Copa do Brasil

VAR confirma gol de Héctor Hernández em duelo eletrizante entre Novorizontino e Corinthians na Copa do Brasil

Héctor Hernández
Héctor Hernández - Foto: Instagram Héctor Hernández - Foto: Instagram

O confronto entre Novorizontino e Corinthians, válido pela terceira fase da Copa do Brasil 2025, começou com emoção no Estádio Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte, São Paulo, na noite de 30 de abril. Aos 8 minutos do primeiro tempo, Héctor Hernández marcou o gol que colocou o Timão em vantagem, após uma jogada trabalhada por Matheuzinho e Talles Magno. A validação do lance pelo VAR, após suspeita de impedimento, gerou debates, mas confirmou o 1 a 0 para os visitantes. O Novorizontino, embalado por uma campanha invicta na Série B, respondeu com pressão e chances claras, como um chute de Pablo Dyego defendido por Hugo Souza. A estreia de Dorival Júnior no comando do Corinthians trouxe organização tática, mas o Tigre do Vale, apoiado por uma torcida vibrante, mantém o jogo equilibrado. A partida, que segue em andamento, promete intensidade até o apito final, com ambos os times buscando um resultado decisivo para o jogo de volta.

A atmosfera no Jorjão, como é conhecido o estádio do Novorizontino, reflete a importância do confronto. Cerca de 4 mil torcedores lotaram as arquibancadas, criando um ambiente de apoio incondicional ao Tigre do Vale. Desde os primeiros minutos, o Novorizontino mostrou ousadia, explorando as laterais com Igor Formiga e Patrick Brey. Aos 3 minutos, um cabeceio perigoso passou por cima do gol de Hugo Souza, sinalizando a intenção da equipe de não se intimidar diante do Corinthians. A resposta do Timão veio com uma troca de passes envolvente, que culminou no gol de Hernández, validado após uma análise minuciosa do assistente de vídeo Adriano de Assis Miranda. A decisão, embora correta, gerou protestos dos jogadores do Novorizontino, que alegavam irregularidade no posicionamento de Talles Magno.

Var Novorizontino x Corinthians
Var Novorizontino x Corinthians – Foto: Premiere

O Corinthians, sob o comando de Dorival Júnior, exibe uma postura mais estruturada, mesmo com apenas dois treinos sob a nova gestão. O treinador, que assinou até 2026, optou por uma escalação que combina experiência, com André Ramalho na zaga, e juventude, com Breno Bidon no meio-campo. A ausência de Memphis Depay e Rodrigo Garro força o Timão a depender de jogadores como Talles Magno e Héctor Hernández, que mostraram entrosamento na jogada do gol. Apesar da vantagem inicial, o Corinthians enfrenta um Novorizontino determinado, que soma duas vitórias e três empates na Série B e busca uma classificação inédita para a quarta fase da Copa do Brasil. O jogo, ainda no primeiro tempo, mantém o equilíbrio, com lances de perigo que mantêm os torcedores atentos.

  • Gol decisivo: Héctor Hernández marcou aos 8 minutos, com assistência de Talles Magno, após revisão do VAR.
  • Pressão do Tigre: O Novorizontino criou duas chances claras antes do gol, com destaque para Pablo Dyego aos 4 minutos.
  • Estreia de peso: Dorival Júnior comanda o Corinthians pela primeira vez, buscando uma vitória fora de casa.
  • Equilíbrio em campo: Ambos os times mostram intensidade, com trocas de passes e finalizações perigosas.

A intensidade no Jorjão

O Estádio Jorge Ismael de Biasi vive uma noite especial com o duelo entre Novorizontino e Corinthians. A torcida do Tigre do Vale, que esgotou os ingressos dias antes, transforma o Jorjão em um caldeirão, com cânticos que ecoam desde o aquecimento das equipes. A energia dos torcedores reflete o momento do Novorizontino, que, após uma ascensão meteórica desde a Série C, sonha com um feito histórico na Copa do Brasil. A equipe de Umberto Louzer adota uma postura agressiva, pressionando a saída de bola do Corinthians e explorando cruzamentos para Pablo Dyego. Um lance aos 2 minutos, quando Matheus Frizzo aplicou um chapéu em Cacá, demonstrou a confiança do time da casa.

