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Pedro Pascal critica política de imigração dos EUA e promove Eddington em Cannes

Pedro Pascal e irmã
Pedro Pascal e irmã - Foto: Instagram Pedro Pascal e irmã - Foto: Instagram

Pedro Pascal, ator chileno-americano que conquistou Hollywood, fez duras críticas à política de imigração dos Estados Unidos durante uma coletiva no Festival de Cannes. Em 17 de maio de 2025, enquanto promovia “Eddington”, novo filme da A24 dirigido por Ari Aster, Pascal condenou o “caos político” sob a administração de Donald Trump. Estrelado como um prefeito no longa ambientado no auge da pandemia de Covid-19, o ator defendeu a importância de contar histórias como forma de resistência. Ele pediu que o público não ceda ao medo diante das políticas de deportação em massa.

A coletiva, realizada na Riviera Francesa, atraiu grande atenção pelas declarações contundentes de Pascal. “Eddington”, com um elenco estelar que inclui Joaquin Phoenix, Emma Stone e Austin Butler, aborda divisões sociais em uma cidade fictícia. As palavras do ator ecoaram a narrativa do filme, que reflete sobre a erosão da coesão social em tempos de crise.

  • Local do evento: Festival de Cannes, maio de 2025.
  • Foco do filme: “Eddington” trata de fraturas sociais durante a Covid-19.
  • Mensagem principal: Pascal incentiva resistência por meio de narrativas.

Crítica à política de imigração

As críticas de Pascal miraram a agenda de imigração do governo Trump, especialmente o plano de deportações em massa. O ator, cuja família fugiu da ditadura chilena nos anos 1970, falou com base em sua experiência pessoal. Ele lembrou como seus pais, refugiados que obtiveram asilo na Dinamarca antes de se estabelecerem nos EUA, moldaram sua visão sobre imigração.

Pascal destacou a reativação da Lei dos Inimigos Estrangeiros de 1798, usada para agilizar deportações sem supervisão judicial. Ele defendeu a segurança e proteção dos imigrantes, comparando sua trajetória à de sua família. Suas declarações reforçaram o debate nos EUA, onde as políticas migratórias têm gerado protestos e contestações legais.

A plataforma de Cannes ampliou o alcance das palavras de Pascal, que não demonstrou receio de represálias. Ele afirmou que o medo é uma ferramenta para silenciar dissidentes, recebendo aplausos por sua convocação à ação por meio da arte.

Narrativa atual de Eddington

Dirigido por Ari Aster, “Eddington” retrata uma cidade fictícia no Novo México devastada por conflitos durante a pandemia de Covid-19. O enredo gira em torno de um confronto entre um xerife, interpretado por Joaquin Phoenix, e um prefeito, vivido por Pascal. A rivalidade escalona para um conflito armado, simbolizando divisões sociais mais amplas.

Aster, conhecido por “Hereditário” e “Midsommar”, descreveu o filme como um reflexo de suas preocupações com os EUA. Ele apontou que a pandemia revelou a fragilidade dos laços sociais, um tema central na trama. O elenco, que inclui Emma Stone e Austin Butler, adiciona peso à produção, prevista para estrear no final de 2025.

  • Cenário: Cidade fictícia de Eddington, Novo México, na pandemia.
  • Conflito principal: Xerife contra prefeito, culminando em violência.
  • Visão do diretor: Aborda a perda de coesão social nos EUA.
  • Elenco de destaque: Inclui Phoenix, Stone, Butler e outros.

Conexão pessoal de Pascal

Nascido em Santiago, Chile, Pascal teve sua infância marcada pela fuga de sua família da repressão política. Seus pais, opositores do regime de Pinochet, buscaram refúgio na Dinamarca, onde conseguiram asilo. Mais tarde, a família se mudou para os EUA, onde Pascal cresceu na Califórnia e no Texas.

Essa história alimentou sua defesa apaixonada pelos imigrantes. Em Cannes, ele compartilhou como a chance de construir uma vida nos EUA transformou sua família. A narrativa de Pascal ressoa com milhões de imigrantes, tornando sua crítica às políticas atuais profundamente pessoal. Sua fama, impulsionada por “The Mandalorian” e “The Last of Us”, ampliou seu alcance.

Agenda de imigração de Trump

As políticas migratórias da administração Trump têm dominado o noticiário desde sua posse em 2025. O plano de deportações em massa, voltado para imigrantes indocumentados, é uma das bandeiras do governo. A utilização da Lei dos Inimigos Estrangeiros, de 1798, gerou polêmica por permitir expulsões rápidas sem audiências judiciais.

Críticos argumentam que a medida viola o devido processo legal, enquanto defensores a veem como solução para questões de segurança na fronteira. Protestos eclodiram em grandes cidades, com organizações de direitos humanos pedindo reformas. As palavras de Pascal em Cannes adicionaram uma voz de peso à oposição, destacando o impacto humano dessas políticas.

  • Foco da política: Deportações em massa via Lei dos Inimigos Estrangeiros.
  • Preocupações legais: Ausência de supervisão judicial nas expulsões.
  • Reação pública: Protestos e defesa dos direitos dos imigrantes.

Visão de Ari Aster para Eddington

A direção de Aster em “Eddington” busca capturar a desorientação da era da Covid-19. O cineasta observou que a pandemia marcou um ponto de ruptura na confiança social, com divisões aprofundadas por medidas de saúde pública e ideologias políticas. O cenário do filme, uma cidade em colapso, reflete tensões nacionais.

