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Novo Mini Cooper S Cabrio desembarca com 204 cv e teto retrátil em 18 segundos

Mini Cooper S Cabrio
Mini Cooper S Cabrio - Foto: Instagram Mini Cooper S Cabrio - Foto: Instagram

A chegada do Mini Cooper S Cabrio ao mercado brasileiro marca um momento especial para os amantes de carros conversíveis. Disponível em configuração única por R$ 319.990, o modelo traz o tradicional teto retrátil de tecido, uma raridade em um segmento que perdeu força no país ao longo dos anos. Equipado com um motor 2.0 turbo de 204 cavalos e 30,6 kgfm de torque, o hatch combina desempenho esportivo com o charme de dirigir ao ar livre. A transmissão automatizada de dupla embreagem e sete marchas permite que o veículo acelere de 0 a 100 km/h em 6,6 segundos, alcançando uma velocidade máxima de 240 km/h. O design mantém a essência da marca britânica, agora sob o comando do Grupo BMW, com faróis redondos e uma grade frontal ampla, enquanto a capota elétrica pode ser acionada em apenas 18 segundos, mesmo com o carro em movimento a até 30 km/h.

Primeiras impressões do conversível no Brasil

Enquanto os conversíveis já foram mais comuns nas ruas brasileiras, hoje eles representam uma escolha ousada e exclusiva. O Mini Cooper S Cabrio chega para ocupar esse espaço quase deserto, competindo com poucos modelos disponíveis no mercado nacional. Seu preço, R$ 50.000 acima da versão de teto fixo, reflete o apelo premium e a experiência única que oferece. A ausência de um painel de instrumentos tradicional, substituído por um head-up display e uma tela central OLED de 24 cm de diâmetro, reforça a modernidade do projeto. Na traseira, as lanternas verticais trazem um desenho interno que remete à bandeira do Reino Unido, um toque de personalidade que conecta o carro às suas raízes britânicas.

O motor 2.0 turbo, já conhecido da linha Mini, ganhou ajustes para entregar 12 cavalos a mais em relação à geração anterior do conversível, que custava cerca de R$ 270.000 antes de sair de linha. Essa evolução mecânica garante respostas rápidas, ideais para quem busca um hatch com alma de kart, uma característica que a marca cultiva desde os anos 1960. Apesar do isolamento acústico limitado pelo teto de lona, o ronco do motor invade a cabine, agradando aos entusiastas que valorizam a conexão direta com a mecânica.

Detalhes que definem o Mini conversível

Por dentro, o Mini Cooper S Cabrio adota um estilo minimalista, com poucos botões físicos e comandos concentrados na tela central. A alavanca de partida e o seletor de marchas ficam logo abaixo, mantendo a ergonomia simples e funcional. A tecnologia Digital Key, integrada ao Grupo BMW, permite usar o smartphone como chave, destrancando o veículo por aproximação. O assistente por voz, que aprende com o uso, também está presente, capaz de executar tarefas como ajustar o ar-condicionado ou abrir o teto com base nos hábitos do motorista.

Especificações técnicas em destaque

O conjunto mecânico é um dos pontos altos do modelo. Confira os principais dados:

  • Motor: 2.0 turbo,quierda

Um conversível raro no mercado brasileiro

O segmento de conversíveis no Brasil encolheu nas últimas décadas, mas o Mini Cooper S Cabrio surge como uma aposta da marca para reacender o interesse por esse tipo de veículo. Com apenas um punhado de opções disponíveis, como o Ford Mustang e alguns modelos de luxo, o Mini se posiciona como o conversível mais acessível do país, ainda que seu preço de R$ 319.990 o coloque em uma faixa premium. A última vez que o Cooper S conversível esteve à venda por aqui, custava cerca de R$ 270.000, o que mostra um ajuste significativo, alinhado à evolução do modelo e à inflação do mercado automotivo.

A chegada do carro coincide com um momento em que os brasileiros começam a redescobrir o prazer de dirigir ao ar livre, especialmente em regiões de clima favorável como o Sudeste e o Sul. O teto de lona, que abre ou fecha em 18 segundos, é um diferencial prático, permitindo aproveitar o sol ou se proteger da chuva sem complicações. A operação elétrica funciona mesmo com o veículo a até 30 km/h, tornando o uso ainda mais versátil.

Embora o isolamento acústico não seja o forte do modelo, o ronco do motor turbo compensa essa característica, oferecendo uma trilha sonora que muitos entusiastas apreciam. A combinação de desempenho e estilo faz do Mini uma opção única para quem busca algo além dos SUVs que dominam as ruas.

Design renovado com DNA clássico

Externamente, o Mini Cooper S Cabrio mantém os traços que o tornaram um ícone, mas com atualizações sutis. A grade frontal ampla, dividida por uma barra horizontal, abriga a placa do veículo, enquanto os faróis redondos ganharam duas linhas de LED nas extremidades superior e inferior. Na traseira, as lanternas retangulares verticais contrastam com o estilo triangular futurista do hatch de teto fixo, preservando um visual mais tradicional que remete às gerações passadas.

O teto de tecido preto é o protagonista, com acionamento elétrico que transforma o carro em poucos segundos. A Mini também trabalhou na visibilidade da central multimídia, usando uma tela OLED de alta resolução que minimiza reflexos sob a luz solar intensa. O interior segue a tendência minimalista, com acabamentos em tecido e poucos comandos físicos, destacando a tela redonda como o coração tecnológico do veículo.

