Criciúma

VAR confirma gol de Rodrigo Rodrigues e Operário-PR empata com Criciúma na Série B

Rodrigo rodrigues
Rodrigo rodrigues - Foto:Ç Instagram

O confronto entre Criciúma e Operário-PR na estreia da Série B do Campeonato Brasileiro, nesta sexta-feira, às 21h, no Estádio Heriberto Hülse, em Criciúma, Santa Catarina, mantém o placar empatado em 1 a 1 aos 50 minutos do primeiro tempo. O Tigre saiu na frente com um gol de Fellipe Mateus aos 10 minutos, mas o Fantasma reagiu aos 37 minutos, quando Rodrigo Rodrigues marcou, com o lance inicialmente anulado por impedimento e, após revisão do VAR, validado como gol legítimo. A partida, válida pela primeira rodada, começou com domínio do Criciúma, que aproveitou a força da torcida no Majestoso para abrir o marcador cedo. No entanto, o Operário-PR, embalado pelo título paranaense, cresceu no jogo e conseguiu o empate em um momento crucial, mantendo o duelo equilibrado até o intervalo.

O Criciúma, comandado por Zé Ricardo, tomou a iniciativa logo nos primeiros minutos. Aos 10 minutos, Talisson recebeu pela esquerda na área e tocou para trás, permitindo que Fellipe Mateus batesse cruzado e abrisse o placar. O gol animou a torcida local, que lotou as arquibancadas do Heriberto Hülse em busca de uma vitória na estreia. O Operário-PR, sob o comando de Bruno Pivetti, demorou a reagir, mas aos 37 minutos, Mingotti encontrou Rodrigo Rodrigues na segunda trave, que finalizou para o gol. Após checagem do VAR, o tento foi confirmado, silenciando momentaneamente os torcedores do Tigre e dando novo fôlego ao Fantasma.

Aos 50 minutos, o jogo segue intenso, com o Criciúma tentando retomar a vantagem nos instantes finais do primeiro tempo, enquanto o Operário-PR se defende bem e busca espaços para contra-atacar. O empate reflete um confronto disputado, com chances claras para ambos os lados. O Tigre teve um gol anulado aos 42 minutos, quando Fellipe Mateus completou um rebote de Elias, mas a arbitragem apontou impedimento. Já o Operário-PR quase virou aos 40 minutos, com Mingotti desperdiçando uma chance clara. A partida continua aberta, prometendo mais emoções no segundo tempo.

Escalações e ajustes táticos

O Criciúma entrou em campo com Kauã no gol, uma linha defensiva formada por Léo Alaba, Rodrigo, Luciano Castán e Marcelo Hermes, além de Matheus Trindade, Morelli e Fellipe Mateus no meio-campo. No ataque, Talisson, Neto Pessoa e Diego Gonçalves formam o trio ofensivo. Zé Ricardo apostou na velocidade pelas laterais e na criatividade de Fellipe Mateus, que já deixou sua marca no placar.

O Operário-PR, por sua vez, escalou Elias no gol, com Diogo Mateus, Allan Godói, Joseph e Gabriel Feliciano na defesa. O meio-campo conta com Fransérgio, Neto Paraíba e Boschilia, enquanto Allano, Mingotti e Rodrigo Rodrigues lideram o ataque. Bruno Pivetti optou por um time sólido defensivamente, mas com peças capazes de surpreender, como Rodrigo Rodrigues, que igualou o marcador após validação do VAR.

Contexto da partida no Majestoso

O Criciúma retorna à Série B após o rebaixamento em 2024, com a meta de voltar à elite do futebol brasileiro. O time teve uma intertemporada de mais de 20 dias, vencendo o Remo por 2 a 1 na Copa do Brasil, mas chega pressionado após a eliminação nas quartas de final do Campeonato Catarinense pelo Joinville. Já o Operário-PR, sétimo colocado na Série B passada, vive um momento positivo após conquistar o Campeonato Paranaense contra o Maringá, encerrando um jejum de dez anos.

Principais lances até os 50 minutos

Os momentos decisivos do primeiro tempo até agora incluem:

  • 10’: Fellipe Mateus abre o placar para o Criciúma com um chute cruzado após passe de Talisson.
  • 35’: Mingotti cruza, e Rodrigo Rodrigues marca para o Operário-PR, mas o gol é anulado por impedimento.
  • 37’: Após revisão do VAR, o gol de Rodrigo Rodrigues é validado, empatando o jogo em 1 a 1.
  • 40’: Mingotti quase vira para o Operário-PR, mas Kauã faz grande defesa, e a bola bate na trave.
  • 42’: Fellipe Mateus tem gol anulado por impedimento após rebote de Elias.

Esses lances mostram um jogo movimentado, com o VAR desempenhando um papel crucial.

Domínio inicial do Criciúma

O Tigre começou o jogo impondo seu ritmo em casa. Logo aos 10 minutos, Fellipe Mateus aproveitou uma jogada bem trabalhada pela esquerda para abrir o placar, com Talisson sendo o destaque na criação. Nos minutos seguintes, o Criciúma manteve a posse de bola e pressionou o Operário-PR, que encontrou dificuldades para sair jogando. Aos 15 minutos, Morelli tentou avançar pela esquerda, mas perdeu o controle da bola, que saiu pela linha de fundo.

A torcida no Heriberto Hülse vibrou com a vantagem inicial, mas o Operário-PR começou a equilibrar as ações após os 20 minutos. A defesa do Criciúma, liderada por Luciano Castán, se manteve firme, mas aos 24 minutos, Morelli cometeu uma falta em Mingotti, dando ao Fantasma uma chance de respirar. O domínio inicial do Tigre foi evidente, mas a resposta do Operário-PR mostrou que o jogo não seria fácil.

