Na Neo Química Arena, em São Paulo, a seleção brasileira enfrenta o Paraguai pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, com um jogo intenso e cheio de emoções até os 33 minutos do segundo tempo. Nesta terça-feira, 10 de junho de 2025, o Brasil, liderado por Carlo Ancelotti, busca consolidar sua posição na tabela, enquanto o Paraguai tenta surpreender. O confronto, que segue em andamento, já teve gol de Vini Jr, jogadas brilhantes de Raphinha e um quase gol de Martinelli no rebote, mantendo a torcida vibrando. A partida, marcada por substituições estratégicas e lances de perigo, reflete a pressão brasileira e a resistência paraguaia.
O jogo começou com o Brasil impondo seu ritmo, pressionando a saída de bola do Paraguai desde o apito inicial. A torcida, que lota a arena, celebrou o aniversário de Ancelotti com um mosaico especial, criando um clima festivo. No primeiro tempo, a seleção dominou a posse de bola, com 63% contra 37% do Paraguai, e abriu o placar aos 43 minutos, com Vini Jr aproveitando cruzamento de Matheus Cunha.
- Principais momentos até agora:
- Gol de Vini Jr aos 43 minutos do primeiro tempo, após roubo de bola de Matheus Cunha.
- Pressão constante do Brasil, com Raphinha e Martinelli abertos nas pontas.
- Chance perdida por Matheus Cunha aos 34 minutos do primeiro tempo, desperdiçando cabeçada.
O segundo tempo trouxe ainda mais emoção, com substituições que agitaram o jogo. Richarlison e Gerson entraram para dar novo fôlego ao ataque brasileiro, enquanto o Paraguai respondeu com mudanças como a entrada de Ángel Romero.
Pressão brasileira no ataque
O Brasil mantém o controle da partida, trocando passes e explorando as laterais. Aos 9 minutos do segundo tempo, Martinelli arrancou pela esquerda após jogada de Raphinha, mas o cruzamento foi cortado pela defesa paraguaia. A seleção insiste em jogadas pelas pontas, com Raphinha e Martinelli alternando posições e criando dificuldades para os zagueiros adversários. Aos 13 minutos, Bruno Guimarães quase marcou após cruzamento de Vini Jr, mas Cáceres salvou o Paraguai em cima da linha. A torcida brasileira, empolgada, pressiona junto com o time, enquanto o Paraguai se fecha na defesa.
Aos 31 minutos do segundo tempo, Raphinha recebeu lançamento preciso de Bruno Guimarães e finalizou de canhota no canto. Gatito Fernández, goleiro paraguaio, fez grande defesa, e Martinelli, atento, quase aproveitou o rebote, mas a bola foi afastada. Esse lance exemplifica a intensidade do Brasil, que não dá espaço para o adversário respirar.
Resistência paraguaia
Apesar da pressão brasileira, o Paraguai não se entrega. Aos 14 minutos do segundo tempo, Sanabria aproveitou erro de Alex Sandro e finalizou de fora da área, mas Alisson defendeu com segurança. O time paraguaio, treinado por Alfaro, tenta explorar contra-ataques, especialmente com Enciso e Almirón. Aos 26 minutos, Alderete cabeceou para fora após vacilo da defesa brasileira, mostrando que o Paraguai ainda pode surpreender.
O confronto também teve momentos de tensão. Vini Jr e Alderete protagonizaram discussão aos 26 minutos, reacendendo rivalidade da Copa América de 2024. Além disso, cartões amarelos, como o de Vini Jr aos 28 minutos do primeiro tempo, deixaram o brasileiro suspenso para o próximo jogo contra o Chile.
Lances que marcaram o primeiro tempo
A etapa inicial foi dominada pelo Brasil, que criou as melhores chances. Aos 11 minutos, Vini Jr perdeu grande oportunidade após cruzamento de Matheus Cunha. Aos 34 minutos, Martinelli cruzou para Cunha, que desperdiçou chance clara ao tocar para o meio em vez de cabecear. A superioridade brasileira se confirmou com o gol de Vini Jr, que vibrou apontando para Ancelotti, dedicando o tento ao treinador.
O Paraguai, por outro lado, teve momento de pressão entre os 28 e 33 minutos. Cáceres quase marcou aos 28 minutos, após cruzamento de Enciso, mas a finalização saiu por pouco. A defesa paraguaia, liderada por Gustavo Gómez, sofreu com a movimentação brasileira, mas conseguiu evitar um placar mais elástico no primeiro tempo.
