Brasil x Paraguai no Sul-Americano Sub-17: onde assistir ao vivo e escalações

A bola rola nesta segunda-feira para um confronto decisivo no Sul-Americano Feminino Sub-17, com a Seleção Brasileira enfrentando o Paraguai em busca de consolidar sua posição no hexagonal final. O jogo, marcado para as 19h (horário de Brasília), acontece no Estádio Pascual Guerrero, em Cali, na Colômbia. A partida promete ser um teste importante para as jovens atletas brasileiras, que chegam com uma campanha sólida e buscam manter a invencibilidade na competição. A transmissão ao vivo estará disponível em canais acessíveis, garantindo que torcedores acompanhem cada lance.
O Brasil, atual campeão do torneio, soma seis pontos em duas partidas, com vitórias convincentes contra Peru (2 a 0) e Bolívia (5 a 0). O Paraguai, por sua vez, estreia no hexagonal final após uma fase de grupos competitiva, onde enfrentou adversários como Colômbia e Argentina. A expectativa é de um jogo disputado, com as brasileiras apostando em sua força ofensiva e as paraguaias buscando surpreender com organização tática.
- Transmissão confirmada: Sportv 3 e Tigo Sports 3 (para o Paraguai).
- Horário acessível: 19h no Brasil, ideal para torcedores acompanharem após o expediente.
- Local emblemático: Estádio Pascual Guerrero, conhecido por sediar grandes jogos sul-americanos.
O confronto é parte de um torneio que classifica as três melhores seleções para o Mundial Sub-17 Feminino de 2025, no Marrocos. Com um histórico de cinco títulos na competição, o Brasil entra como favorito, mas o Paraguai já demonstrou capacidade de surpreender em jogos-chave.
Horário e canais de transmissão
A partida entre Brasil e Paraguai está agendada para as 19h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo pelo Sportv 3, canal fechado disponível em diversas operadoras de TV por assinatura. Para os torcedores que preferem streaming, a Tigo Sports 3 oferece cobertura completa no Paraguai, com possibilidade de acesso via aplicativo para assinantes. A escolha do horário facilita o acompanhamento no Brasil, especialmente para quem deseja assistir após o trabalho ou estudos.
No Brasil, o Sportv 3 pode ser acessado por meio de pacotes de TV a cabo ou serviços de streaming como o Globoplay, que exige assinatura para conteúdos ao vivo de canais pagos. A narração e os comentários prometem destacar as principais jogadas, com foco nas jovens promessas de ambas as seleções.
- Sportv 3: Disponível em operadoras como Sky, Claro e Vivo.
- Tigo Sports 3: Opção para torcedores no Paraguai, via TV ou app.
- Globoplay: Streaming para assinantes, com acesso ao canal ao vivo.
A cobertura também inclui pré-jogo, com análises táticas e entrevistas, a partir das 18h30, oferecendo contexto sobre a importância do duelo para as duas equipes.
Prováveis escalações do Brasil
A Seleção Brasileira Sub-17, comandada pela técnica Simone Jatobá, deve manter a base que venceu Peru e Bolívia na fase de grupos. A equipe aposta em um esquema 4-3-3, com ênfase na velocidade pelas pontas e solidez defensiva. A goleira Morganti, titular absoluta, é um dos destaques, com defesas cruciais nas partidas anteriores.
No meio-campo, Carol Melo e Gabi Rolnik formam a dupla responsável por ditar o ritmo, enquanto Julinha e Ravenna lideram o ataque com gols e assistências. A escalação provável inclui: Morganti; Allyne, Marina, Andreyna; Pepê, Carol Melo, Gabi Rolnik, Mari; Gabi Push, Julinha, Ravenna.
A comissão técnica realizou treinos focados em jogadas de bola parada e transições rápidas, visando explorar possíveis fragilidades na defesa paraguaia. Lesões não foram reportadas, e o time deve entrar com força máxima.
Prováveis escalações do Paraguai
O Paraguai, treinado por Epifania Benítez, aposta em um esquema 4-4-2, com ênfase na compactação defensiva e contra-ataques rápidos. A goleira Luz González é uma das líderes da equipe, com atuações seguras na fase de grupos. A escalação provável inclui: Luz González; Sofía Almirón, Abigail Pérez, Jazmín Fretes, Belén Riveros; Pamela Villalba, Sofía Acosta, Claudia Martínez, Naomi De León; Danna Garcete, Verónica García.