Por outro lado, o Corinthians mostra sinais da filosofia de Dorival Júnior, mesmo com pouco tempo de preparação. O treinador, conhecido por sua passagem pela Seleção Brasileira, aposta em transições rápidas e solidez defensiva. A escalação, com Matheuzinho e Angileri nas laterais, busca equilíbrio, enquanto Talles Magno e Breno Bidon têm liberdade para criar. O gol de Hernández, aos 8 minutos, resultou de uma jogada bem construída, com Matheuzinho iniciando a movimentação pela direita. Apesar da vantagem, o Timão quase sofreu o empate aos 7 minutos, quando Breno Bidon, ao tentar afastar um cruzamento, quase marcou contra. Hugo Souza, com uma defesa crucial, evitou o pior.

A arbitragem, liderada por Wilton Pereira Sampaio, tem um papel central no jogo. A validação do gol corintiano pelo VAR, após análise de Adriano de Assis Miranda, destaca a importância da tecnologia em lances decisivos. O Novorizontino, embora frustrado com a decisão, mantém a intensidade, com Pablo Dyego e Matheus Frizzo liderando as investidas ofensivas. A partida, ainda em seus minutos iniciais, promete mais emoções, com o Corinthians tentando controlar o ritmo e o Novorizontino buscando espaços para surpreender. A torcida, incansável, segue como um fator de peso, incentivando o Tigre a reagir.

O peso da Copa do Brasil

A Copa do Brasil 2025 reúne 32 equipes na terceira fase, com duelos que testam a capacidade de clubes de diferentes realidades. O Novorizontino chegou a essa etapa após vitórias convincentes contra Rio Branco-ES (3 a 1) e Operário VG-MT (1 a 0), ambas fora de casa. As classificações renderam ao clube uma premiação superior a 2 milhões de reais, um valor significativo para um time do interior. A campanha invicta na Série B, com cinco jogos sem derrota, reforça a confiança do Tigre do Vale, que busca superar um gigante como o Corinthians para marcar seu nome na história da competição.

O Corinthians, tricampeão da Copa do Brasil em 1995, 2002 e 2009, encara a competição como uma prioridade. Após a eliminação na semifinal de 2024 para o Flamengo, o Timão planejou no orçamento de 2025 alcançar pelo menos as quartas de final. A estreia de Dorival Júnior, contratado para reerguer o clube após um início irregular no Brasileirão, adiciona pressão ao elenco. A goleada sofrida por 4 a 0 para o Flamengo na última rodada do campeonato nacional ainda pesa, mas a vitória parcial no Jorjão pode ser o primeiro passo para recuperar o moral. O jogo de ida, com o Corinthians decidindo a vaga em casa, é crucial para definir o rumo da equipe.

A premiação da Copa do Brasil motiva ambos os clubes. A classificação para a quarta fase garante 3,6 milhões de reais, um montante que pode transformar o planejamento financeiro do Novorizontino e reforçar os cofres do Corinthians. O histórico entre as equipes favorece o Timão, com 14 vitórias em 28 confrontos, contra sete do Novorizontino e sete empates. O duelo mais recente, em fevereiro de 2025, pelo Paulistão, terminou com vitória corintiana por 1 a 0, gol de Alex Santana. Apesar do retrospecto, o Novorizontino, em melhor fase, acredita em suas chances de surpreender.

  • Retrospecto histórico: O Corinthians venceu 14 dos 28 jogos contra o Novorizontino, incluindo o último em 2025.
  • Premiação atraente: A quarta fase garante 3,6 milhões de reais, valor essencial para ambos os clubes.
  • Campanha do Tigre: O Novorizontino eliminou dois adversários fora de casa nas fases anteriores.
  • Objetivo corintiano: O Timão planeja chegar às quartas de final, conforme orçamento de 2025.

Destaques individuais em campo

Héctor Hernández, autor do gol corintiano, é o grande nome do jogo até o momento. O atacante espanhol, contratado em 2024, tem se destacado pela precisão nas finalizações e pela presença de área. Sua parceria com Talles Magno, que deu a assistência, mostra o potencial ofensivo do Corinthians, mesmo sem Memphis Depay, afastado por lesão. Matheuzinho, com o passe inicial para o gol, também brilha, consolidando-se como uma peça importante no esquema de Dorival Júnior. A defesa, com André Ramalho e Cacá, enfrenta desafios, mas Hugo Souza, com defesas seguras, mantém o Timão à frente.