Linha do tempo: principais momentos da partida
- 11 minutos (1T): Bruno Guimarães acha Matheus Cunha, que cruza para Vini Jr, mas o atacante não alcança a bola.
- 34 minutos (1T): Martinelli cruza, e Matheus Cunha desperdiça chance clara ao tocar para o meio.
- 43 minutos (1T): Vini Jr marca após roubo de bola de Matheus Cunha e cruzamento preciso.
- 13 minutos (2T): Bruno Guimarães quase faz, mas Cáceres salva o Paraguai em cima da linha.
- 31 minutos (2T): Raphinha finaliza após lançamento de Bruno Guimarães, e Martinelli quase marca no rebote.
Mudanças táticas no segundo tempo
As substituições de Ancelotti surtiram efeito imediato. A entrada de Richarlison no lugar de Vini Jr, aos 32 minutos, trouxe mais presença de área, enquanto Gerson substituiu Matheus Cunha para reforçar o meio-campo. Lucas Beraldo, que entrou aos 27 minutos no lugar de Alex Sandro, deu solidez à defesa. O Paraguai também mexeu, com Ángel Romero e Bobadilla entrando para tentar mudar o panorama do jogo. Essas alterações deixaram a partida mais aberta, com chances para os dois lados.
Domínio na posse de bola
O Brasil segue com maior posse de bola, mantendo a estratégia de pressionar o Paraguai no campo de defesa. No primeiro tempo, a seleção teve 87% de precisão nos passes, contra 63% do adversário. No segundo tempo, a troca de passes continuou fluida, com Casemiro e Bruno Guimarães ditando o ritmo no meio-campo. A seleção busca o segundo gol para ampliar a vantagem, enquanto o Paraguai aposta em jogadas de velocidade pelos lados.
Foco nas laterais
Raphinha e Martinelli têm sido peças-chave nas jogadas brasileiras. Raphinha, que voltou ao time titular após treino fechado, mostra velocidade e precisão nos cruzamentos. Martinelli, por sua vez, combina dribles curtos com arrancadas, desafiando a defesa paraguaia. Aos 10 minutos do segundo tempo, os dois combinaram em jogada que terminou com corte de Alderete. A movimentação constante dos pontas dificulta a marcação adversária e cria espaços para os volantes brasileiros.
Tensão e rivalidade em campo
O jogo não é só técnica. A rivalidade entre Brasil e Paraguai fica evidente em lances como a discussão entre Vini Jr e Alderete. Além disso, a braçada de Alex Sandro em Diego Gómez, aos 16 minutos do primeiro tempo, gerou reclamações dos paraguaios. A torcida brasileira, por sua vez, vibra com cada desarme, como o de Casemiro em Almirón aos 30 minutos do primeiro tempo, que levantou o público na Neo Química Arena.
Estratégia de Ancelotti
Ancelotti, em sua estreia em solo brasileiro, optou por escalação ofensiva, com quatro atacantes. Em entrevista antes do jogo, o treinador destacou a vontade de pressionar o Paraguai e melhorar o desempenho da equipe. A tática tem funcionado, com o Brasil criando chances e mantendo o adversário acuado. A presença de um atacante a mais, como destacado por Ancelotti, aumenta a intensidade da seleção, que busca garantir a classificação para a Copa do Mundo de 2026.
Apoio da torcida
A Neo Química Arena está tomada por torcedores que não param de apoiar. O mosaico em homenagem a Ancelotti, com a mensagem “Parabéns, Carletto!”, marcou o pré-jogo. A presença de Giannis Antetokounmpo, astro da NBA, também agitou o público, com o jogador fazendo embaixadinhas no gramado. A energia da torcida impulsiona o Brasil, que responde com jogadas vibrantes, como a de Raphinha aos 31 minutos do segundo tempo, que por pouco não resultou em gol.
Números que contam a história
- Finalizações: Brasil teve 4 no primeiro tempo, contra 2 do Paraguai.
- Escanteios: 4 para o Brasil, 1 para o Paraguai no primeiro tempo.
- Cartões amarelos: Vini Jr e Bruno Guimarães (Brasil), Junior Alonso (Paraguai).
- Substituições no 2T: Brasil com Richarlison, Gerson e Lucas Beraldo; Paraguai com Ángel Romero, Bobadilla e Ávalos.
O jogo segue em aberto, com o Brasil pressionando e o Paraguai buscando brechas para empatar. A partida, que não terminou, promete mais emoções nos minutos finais.