O time paraguaio tem como destaque a meio-campista Claudia Martínez, responsável por conectar defesa e ataque, além da atacante Verónica García, que marcou gols importantes na fase inicial. A estratégia deve envolver marcação forte no meio-campo para neutralizar as jogadas brasileiras.
- Luz González: Goleira experiente, com reflexos rápidos.
- Claudia Martínez: Principal articuladora das jogadas ofensivas.
- Verónica García: Atacante com faro de gol, perigosa em jogadas aéreas.
O Paraguai treinou situações de jogo defensivo, com foco em evitar espaços para as atacantes brasileiras, especialmente nas laterais.
Estádio Pascual Guerrero como palco
O Estádio Pascual Guerrero, em Cali, é um dos mais tradicionais da Colômbia, com capacidade para cerca de 35 mil espectadores. Reformado para grandes eventos, o local já sediou jogos de Copas América e torneios juvenis, oferecendo gramado de alta qualidade e estrutura moderna. A partida entre Brasil e Paraguai será realizada com público, e a expectativa é de boa presença de torcedores colombianos, além de comunidades brasileiras e paraguaias na região.
O clima em Cali, com temperaturas em torno de 25°C à noite, favorece um jogo dinâmico, sem riscos de chuva. A iluminação do estádio garante visibilidade perfeita para jogadores e torcedores, enquanto a transmissão televisiva contará com múltiplas câmeras para captar cada detalhe.
Histórico do Brasil no torneio
O Brasil é o maior vencedor do Sul-Americano Feminino Sub-17, com cinco títulos (2010, 2012, 2018, 2022 e 2024). A campanha atual reforça a tradição, com seis pontos em duas partidas e um saldo de sete gols. A equipe de Simone Jatobá combina experiência de jogadoras que já disputaram o torneio com novos talentos, muitos deles oriundos de clubes como São Paulo, Corinthians e Internacional.
Na fase de grupos, o Brasil mostrou consistência defensiva, sem sofrer gols, e eficiência no ataque, com Ravenna e Julinha se destacando como artilheiras. A vitória por 5 a 0 contra a Bolívia foi um recado claro sobre o potencial ofensivo da equipe, que agora enfrenta um adversário mais organizado.
Desempenho recente do Paraguai
O Paraguai chega ao hexagonal final após uma fase de grupos marcada por vitórias contra Chile e Argentina, mas com derrota para a Colômbia, líder do Grupo A. A equipe soma experiência em torneios juvenis, tendo alcançado o Mundial Sub-17 em 2016. A atual geração combina jogadoras de clubes locais, como Cerro Porteño e Olimpia, com atletas que atuam em ligas sul-americanas.
A campanha paraguaia destaca a solidez defensiva, com apenas dois gols sofridos em quatro jogos, e a capacidade de marcar em momentos cruciais. A atacante Verónica García é a principal esperança de gols, enquanto a meio-campo Sofía Acosta organiza as jogadas com passes precisos.
- Pontos fortes: Compactação defensiva e contra-ataques rápidos.
- Jogadoras-chave: Verónica García e Claudia Martínez.
- Desafio principal: Neutralizar o ataque brasileiro.
Importância do hexagonal final
O hexagonal final do Sul-Americano Sub-17 reúne as seis melhores equipes da fase de grupos, com jogos em formato de pontos corridos. As três primeiras colocadas garantem vaga no Mundial Sub-17 Feminino, que será disputado no Marrocos em 2025. O Brasil, líder com seis pontos, enfrenta Paraguai, Colômbia, Equador, Argentina e Uruguai nas próximas rodadas, com o objetivo de assegurar a classificação e, idealmente, o título.
Cada vitória no hexagonal vale três pontos, e o saldo de gols pode ser decisivo em caso de empate. O Paraguai, que estreia na fase final, precisa de um bom resultado contra o Brasil para ganhar confiança e subir na tabela.
Arbitragem e regras do jogo
A arbitragem da partida será comandada por uma equipe colombiana, com a árbitra principal María Victoria Daza, auxiliada por Mary Blanco e Mayra Sánchez. O trio é experiente em competições sul-americanas, garantindo imparcialidade e rigor nas decisões. Não haverá VAR (árbitro de vídeo) no torneio, seguindo o padrão de competições juvenis da Conmebol.