No Novorizontino, Pablo Dyego é a principal ameaça. O atacante, que quase marcou aos 4 minutos, combina velocidade e força, exigindo atenção constante da zaga corintiana. Matheus Frizzo, com sua habilidade no meio-campo, também se destaca, como visto no lance em que desarmou Cacá aos 2 minutos. A ausência de Robson e Renato Palm, lesionados, obriga Umberto Louzer a confiar em Waguininho e Igor Formiga, que mantêm o ritmo intenso da equipe. A solidez defensiva, liderada por Rafael Donato e Patrick, será essencial para conter novas investidas do Corinthians.

Dorival Júnior, em sua estreia, enfrenta o desafio de implementar sua filosofia com pouco tempo de trabalho. Sua escalação, com Raniele e José Martínez protegendo a defesa, reflete a busca por equilíbrio. Umberto Louzer, por outro lado, conhece bem o Corinthians e aposta na pressão alta para desestabilizar o adversário. O confronto de estratégias, aliado à qualidade individual de jogadores como Hernández e Dyego, mantém a partida aberta, com chances de novos gols para ambos os lados.

Momentos decisivos do jogo

Os primeiros 12 minutos do confronto foram marcados por lances que definiram o ritmo da partida. Abaixo, uma linha do tempo dos principais momentos:

  • 3 minutos: Novorizontino cria perigo com um cabeceio por cima do gol de Hugo Souza após cruzamento.
  • 4 minutos: Pablo Dyego finaliza com força, mas Hugo Souza defende, e Maycon afasta o rebote.
  • 7 minutos: Breno Bidon quase marca gol contra ao tentar cortar um cruzamento, mas Hugo Souza salva.
  • 8 minutos: Héctor Hernández marca para o Corinthians, mas o gol é anulado por suposto impedimento.
  • 11 minutos: VAR confirma o gol de Hernández, após análise do posicionamento de Talles Magno.

O impacto do VAR foi sentido imediatamente. A validação do gol corintiano mudou a dinâmica do jogo, dando confiança ao Timão e forçando o Novorizontino a se lançar ao ataque. A arbitragem de Wilton Pereira Sampaio, experiente em jogos de alto nível, mantém o controle, apesar das reclamações dos jogadores do Tigre. A tecnologia, cada vez mais presente na Copa do Brasil, garante precisão, mas também gera debates, como visto no protesto dos atletas do Novorizontino.

O jogo de ida e suas implicações

O duelo no Jorjão é apenas a primeira parte de um confronto que será decidido na Neo Química Arena, em 21 de maio. Para o Novorizontino, jogar em casa é uma chance de construir um resultado positivo, seja com uma vitória ou um empate com gols. A torcida, que transformou o estádio em um caldeirão, é um trunfo para o Tigre, que precisa superar a desvantagem inicial. Umberto Louzer, com sua estratégia de pressão alta, busca explorar erros do Corinthians, que, apesar da organização, ainda se adapta ao novo treinador.

O Corinthians, por sua vez, sabe que um gol fora de casa pode ser decisivo no critério de desempate. A experiência de Hugo Souza, que já brilhou contra o Novorizontino no Paulistão, e a versatilidade de André Carrillo são armas para manter a vantagem. A ausência de Memphis Depay exige criatividade de jogadores como Breno Bidon, que, apesar do erro aos 7 minutos, tem potencial para crescer. O Timão, que marcou apenas um gol ou nenhum em 8 dos últimos 10 jogos, precisa melhorar sua eficiência ofensiva para evitar surpresas.

A Copa do Brasil, com seu formato eliminatório, é conhecida por zebras e viradas inesperadas. O Novorizontino, com sua campanha sólida na Série B, tem condições de surpreender, enquanto o Corinthians, com sua tradição, busca reaffirmar sua força. O jogo, ainda em andamento, mantém a promessa de emoção, com o Tigre pressionando e o Timão tentando administrar o placar.

