Celebridades

Fabiana Justus celebra 1 ano de transplante de medula com emoção e gratidão no Rio

Fabiana Justus comemora transplante
Fabiana Justus comemora transplante - Foto: Instagram Fabiana Justus comemora transplante - Foto: Instagram

Fabiana Justus, influenciadora digital e filha do empresário Roberto Justus, emocionou seus seguidores ao comemorar, nesta sexta-feira, o primeiro ano desde o transplante de medula óssea que mudou sua vida. Em um relato publicado nas redes sociais, a empresária de 37 anos abriu o coração sobre os desafios enfrentados após ser diagnosticada com leucemia mieloide aguda, um tipo agressivo de câncer no sangue, e a jornada de superação que a levou até esse marco. Acompanhada de fotos e vídeos do dia da infusão, realizada em 27 de março de 2024, Fabiana destacou a gratidão ao doador anônimo que a salvou e o apoio incondicional da família e dos fãs. Hoje, vivendo no Rio de Janeiro com o marido, Bruno D’Ancona, e os três filhos, ela celebra a nova chance com uma mistura de alívio e emoção, enquanto enfrenta os últimos ajustes no tratamento com doses máximas de medicamentos.

A publicação de Fabiana reflete uma história de resiliência que começou há pouco mais de um ano, quando ela recebeu o diagnóstico que abalou sua rotina. Em poucos meses, passou por quimioterapia, internações prolongadas e o transplante, um procedimento delicado que envolveu 30 minutos de infusão e um longo período de recuperação. “Eu só sabia que queria muito viver. Viver para ver meus filhos crescerem”, escreveu ela, mencionando as gêmeas Chiara e Sienna, de 4 anos, e o caçula Luigi, nascido em agosto do ano passado. O texto, que alcançou milhares de curtidas em poucas horas, também trouxe à tona a força da fé e o impacto de um gesto altruísta que ela descreve como “um milagre”.

A celebração desse marco não passou despercebida. Amigos, familiares e seguidores lotaram os comentários com mensagens de carinho, enquanto Fabiana, agora em uma fase mais estável de saúde, usa sua visibilidade para inspirar outros pacientes. A data, exatamente um ano após o transplante, simboliza não apenas a vitória contra a doença, mas também a transformação pessoal que ela diz ter vivido ao “atravessar o deserto” dos desafios médicos.

Um diagnóstico que mudou tudo

Fabiana Justus estava em um momento pleno da vida quando a leucemia bateu à sua porta. Mãe de duas meninas e recém-casada com Bruno D’Ancona, ela descobriu a doença em janeiro de 2024, após sentir dores nas costas e febre persistente. O diagnóstico veio como um choque: leucemia mieloide aguda, uma condição que afeta cerca de 12 mil pessoas por ano no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer. Sem perder tempo, ela iniciou o tratamento no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde passou por ciclos intensos de quimioterapia para preparar o corpo para o transplante.

A busca por um doador compatível foi outro capítulo de angústia e esperança. Com mais de 5 milhões de pessoas cadastradas no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), as chances de encontrar um match perfeito são de 1 em 100 mil. Para Fabiana, o “anjo desconhecido” apareceu em tempo recorde, permitindo que o transplante ocorresse em menos de três meses após o diagnóstico. A infusão da medula, realizada há exatos 365 dias, marcou o início de uma nova fase, mas também trouxe meses de isolamento e cuidados extremos para evitar infecções.

O dia do transplante

Um ano atrás, Fabiana vivia o que descreveu como o momento mais decisivo de sua vida. No dia 27 de março de 2024, ela entrou na sala de transplante com o coração cheio de incertezas. O procedimento, que durou apenas 30 minutos, envolveu a infusão da medula de um doador anônimo, um processo simples na aparência, mas carregado de riscos. Após a quimioterapia que zerou seu sistema imunológico, qualquer complicação poderia ser fatal. “Eu não sabia o que viria depois”, confessou ela no texto que emocionou os fãs.

A recuperação exigiu paciência. Internada por semanas, Fabiana ficou isolada da família, vendo os filhos apenas por videochamadas. O marido, Bruno, e os pais, Roberto Justus e Sacha Chryzman, foram pilares essenciais, enquanto ela enfrentava efeitos colaterais como náuseas, fadiga e a fragilidade de um corpo em reconstrução. Hoje, ao olhar para trás, ela celebra cada etapa superada, carregando cicatrizes que, segundo ela, são lembretes diários de sua força.

  • Marcos do dia do transplante:
    • Infusão de 30 minutos com medula de doador anônimo.
    • Isolamento pós-procedimento por semanas.
    • Primeira vitória: ausência de rejeição ao transplante.

A luta contra a leucemia

A leucemia mieloide aguda, diagnosticada em Fabiana, é conhecida por sua rápida progressão. A doença atinge as células da medula óssea, responsáveis pela produção de sangue, e exige tratamento imediato. No Brasil, cerca de 40% dos pacientes com esse tipo de câncer necessitam de transplante, mas apenas 25% encontram doadores compatíveis a tempo. A história de Fabiana destaca a importância da doação de medula, um gesto que salvou sua vida e que ela agora incentiva em suas redes sociais.