As regras seguem o regulamento da Fifa para jogos Sub-17, com dois tempos de 45 minutos e intervalo de 15 minutos. Em caso de empate, não há prorrogação, e o resultado distribui um ponto para cada equipe. Substituições são limitadas a cinco por time, com até três paradas por tempo para trocas.
- Árbitra principal: María Victoria Daza, com histórico em torneios juvenis.
- Sem VAR: Decisões baseadas exclusivamente no trio de arbitragem.
- Substituições: Até cinco por equipe, com três janelas de troca.
Expectativa dos torcedores
A torcida brasileira está mobilizada para acompanhar o jogo, especialmente nas redes sociais, onde hashtags como #SulAmericanoSub17 e #SeleçãoFeminina ganham força. Clubes como Fortaleza, que cedeu atletas à seleção, incentivam o apoio por meio de publicações em plataformas como o X. No Paraguai, a expectativa também é alta, com a imprensa local destacando a chance de surpreender o favorito Brasil.
Eventos de exibição pública estão previstos em cidades como São Paulo e Assunção, onde bares e espaços esportivos transmitirão a partida. A rivalidade saudável entre as torcidas promete aquecer o clima, com destaque para faixas e cânticos de apoio às jovens atletas.
Preparação das equipes
A Seleção Brasileira realizou treinos leves na véspera do jogo, com foco em finalizações e jogadas ensaiadas. Simone Jatobá enfatizou a importância de manter a concentração contra um adversário que joga de forma compacta. O Paraguai, por sua vez, trabalhou situações defensivas e bolas longas, buscando explorar possíveis erros da defesa brasileira.
Ambas as equipes chegaram a Cali com antecedência, adaptando-se ao fuso horário e às condições do gramado. A ausência de lesões ou suspensões dá às treinadoras liberdade para escalar suas melhores formações, aumentando a expectativa por um jogo equilibrado.
Relevância do futebol feminino juvenil
O Sul-Americano Sub-17 é uma vitrine para o futebol feminino sul-americano, revelando talentos que podem brilhar em clubes e seleções principais no futuro. Jogadoras como Gabi Push, do Brasil, e Claudia Martínez, do Paraguai, já são monitoradas por olheiros de equipes europeias e norte-americanas. O torneio também reforça a importância de investir na base, com países como Brasil e Paraguai expandindo programas de formação.
No Brasil, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ampliou o apoio às categorias de base feminina, com mais competições regionais e nacionais. No Paraguai, clubes tradicionais como Cerro Porteño mantêm academias dedicadas ao futebol feminino, contribuindo para o desenvolvimento de novas atletas.
- Oportunidade global: Mundial Sub-17 como palco para jovens talentos.
- Investimento na base: Brasil e Paraguai ampliam programas de formação.
- Visibilidade: Torneio atrai olheiros de clubes internacionais.
Curiosidades do confronto
O Brasil venceu o Paraguai em todos os encontros no Sul-Americano Sub-17 desde 2010, mas os jogos sempre foram marcados por equilíbrio, com placares apertados. A edição de 2024, vencida pelo Brasil, teve uma semifinal contra o Paraguai decidida por 2 a 1, com gol nos minutos finais. O confronto desta segunda-feira é o primeiro no hexagonal final entre as duas equipes desde 2018.
O Estádio Pascual Guerrero já foi palco de outros duelos memoráveis, como a final do Sul-Americano Sub-20 de 2015. A presença de torcedores locais adiciona um clima festivo, com bandeiras e cânticos que celebram o futebol juvenil.
Caminho até o Mundial
A classificação para o Mundial Sub-17 Feminino é o grande objetivo de Brasil e Paraguai. O torneio no Marrocos, marcado para outubro de 2025, contará com 16 equipes, sendo três da América do Sul. Além do título, as seleções buscam experiência internacional, essencial para o desenvolvimento das atletas.
O Brasil já esteve presente em todas as edições do Mundial Sub-17 desde 2008, com destaque para o terceiro lugar em 2010. O Paraguai, que participou em 2016, sonha em repetir a façanha, mas precisa de resultados consistentes no hexagonal. A partida contra o Brasil é um passo crucial nessa jornada.
