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DOOM: The Dark Ages no PlayStation 5 estreia com 82 no Metascore e divide críticos

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Doom Playstation - Foto: Divulgação Doom Playstation - Foto: Divulgação

O lançamento de DOOM: The Dark Ages, em 9 de maio de 2025, trouxe a brutalidade característica da franquia para o PlayStation 5, Xbox Series X/S e PC. Com uma média inicial de 82 no Metacritic, baseada em 28 avaliações da versão para PS5, o novo título da id Software conquistou elogios pelo combate visceral e pela ambientação medieval, mas enfrentou críticas pela repetitividade da campanha. A combinação de inovações, como um escudo serrilhado, e fidelidade à essência de DOOM gerou debates entre críticos e jogadores. A trilha sonora, assinada por Mick Gordon, também se destacou como um dos pilares da experiência.

A prequela explora as origens do Doom Slayer em um mundo medieval sombrio, com cenários que vão de castelos em ruínas a fortalezas demoníacas. Abaixo, alguns pontos que moldaram a recepção inicial:

  • Combate corpo a corpo dinâmico, com execuções brutais.
  • Ambientação medieval que contrasta com os jogos anteriores.
  • Trilha sonora imersiva, reforçando a intensidade das batalhas.
  • Críticas à falta de variedade em algumas missões.

Recepção inicial no PlayStation 5

A versão para PlayStation 5 de DOOM: The Dark Ages foi o foco principal das análises iniciais, alcançando 82 no Metacritic. Portais como Push Square (nota 80) destacaram a fluidez do jogo no console, com tempos de carregamento rápidos e gráficos em 4K que aproveitam o hardware. O feedback háptico do DualSense foi elogiado por adicionar imersão, especialmente nas execuções de inimigos.

Alguns críticos, como Digital Trends (nota 70), apontaram quedas ocasionais de framerate em momentos de alta intensidade no PS5. Apesar disso, a experiência geral foi descrita como sólida, com a id Software extraindo o máximo da engine idTech. Sites como PlaySense (nota 85) reforçaram que a versão para PS5 é uma das mais otimizadas do lançamento.

Combate visceral em destaque

O combate de DOOM: The Dark Ages foi amplamente elogiado, especialmente na versão para PlayStation 5. Gamers Heroes (nota 95) descreveu as mecânicas como “as mais insanas da franquia”, destacando a combinação de ataques corpo a corpo e armas improvisadas, como o escudo serrilhado. A fluidez das batalhas, com transições rápidas entre combate à distância e corpo a corpo, foi um ponto alto.

No entanto, a repetitividade foi um obstáculo para alguns analistas. Dexerto (nota 60) criticou a falta de variedade nos confrontos, sugerindo que a fórmula, embora eficaz, não inova o suficiente. GamesRadar+ (nota 70) apontou que o ritmo do combate nem sempre mantém o mesmo impacto ao longo da campanha, especialmente em missões mais longas.

A id Software introduziu elementos táticos, como gerenciamento de munição e energia do escudo, que adicionam profundidade. ElDesmarque (nota 94) classificou o sistema como “uma evolução corajosa”, elogiando a necessidade de adaptar estratégias contra diferentes inimigos.

Ambientação medieval única

A escolha por uma ambientação medieval diferencia DOOM: The Dark Ages dos antecessores, com cenários que evocam um passado brutal. Castelos, florestas escuras e fortalezas demoníacas criam uma atmosfera imersiva, potencializada pelos gráficos do PS5. Creative Bloq (nota 90) destacou a direção de arte, que combina detalhes visuais com uma paleta de cores sombria.

A narrativa, centrada nas origens do Doom Slayer, foi bem recebida por portais como Cultura Geek (nota 90), que apontaram o equilíbrio entre ação e história. No entanto, Metro GameCentral (nota 70) observou que os cenários, embora impressionantes, têm impacto limitado na jogabilidade, servindo mais como um pano de fundo estético.

Trilha sonora de Mick Gordon

A trilha sonora, composta por Mick Gordon, é um dos pontos altos de DOOM: The Dark Ages. Com batidas pesadas e sintetizadores, a música acompanha o ritmo frenético das batalhas, especialmente no PS5, onde o áudio 3D amplifica a experiência. Gamers Heroes (nota 95) descreveu a trilha como “matadora”, capaz de elevar até os momentos menos inspirados.

A combinação de elementos orquestrais e sons industriais reflete a ambientação medieval. Noisy Pixel (nota 90) destacou faixas que acompanham chefes, por sua capacidade de intensificar a tensão. TheGamer (nota 70), porém, sugeriu que a trilha segue uma fórmula semelhante aos jogos anteriores, com menos experimentação.

Críticas à estrutura da campanha

A campanha, com 12 a 15 horas de duração, gerou opiniões mistas. PSX Brasil (nota 90) elogiou a narrativa mais pronunciada e a variedade de inimigos, mas portais como GamesRadar+ (nota 70) criticaram a estrutura repetitiva. Missões que seguem um padrão de combate, exploração e progressão foram apontadas como previsíveis.