A influência do VAR no futebol moderno

A intervenção do VAR aos 9 minutos, culminando na validação do gol de Héctor Hernández, reforça a relevância da tecnologia no futebol. O lance, anulado inicialmente por suposto impedimento, exigiu uma análise detalhada do assistente de vídeo. A decisão, tomada aos 11 minutos, alterou o rumo da partida, dando ao Corinthians uma vantagem tática e psicológica. O Novorizontino, que vinha criando chances, sentiu o impacto, mas segue buscando o empate com intensidade.

O uso do VAR na Copa do Brasil é frequente, especialmente em lances de gol e impedimento. A tecnologia, embora alvo de críticas por parte de torcedores, garante maior precisão em decisões cruciais. No caso do gol de Hernández, a análise confirmou a posição legal de Talles Magno, destacando a importância de revisões em jogadas milimétricas. Wilton Pereira Sampaio, com sua experiência, conduz a arbitragem com firmeza, apesar das tensões geradas pela decisão. O VAR, presente em todos os jogos da terceira fase, continua a moldar o desenrolar das partidas.

Para o Corinthians, o gol validado é um impulso em um momento de transição. Para o Novorizontino, a decisão testa a resiliência da equipe, que precisa manter a concentração. A partida, ainda no primeiro tempo, pode ver novas intervenções do VAR, especialmente em um confronto tão disputado. A tecnologia, aliada à qualidade dos jogadores em campo, mantém o jogo imprevisível, com ambos os times capazes de mudar o placar a qualquer momento.

Estratégias táticas em destaque

Dorival Júnior escalou o Corinthians em um 4-2-3-1, com ênfase na solidez defensiva e transições rápidas. Hugo Souza, protegido por André Ramalho e Cacá, forma uma base sólida, enquanto Matheuzinho e Angileri exploram as laterais. No meio, Raniele e José Martínez combatem, permitindo que Breno Bidon e André Carrillo criem. Talles Magno e Héctor Hernández, alternando posições, confundem a marcação do Novorizontino. A jogada do gol, iniciada por Matheuzinho, reflete a proposta de Dorival de usar os flancos.

O Novorizontino, em um 4-3-3, privilegia a velocidade. Igor Formiga e Patrick Brey buscam cruzamentos para Pablo Dyego, enquanto Matheus Frizzo e Luís Oyama controlam o meio. A pressão alta, como vista no desarme de Frizzo aos 2 minutos, é a marca do time de Umberto Louzer. A ausência de Renato Palm enfraquece a defesa, mas Rafael Donato e Patrick têm segurado as investidas corintianas. O Tigre busca verticalidade, enquanto o Corinthians aposta na posse de bola, criando um confronto de estilos.

O gol de Hernández pode forçar o Novorizontino a se expor, abrindo espaço para contra-ataques do Timão. Por outro lado, a qualidade de Pablo Dyego e a pressão da torcida mantêm o Tigre perigoso. O equilíbrio tático, aliado à intensidade dos primeiros minutos, sugere que a partida está longe de um desfecho. Ambos os técnicos, com suas abordagens distintas, têm o desafio de ajustar suas equipes em tempo real.

  • Formação corintiana: O 4-2-3-1 de Dorival prioriza solidez e transições rápidas, com destaque para as laterais.
  • Estilo do Novorizontino: O 4-3-3 de Louzer aposta na velocidade e pressão alta para desestabilizar.
  • Jogadas decisivas: O gol de Hernández veio de uma construção pelo lado direito, explorando a defesa adversária.
  • Desafios defensivos: Ambas as equipes precisam ajustar suas zagas para conter os ataques adversários.

O papel da torcida no Jorjão

O Estádio Jorge Ismael de Biasi, com seus 4 mil torcedores, é um trunfo para o Novorizontino. A torcida, que esgotou os ingressos, cria uma atmosfera hostil para o Corinthians, com cânticos que incentivam o Tigre desde o início. O Jorjão, palco de apenas duas partidas do Novorizontino na história da Copa do Brasil, vive um momento especial, refletindo o crescimento do clube. A paixão dos torcedores, que protestaram contra o VAR, mas logo voltaram a apoiar, é um fator que pode influenciar o jogo.

Para o Corinthians, jogar em um estádio menor e com torcida adversária é um desafio. A Fiel, presente em menor número, tenta fazer sua parte, mas o domínio é dos torcedores do Novorizontino. Dorival Júnior, em sua entrevista pré-jogo, destacou a importância de manter a calma em ambientes adversos, uma lição que seus jogadores precisam aplicar. A interação entre torcida e jogadores, especialmente após o gol validado, mostra como o apoio local pode impulsionar o Tigre em busca do empate.