Reação do Operário-PR

Após o gol sofrido, o Operário-PR ajustou sua postura em campo. Aos 35 minutos, Mingotti recebeu com liberdade pela direita e cruzou para Rodrigo Rodrigues, que finalizou para o gol. O lance foi anulado por impedimento, mas a checagem do VAR, concluída aos 37 minutos, confirmou a posição legal do atacante, validando o empate em 1 a 1. A torcida do Criciúma protestou, mas o gol reacendeu o ânimo do Fantasma.

Aos 40 minutos, o Operário-PR quase virou o placar. Mingotti entrou livre na área e tentou encobrir Kauã, que fez uma defesa espetacular, com a bola ainda tocando na trave antes de sair. O lance demonstrou a força ofensiva do time paranaense, que passou a explorar os contra-ataques com Allano e Rodrigo Rodrigues. O empate mudou a dinâmica do jogo, com o Fantasma ganhando confiança para o restante do primeiro tempo.

Papel decisivo do VAR

O VAR foi protagonista no empate do Operário-PR. Aos 35 minutos, o gol de Rodrigo Rodrigues foi inicialmente anulado por impedimento, gerando reclamações do time paranaense. Após dois minutos de análise, a arbitragem confirmou que Mingotti estava em posição legal ao iniciar a jogada, validando o tento aos 37 minutos. O lance alterou o rumo da partida, frustrando o Criciúma, que vinha controlando as ações até então.

Mais tarde, aos 42 minutos, o VAR voltou a atuar. Fellipe Mateus marcou após um rebote de Elias, mas o gol foi anulado por impedimento de Talisson na origem da jogada. A tecnologia, usada para garantir precisão, tem sido um elemento central no equilíbrio do placar até os 50 minutos, com decisões que impactaram diretamente os dois times.

Destaques individuais em campo

Fellipe Mateus brilha pelo Criciúma com o gol que abriu o placar aos 10 minutos. O meia, de 33 anos, mostrou visão de jogo e precisão no chute cruzado, sendo essencial na criação ofensiva do Tigre. Talisson também se destacou, com movimentação e o passe decisivo para o gol. No Operário-PR, Rodrigo Rodrigues foi o nome do empate, aproveitando a chance aos 37 minutos e mostrando faro de gol.

Na defesa, Kauã salvou o Criciúma com uma grande defesa aos 40 minutos, enquanto Elias, do Operário-PR, evitou o segundo gol do Tigre aos 42 minutos, defendendo com o peito o chute de Talisson. Ambos os goleiros têm sido fundamentais para manter o placar em 1 a 1 até o momento.

Pressão nos minutos finais do primeiro tempo

Nos acréscimos, o Criciúma tentou retomar a liderança. Aos 50 minutos, a equipe avançou com troca de passes, mas a defesa do Operário-PR se fechou bem, evitando o desempate. O Tigre pressionou, buscando explorar as laterais com Diego Gonçalves e Marcelo Hermes, mas não conseguiu finalizar com perigo. O Operário-PR, por sua vez, segurou o resultado com marcação firme.

O jogo segue disputado, com o Criciúma apostando no apoio da torcida para buscar a vitória no segundo tempo. O Operário-PR, após o empate validado pelo VAR, mostra resiliência e pode tentar surpreender fora de casa. O placar de 1 a 1 reflete a intensidade de uma estreia que ainda promete muitas emoções.

Arbitragem e clima no Heriberto Hülse

Denis da Silva Ribeiro Serafim, de Alagoas, comanda a arbitragem, auxiliado por Esdras Mariano de Lima Albuquerque e Luis Carlos de França Costa. O VAR, operado por Ilbert Estevam da Silva, de São Paulo, foi decisivo nos lances de gol, garantindo precisão nas marcações. Até os 50 minutos, dois cartões amarelos foram aplicados: um para Rodrigo Rodrigues, aos 8 minutos, por falta tática, e outro para Luciano Castán, aos 38 minutos.

O Heriberto Hülse está lotado, com a torcida do Criciúma cantando alto apesar do empate. A noite em Criciúma está amena, com gramado em boas condições, favorecendo um jogo rápido. O apoio dos torcedores é um fator extra para o Tigre, enquanto o Operário-PR enfrenta a pressão de jogar como visitante.

Histórico entre os times

Criciúma e Operário-PR já se enfrentaram 10 vezes na história, com cinco vitórias do Fantasma, três do Tigre e dois empates. O ataque do Criciúma marcou 14 gols nesses duelos, contra 10 do Operário-PR. O último confronto, em 2022, terminou com vitória do Tigre por 2 a 0 no mesmo Heriberto Hülse, o que pode inspirar a equipe da casa nesta estreia.

O Tigre tem um aproveitamento de 50% em casa em 2025, com sete vitórias em 14 jogos na temporada. O Operário-PR, por outro lado, perdeu apenas duas vezes em 19 partidas este ano, ambas para o Londrina no estadual, mostrando consistência que pode ser um desafio para o Criciúma no segundo tempo.

Expectativa para o segundo tempo

Com o placar empatado em 1 a 1 aos 50 minutos, o segundo tempo deve ser marcado por estratégias distintas. O Criciúma, jogando em casa, deve manter a pressão ofensiva, explorando a velocidade de Talisson e Diego Gonçalves. O Operário-PR, após o empate validado pelo VAR, pode adotar uma postura mais cautelosa, buscando contra-ataques com Rodrigo Rodrigues e Allano. O jogo segue indefinido, com os dois times na briga pelos três pontos na estreia da Série B.

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