Dexerto (nota 60) foi ainda mais crítico, destacando que a campanha perde força após os capítulos iniciais. Metro GameCentral (nota 70) reforçou que a intensidade inicial não se sustenta, com objetivos que carecem de variedade. Por outro lado, CD-Action (nota 90) defendeu a campanha, destacando batalhas contra chefes como momentos memoráveis.

Performance em outras plataformas

Além do PlayStation 5, DOOM: The Dark Ages foi lançado para Xbox Series X/S e PC, com avaliações iniciais positivas. No PC, a compatibilidade com DLSS 3 e ray tracing foi elogiada por GamingBolt (nota 90). A versão para Xbox Series X/S se beneficiou da integração com o Game Pass, atraindo um grande público.

Embora a versão para PS5 tenha sido a mais analisada, portais como Game8 (nota 88) destacaram a otimização em todas as plataformas, incluindo o Xbox Series S. Pequenos bugs, como travamentos em transições, foram mencionados por ComicBook (nota 80), mas não comprometeram a experiência.

Qualidade técnica no PS5

A versão para PlayStation 5 impressionou pela qualidade técnica. A engine idTech entrega visuais detalhados, com texturas e efeitos de iluminação que destacam a ambientação. PlaySense (nota 85) elogiou os tempos de carregamento quase instantâneos e a implementação do feedback háptico no DualSense.

Alguns críticos, como Digital Trends (nota 70), relataram problemas menores, como bugs em animações de inimigos. Atualizações pós-lançamento devem corrigir essas falhas, segundo a id Software. A estabilidade geral, no entanto, foi considerada um ponto forte, mesmo em momentos com muitos inimigos na tela.

Inimigos e desafios variados

A diversidade de inimigos é um dos destaques de DOOM: The Dark Ages. Desde demônios clássicos até novas criaturas inspiradas na mitologia medieval, os adversários exigem estratégias distintas. XGN (nota 92) elogiou a inteligência artificial, que força o jogador a adaptar táticas constantemente.

Os chefes foram descritos como “espetaculares” por Press Start Austrália (nota 85), com mecânicas que misturam combate e puzzles ambientais. TheGamer (nota 70), porém, apontou que a curva de dificuldade é inconsistente, com alguns inimigos menores excessivamente resistentes.

Abaixo, alguns inimigos notáveis:

  • Cacodemon revisitado, com novos padrões de ataque.
  • Cavaleiros demoníacos, inspirados em lendas medievais.
  • Bestas colossais, que exigem o uso do escudo serrilhado.
  • Arqueiros infernais, com ataques à distância.
PlayStation Plus
PlayStation Plus – SolidMaks / Shutterstock.com

Inovações em relação à franquia

DOOM: The Dark Ages refina a fórmula da franquia, com novidades como o escudo serrilhado e maior mobilidade do Doom Slayer. IGN Benelux (nota 80) elogiou essas adições, que tornam o combate mais dinâmico. Comparado a DOOM (2016) e DOOM Eternal, o título é menos revolucionário, mas competente.

A narrativa mais robusta, com cutscenes explorando a mitologia do Doom Slayer, foi bem recebida por Critical Hits (nota 85). GamesRadar+ (nota 70), porém, considerou as cutscenes intrusivas. Dexerto (nota 60) criticou a falta de inovações mais ousadas, esperando um salto maior em relação aos antecessores.

Reação dos jogadores

Nas redes sociais, a recepção dos jogadores foi marcada por entusiasmo e críticas. Postagens no X destacaram a trilha sonora e o combate, mas alguns usuários mencionaram a repetitividade das missões. Um jogador escreveu: “Visual incrível no PS5, mas algumas fases parecem mais do mesmo.”

Streams na Twitch atraíram milhares de espectadores, com streamers elogiando a fluidez no PS5. A hashtag #DOOMTheDarkAges trending no X reflete o hype, embora as avaliações mistas tenham gerado discussões. No Steam, o jogo mantém 85% de aprovação, com avaliações “muito positivas”.

Lançamento e edições disponíveis

DOOM: The Dark Ages chegou em 9 de maio de 2025, com edições padrão e deluxe para PS5, Xbox Series X/S e PC. A edição deluxe inclui um passe de temporada com duas expansões previstas para 2025 e 2026. O título está no Game Pass desde o lançamento, ampliando seu alcance no Xbox e PC.

Eventos promocionais, como demonstrações na Gamescom 2024, geraram grande expectativa. Trailers destacaram o combate brutal e a ambientação medieval, conquistando fãs e novos jogadores.

Suporte pós-lançamento

A id Software planeja atualizações regulares para DOOM: The Dark Ages, incluindo correções de bugs e um modo multiplayer gratuito, previsto para o final de 2025. As expansões do passe de temporada trarão novas armas, inimigos e áreas, expandindo a narrativa. A comunidade reagiu positivamente ao suporte anunciado.

Detalhes do desenvolvimento

O desenvolvimento do jogo levou quatro anos, com a id Software buscando equilibrar inovação e tradição. A ambientação medieval foi inspirada em jogos como God of War, mas adaptada ao ritmo de DOOM. Abaixo, curiosidades do processo:

  • A engine idTech suporta até 100 inimigos simultâneos.
  • Mick Gordon usou sons de armas reais na trilha sonora.
  • A equipe visitou castelos europeus para inspiração.
  • O escudo serrilhado surgiu de sugestões de fãs.
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