Tecnologia a bordo do Mini Cooper S Cabrio

Equipado com o que há de mais moderno no portfólio do Grupo BMW, o conversível traz recursos que elevam o conforto e a segurança. O sistema Digital Key permite registrar a chave no smartphone, ativando funções como destrancar as portas ou acender as luzes por aproximação. O assistente por voz, integrado à tela central, aprende padrões de uso e pode executar comandos como ajustar a temperatura ou abrir o teto automaticamente em situações recorrentes.

A ausência de um painel de instrumentos tradicional é compensada pelo head-up display, que projeta informações como velocidade e navegação diretamente no para-brisa. A tela OLED de 24 cm concentra as funções multimídia, com alta resolução e design circular que homenageia os Minis clássicos. O sistema operacional é intuitivo, com suporte a atualizações remotas e conectividade avançada.

Desempenho que impressiona

Com 204 cavalos e 30,6 kgfm de torque, o motor 2.0 turbo entrega desempenho digno de um hot hatch. A transmissão Steptronic de dupla embreagem e sete marchas garante trocas rápidas e precisas, levando o carro de 0 a 100 km/h em 6,6 segundos. A velocidade máxima de 240 km/h é mais que suficiente para um conversível, que prioriza a experiência de condução sobre números brutos.

A direção mantém a fama de agilidade da Mini, com respostas rápidas que lembram um kart, apesar do crescimento do modelo ao longo dos anos. O ronco do motor, amplificado pelo teto de lona, adiciona uma camada extra de emoção, especialmente em acelerações mais fortes. Para quem valoriza dinâmica, o Cooper S Cabrio é uma das poucas opções que unem esportividade e o charme de um conversível.

Curiosidades sobre o Mini conversível

O Mini Cooper tem uma história rica, e sua versão conversível carrega alguns fatos interessantes:

  • O primeiro Mini conversível foi lançado em 1993, mais de 30 anos após o debut do hatch original em 1959.
  • A capota de lona é uma tradição que remonta aos anos 1960, quando a lona era a única opção viável para conversíveis compactos.
  • No Brasil, o modelo já foi o conversível mais barato disponível, posição que mantém mesmo com o preço atualizado.
  • O desenho das lanternas traseiras com a bandeira britânica é um aceno à origem da marca, fundada na Inglaterra.

Concorrência e posicionamento no mercado

No Brasil, o mercado de conversíveis é pequeno, mas o Mini Cooper S Cabrio encontra rivais em faixas distintas. O Ford Mustang conversível, por exemplo, parte de valores mais altos, acima dos R$ 400.000, com um perfil mais musculoso e menos compacto. Modelos de luxo, como o Porsche 718 Boxster, elevam ainda mais o patamar, superando os R$ 500.000. Nesse cenário, o Mini se destaca como uma alternativa acessível dentro do segmento premium, sem concorrentes diretos na mesma combinação de tamanho, preço e estilo.

A ausência de rivais próximos reforça sua posição única. Enquanto SUVs dominam as vendas, o conversível da Mini apela para um nicho específico: motoristas que buscam exclusividade e uma conexão direta com a estrada. O preço de R$ 319.990 reflete esse posicionamento, alinhado ao aumento de custo dos importados e à proposta de oferecer tecnologia e desempenho em um pacote compacto.

Lançamento e perspectivas no Brasil

Anunciado para o primeiro semestre de 2025, o Mini Cooper S Cabrio já desperta interesse entre os entusiastas brasileiros. A data exata de chegada às concessionárias ainda não foi revelada, mas a pré-venda deve começar em breve, acompanhada de ações promocionais da marca. A Mini também planeja trazer a versão John Cooper Works conversível, mais esportiva, ampliando as opções para o público local.

O calendário de lançamentos da marca inclui ainda o Countryman S ALL4, uma variante a combustão do SUV, que chegará na mesma janela de tempo. Para o conversível, a expectativa é que o clima favorável de cidades como Rio de Janeiro e Florianópolis impulsione as vendas, especialmente entre quem procura um carro para lazer ou exibição. A combinação de design clássico, tecnologia moderna e desempenho ágil pode garantir ao modelo um espaço cativo no mercado.

Cronograma de evolução do Mini conversível

A trajetória do Mini conversível no Brasil reflete sua adaptação ao longo do tempo:

  • 2009: Mini estreia no Brasil com o Cooper e o Cooper S, ainda sem a versão conversível.
  • 2010: Lançamento do Mini Cabrio, primeiro conversível da marca no país.
  • 2015: Última geração do conversível chega, com preço próximo de R$ 270.000.
  • 2025: Novo Mini Cooper S Cabrio retorna, atualizado e por R$ 319.990.

O que esperar do novo Mini no dia a dia

Dirigir o Mini Cooper S Cabrio promete ser uma experiência marcante. O teto retrátil, que abre em 18 segundos, transforma qualquer passeio em algo especial, seja em uma estrada costeira ou em um trajeto urbano. A direção precisa e o motor responsivo garantem diversão, enquanto os recursos tecnológicos, como o assistente por voz e a Digital Key, facilitam o uso diário. O espaço interno, porém, é limitado, típico de um hatch compacto, priorizando o motorista e o passageiro da frente.

A visibilidade da tela central sob o sol forte foi otimizada, mas o isolamento acústico com o teto fechado deixa a desejar, permitindo que ruídos externos entrem na cabine. Para quem aprecia o som do motor, isso é um bônus, mas pode incomodar em viagens longas. O porta-malas, com cerca de 215 litros, é suficiente para bagagens leves, alinhado ao perfil do carro como uma opção de estilo e lazer.

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