Produzido pela A24, o longa combina a intensidade psicológica de Aster com um elenco grandioso. Cenas de vizinhos em conflito evocam disputas reais da pandemia, como debates sobre máscaras e vacinas. A parceria de Aster com Pascal e Phoenix reforça sua habilidade em trabalhar com grandes talentos.

Cannes como palco global

O Festival de Cannes, realizado anualmente na França, é uma das principais vitrines do cinema mundial. Em 2025, o evento atraiu milhares de profissionais da indústria, jornalistas e fãs. A presença de Pascal, ao lado de seus colegas de “Eddington”, gerou grande repercussão, com suas declarações dominando as manchetes.

O alcance internacional do festival permitiu que Pascal abordasse as políticas dos EUA sob uma perspectiva externa. Suas falas foram transmitidas ao vivo em plataformas de mídia social, ampliando seu impacto. O evento também incluiu exibições de “Eddington”, que recebeu elogios iniciais por sua narrativa ousada e atuações.

Desafio de Pascal ao medo

A recusa de Pascal em evitar temas políticos o diferencia em uma indústria muitas vezes cautelosa com controvérsias. Em Cannes, ele rejeitou preocupações com possíveis retaliações, afirmando que o medo fortalece quem busca suprimir dissidências. Seu apelo por “lutar” através de histórias conectou-se aos temas de resistência do filme.

A confiança do ator vem de sua carreira consolidada e base global de fãs. Com papéis em grandes franquias e aclamação por suas atuações, Pascal se estabeleceu como uma figura versátil e engajada. Suas declarações refletem uma tendência de celebridades abordando questões sociais, do meio ambiente aos direitos humanos.

  • Mensagem central: Medo é opressão; narrativas são resistência.
  • Contexto de carreira: Sucesso de Pascal amplia sua voz.
  • Tendência na indústria: Mais celebridades engajadas em causas sociais.

Papel da A24 em Eddington

A A24, estúdio independente por trás de “Eddington”, é conhecida por filmes provocativos e premiados, como “Moonlight” e “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”. O projeto alinha-se à sua missão de contar histórias ousadas. “Eddington” combina temas complexos com um estilo que mistura gêneros, marca registrada do estúdio.

A A24 atraiu talentos de peso, incluindo Pascal, Phoenix e Stone. Sua estratégia de marketing, que prioriza integridade artística, posiciona “Eddington” como forte candidato na temporada de premiações. A estreia em Cannes foi um marco na campanha promocional do filme.

Divisões sociais no filme

“Eddington” explora o colapso de uma comunidade em crise. A trama, centrada na rivalidade entre um xerife e um prefeito, reflete tensões reais da pandemia de Covid-19. De disputas sobre medidas sanitárias à polarização política, o período viu vizinhos e famílias divididos por crenças opostas.

O roteiro de Aster retrata uma cidade onde a desconfiança leva à violência. A relevância do filme está em sua conexão com debates atuais sobre unidade e divisão nos EUA. O papel de Pascal como prefeito navegando esses conflitos destaca sua versatilidade como ator.

Ascensão de Pascal ao estrelato

A trajetória de Pascal, de filho de refugiados a estrela de Hollywood, reflete sua determinação. Após se mudar para os EUA, ele perseguiu a carreira de ator, conseguindo papéis iniciais em séries como “Buffy, a Caça-Vampiros”. Sua ascensão veio com “Game of Thrones”, onde interpretou Oberyn Martell, seguida por papéis principais em “Narcos” e “The Mandalorian”.

Sua versatilidade o tornou um dos atores mais requisitados, com projetos em diversos gêneros. “Eddington” é sua primeira colaboração com Aster, um diretor que desafia seus intérpretes. A capacidade de Pascal de equilibrar sucesso comercial com papéis socialmente relevantes solidificou sua influência cultural.

  • Infância: Fugiu do Chile, cresceu na Dinamarca e nos EUA.
  • Marcos na carreira: “Game of Thrones”, “The Mandalorian”, “The Last of Us”.
  • Projeto atual: “Eddington”, um papel ousado com a A24.

Intensificação do debate migratório

O debate sobre imigração nos EUA ganhou força em 2025. As políticas de Trump, incluindo o uso da Lei dos Inimigos Estrangeiros, desencadearam batalhas legais e protestos. Grupos de direitos humanos criticam o impacto em comunidades vulneráveis, enquanto apoiadores defendem a segurança nas fronteiras.

As declarações de Pascal em Cannes refletem um movimento de oposição, com celebridades, ativistas e políticos se manifestando. Sua história pessoal humaniza o discurso, destacando o que está em jogo para milhões de imigrantes. O debate segue aquecido, com protestos planejados em grandes cidades.

Relevância cultural de Eddington

“Eddington” chega em um momento em que o público ainda lida com os efeitos da pandemia de Covid-19. A representação de uma comunidade dividida ressoa com quem viveu tensões semelhantes. A exploração de Aster sobre verdade e realidade conecta-se a ansiedades atuais sobre desinformação e desconfiança.

O elenco estelar e o diretor renomado garantem atenção além de Cannes. Críticas iniciais elogiam a ambição e profundidade emocional do filme, apontando-o como possível candidato a prêmios. A atuação de Pascal, em particular, foi destacada por sua intensidade e sutileza.

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