O Novorizontino, com sua ascensão no futebol paulista, vê na torcida um reflexo de sua ambição. O clube, que conquistou a Série C e se consolidou na Série B, sonha com um feito histórico. O Corinthians, com sua tradição, precisa lidar com a pressão do Jorjão para manter a vantagem. A partida, ainda em andamento, reflete o impacto da torcida, que pode ser decisiva nos momentos finais.

A rivalidade estadual em foco

O confronto entre Novorizontino e Corinthians carrega o peso de um duelo paulista, mesmo sem a intensidade de clássicos como o Derby. Para o Tigre, enfrentar um gigante como o Timão é uma chance de ganhar projeção e orgulhar a cidade de Novo Horizonte. A vitória por 3 a 1 sobre o Corinthians em 2024, na Neo Química Arena, ainda inspira os torcedores do Novorizontino, que acreditam em um novo feito. O Timão, por sua vez, venceu o último encontro, em 2025, por 1 a 0, com um time reserva, mostrando sua capacidade de superar adversidades.

A Copa do Brasil eleva a rivalidade a um novo patamar, com o formato mata-mata exigindo precisão e concentração. O Novorizontino, representando o interior, busca consolidar sua ascensão, enquanto o Corinthians, com três títulos na competição, almeja reaffirmar sua grandeza. O jogo no Jorjão, com sua atmosfera única, reflete essa disputa de narrativas, com cada time impondo sua identidade. A partida, ainda no primeiro tempo, promete mais capítulos nessa história.

O que esperar do jogo de volta

Com o placar parcial de 1 a 0 para o Corinthians, o jogo de ida ainda está aberto. O Novorizontino, com sua postura agressiva, tem condições de buscar o empate, especialmente com jogadores como Pablo Dyego em campo. A torcida, que segue apoiando, pode ser o diferencial para o Tigre. O Corinthians, por sua vez, tenta ampliar a vantagem, sabendo que um gol fora de casa é crucial no critério de desempate. A experiência de Dorival Júnior e a qualidade de Hernández são trunfos para o Timão.

O jogo de volta, em 21 de maio, na Neo Química Arena, será decisivo. Um resultado positivo no Jorjão dá ao Corinthians a tranquilidade de decidir em casa, onde a Fiel faz a diferença. Para o Novorizontino, empatar ou vencer em casa mantém a disputa viva. A Copa do Brasil, com sua história de zebras, mantém a expectativa alta para o desfecho. A partida, transmitida ao vivo por SporTV e Premiere, continua a atrair atenção, com cada lance acompanhado de perto por torcedores e analistas.

A emoção da Copa do Brasil

A Copa do Brasil é conhecida por sua imprevisibilidade, reunindo clubes de diferentes divisões em confrontos eliminatórios. O duelo entre Novorizontino e Corinthians é um exemplo dessa diversidade, com o Tigre do Vale desafiando um dos maiores clubes do Brasil. A campanha do Novorizontino, com vitórias fora de casa nas fases anteriores, mostra sua capacidade de surpreender. O Corinthians, com sua tradição, busca o tetracampeonato, mas precisa superar um adversário em grande fase.

A partida no Jorjão, com sua intensidade e lances decisivos, reflete o que torna a competição especial. O VAR, a torcida, as estratégias táticas e os destaques individuais criam uma narrativa rica, que mantém os torcedores grudados na tela. O Novorizontino, com sua ambição, e o Corinthians, com sua história, protagonizam um confronto que pode entrar para a história da Copa do Brasil. O jogo, ainda em andamento, promete mais emoções, com ambos os times lutando por um lugar nas oitavas de final.

  • Imprevisibilidade da competição: A Copa do Brasil é marcada por zebras e jogos equilibrados.
  • Ambição do Novorizontino: O Tigre busca uma classificação inédita para a quarta fase.
  • Tradição corintiana: O Timão, tricampeão, almeja o tetra e uma campanha sólida em 2025.
  • Fator torcida: A atmosfera no Jorjão impulsiona o Novorizontino, enquanto a Fiel aguarda o jogo de volta.
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