se preparava para a possibilidade de perder Ziggy.
O impacto emocional foi evidente nas palavras de Angélica, que agradeceu pelos anos de convivência e lamentou a ausência que sentiria ao voltar para casa. A conexão da apresentadora com seus animais é conhecida há tempos, e a perda de Pupu reforça o quanto esses pets são parte integrante da vida do casal e de seus filhos.
Uma família apaixonada por pets
Luciano Huck e Angélica sempre fizeram questão de mostrar o amor que têm por seus cachorros, que frequentemente aparecem em momentos marcantes de suas vidas públicas e privadas. Ziggy, por exemplo, já havia roubado a cena em edições do “Caldeirão do Huck”, exibidas anos atrás, quando o programa era gravado na casa da família durante a pandemia. O border collie, descrito como esperto e brincalhão, era um presente dado por Angélica a Luciano há mais de 13 anos, chegando como filhote em uma caixa de papelão.
A história de Ziggy começou de forma curiosa, com o cachorro rolando em seus próprios resíduos ao ser entregue ao apresentador, um momento que Luciano relembrou com humor e carinho em sua homenagem. Desde então, ele se tornou uma figura central na matilha da família, que já contou com outros nomes queridos como Lora, Preta, Obama, Gringa e a própria Pupu. Esses animais não são apenas pets, mas membros da família, compartilhando o dia a dia com os filhos do casal, Joaquim, Benício e Eva.
A paixão por cachorros também já trouxe outros capítulos emocionantes para a vida do casal. Em 2017, eles lamentaram a morte de Babbo, um filhote de leão-da-rodésia que haviam ganhado durante uma gravação do “Caldeirão”. Babbo faleceu com apenas dois meses, deixando Angélica particularmente abalada. Mais recentemente, em janeiro deste ano, a família perdeu Lora, outra cadelinha que Angélica descreveu como “guerreira até o fim”.
Cronologia das perdas recentes na família Huck
As últimas semanas têm sido especialmente desafiadoras para Luciano e Angélica, marcadas por uma série de despedidas de seus animais de estimação. A sequência de perdas reflete tanto o apego da família por seus pets quanto a inevitabilidade do ciclo da vida, especialmente em uma casa com vários cachorros de idades avançadas. Veja os eventos mais recentes:
- Janeiro: Lora, uma das cadelas da família, falece, deixando o casal em luto. Dias depois, Ziggy é atacado por uma jararaca, mas sobrevive inicialmente com atendimento veterinário.
- Fevereiro: Pupu, aos 15 anos, morre de forma inesperada na manhã ou tarde de 26 de fevereiro. Horas depois, na mesma noite, Ziggy também parte, após semanas lutando contra os efeitos do veneno.
Esses acontecimentos seguidos intensificaram a dor de Luciano e Angélica, que enfrentam agora um vazio deixado por dois companheiros de longa data. A proximidade das perdas torna o momento ainda mais delicado para a família.
O impacto emocional das despedidas
Perder um animal de estimação é uma experiência que ressoa profundamente com muitas pessoas, e para Luciano Huck e Angélica não é diferente. O apresentador destacou em sua postagem que os cachorros são parte essencial da família, comparando a dor da perda a um pedaço que se vai. Angélica, por sua vez, expressou a dificuldade de lidar com a ausência física de Ziggy e Pupu, enfatizando os pequenos gestos que tornavam cada um deles especial.
A reação dos fãs nas redes sociais mostra como esse luto é compartilhado. Muitos deixaram mensagens de apoio, relatando suas próprias experiências com a perda de pets e reconhecendo o vínculo especial que o casal tinha com seus animais. Celebridades como Marcos Mion também se solidarizaram, reforçando o quanto Ziggy era querido por quem acompanhava a família de perto ou de longe.
Estudos apontam que a morte de um animal de estimação pode gerar um luto semelhante ao de uma perda humana, especialmente em lares onde os pets têm papéis centrais. Para Luciano e Angélica, que criaram seus filhos cercados por esses companheiros, o impacto emocional é ainda mais significativo.
Ziggy: o líder que marcou a matilha
Quando chegou à casa de Luciano e Angélica, Ziggy era apenas um filhote agitado e desajeitado. Com o tempo, ele cresceu para se tornar o “mais sábio” e o líder entre os cachorros da família, como descreveu o apresentador. Louco por bolinhas e apaixonado pelas crianças, o border collie conquistou a todos com sua personalidade brincalhona e afetuosa. Sua presença era tão marcante que Luciano o chamava de “o meu”, evidenciando o vínculo especial entre os dois.
A raça border collie, conhecida por sua inteligência e energia, parecia refletir a essência de Ziggy. Ele adorava o jardim da casa, onde passava boa parte do tempo, e até apareceu em momentos descontraídos na TV, como quando invadiu uma gravação do “Caldeirão” em 2020. Sua resistência ao ataque da jararaca, mesmo em uma idade avançada, demonstra a força que o acompanhou até o fim.
A despedida de Ziggy foi um golpe duro para a família, que ainda se recuperava da perda de Pupu. Luciano destacou que o cachorro teve tempo de se despedir, partindo em paz após uma luta intensa, o que trouxe um certo consolo em meio à tristeza.
Pupu: o pequeno anjo de 15 anos
Diferente de Ziggy, Pupu era um ser pequeno, mas com uma presença que preenchia a casa. Angélica a descreveu como um “anjo” que trouxe alegria durante seus 15 anos de vida. A cadelinha tinha manias adoráveis, como se chacoalhar ao ver a apresentadora chegar e responder ao chamado carinhoso de “xiiiinhoooo”. Esses detalhes, simples na rotina, são os que mais deixam saudade, como ela mesma relatou.
A morte súbita de Pupu pegou a família desprevenida, ampliando o peso emocional do dia 26 de fevereiro. Enquanto Ziggy já vinha enfrentando um quadro delicado, a partida de Pupu foi um susto, como Angélica descreveu. A longevidade da cadelinha, que viveu bem acima da média para muitos cães, é um testemunho do cuidado que recebia em casa.
Agora, Luciano e Angélica lidam com o vazio deixado por dois companheiros que marcaram suas vidas de formas distintas, mas igualmente profundas. A matilha da família, que já foi numerosa e cheia de energia, sente a ausência desses membros tão queridos.