Durante o tratamento, ela enfrentou cinco ciclos de quimioterapia, cada um com cerca de uma semana de duração, seguidos por períodos de internação para monitoramento. O transplante foi o passo final, mas não o fim da jornada. Atualmente, Fabiana toma doses máximas de imunossupressores para evitar rejeição, um processo que pode durar até dois anos. Apesar das “pedras no caminho”, como ela chama os ajustes médicos, a influenciadora mantém o otimismo e a rotina com os filhos no Rio de Janeiro.

Gratidão ao doador anônimo

O doador de Fabiana permanece um mistério, como manda o protocolo do Redome, que proíbe contato direto entre doador e receptor por pelo menos 18 meses. Mesmo sem saber quem ele é, a empresária o chama de “anjo” em suas postagens. “Deus colocou no meu caminho um desconhecido que salvou minha vida”, escreveu, destacando o impacto de um gesto que atravessou fronteiras – o doador pode ser de qualquer lugar do mundo, já que o registro brasileiro é conectado a uma rede internacional.

A doação de medula é um processo simples para o doador, envolvendo a coleta de células por aférese, semelhante a uma doação de sangue, ou, em raros casos, retirada direta da bacia. Para Fabiana, esse ato representou a diferença entre a vida e a morte. Sua história agora serve como inspiração para campanhas que buscam aumentar o número de doadores no Brasil, onde apenas 0,02% da população está cadastrada.

Vida após o transplante

Um ano depois, Fabiana Justus vive uma rotina mais próxima do normal. Morando no Rio com a família, ela retomou atividades como brincar com os filhos e administrar sua marca de roupas infantis, embora ainda com cuidados médicos rigorosos. A mudança de São Paulo para o Rio, planejada antes do diagnóstico, foi concluída após a recuperação, trazendo um novo cenário para sua nova vida. “Me sinto mais viva do que nunca”, declarou, celebrando cada dia com uma perspectiva renovada.

A influenciadora também voltou às redes sociais com força, compartilhando não só os momentos felizes, mas também os desafios. “Ainda lido com centenas de emoções”, admitiu, falando sobre os altos e baixos psicológicos que acompanham a sobrevivência ao câncer. O apoio dos 2,5 milhões de seguidores tem sido essencial, com mensagens que ela diz guardar no coração.

Impacto na família Justus

A doença de Fabiana mexeu profundamente com sua família. Roberto Justus, conhecido por programas como O Aprendiz, esteve ao lado da filha em todos os momentos, assim como a mãe, Sacha Chryzman, e a madrasta, Ana Paula Siebert. As irmãs, Rafaella e Vicky, também se mobilizaram, enquanto o marido, Bruno, assumiu o cuidado das crianças durante as internações. “Minha família foi minha maior motivação”, afirmou Fabiana, destacando o papel deles em sua recuperação.

A chegada de Luigi, em agosto de 2024, trouxe ainda mais alegria ao clã. Nascido por fertilização in vitro, o caçula foi planejado antes do diagnóstico, com embriões preservados por Fabiana, que temia os efeitos da quimioterapia na fertilidade. O bebê, agora com sete meses, simboliza a esperança que permeou a luta da empresária.

Repercussão entre os fãs

A postagem de Fabiana sobre o primeiro ano pós-transplante gerou uma onda de carinho nas redes. “Você é uma guerreira”, escreveu uma seguidora, enquanto outra destacou: “Sua história me dá força para continuar”. O vídeo da infusão, com Fabiana visivelmente emocionada no hospital, acumulou milhares de visualizações, reforçando seu papel como inspiração para quem enfrenta doenças graves.

A influenciadora, que já era conhecida por lifestyle e maternidade, ganhou ainda mais relevância ao dividir sua batalha contra a leucemia. Hoje, ela usa a plataforma para conscientizar sobre a doação de medula e a importância de valorizar a vida, um legado que vai além dos números de seguidores.

Cronologia da jornada de Fabiana

A trajetória de Fabiana Justus pode ser resumida em etapas marcantes:

  • Janeiro de 2024: Diagnóstico de leucemia mieloide aguda.
  • Fevereiro de 2024: Início da quimioterapia no Albert Einstein.
  • 27 de março de 2024: Transplante de medula óssea.
  • Agosto de 2024: Nascimento de Luigi, terceiro filho.
  • 28 de março de 2025: Comemoração de 1 ano do transplante.

Esse caminho, cheio de obstáculos, é agora celebrado como uma vitória pessoal e coletiva.

Lições de superação

Viver um ano após o transplante trouxe aprendizados profundos para Fabiana. Ela fala sobre valorizar os detalhes simples, como um abraço dos filhos ou uma tarde em família, algo que a doença a ensinou a não tomar como garantido. “As cicatrizes me lembram de tudo o que passei”, escreveu, mostrando como as marcas físicas e emocionais se tornaram símbolos de resistência.

A fé, que ela menciona repetidamente, foi outro pilar. Criada em uma família cristã, Fabiana encontrou na espiritualidade a força para enfrentar os dias mais difíceis. “Obrigada, Deus”, finalizou no texto, um agradecimento que ecoa em cada etapa de sua recuperação.

Um marco compartilhado

A celebração de Fabiana não é só dela, mas de todos que a apoiaram. “Esse marco é de todos que me amam”, disse, reconhecendo o papel de amigos, fãs e profissionais de saúde. No Rio, onde agora constrói memórias com os filhos, ela planeja continuar inspirando, seja com posts emocionantes ou com ações que promovam a doação de medula. Um ano após o transplante, Fabiana Justus é a prova viva de que a esperança pode florescer mesmo nos momentos mais sombrios.

To Top