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Pacers vencem Thunder por 116 a 107 e lideram final da NBA em jogo 3

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Pacers vencem Thunder por 116 a 107 e lideram final da NBA em jogo 3. Em um jogo eletrizante no Gainbridge Fieldhouse, em Indianápolis, o Indiana Pacers derrotou o Oklahoma City Thunder por 116 a 107, na noite de quarta-feira, pelo jogo 3 da final da NBA 2024/25. Com a vitória, os Pacers assumiram a liderança na série por 2 a 1, diante de uma torcida vibrante. Destaques como Pascal Siakam e Bennedict Mathurin foram decisivos, enquanto Shai Gilgeous-Alexander tentou manter o Thunder competitivo. A partida, marcada por viradas e jogadas intensas, reforça a rivalidade na decisão. O jogo 4 será na sexta-feira, às 21h30, no mesmo ginásio.

A partida começou com o Thunder dominando o primeiro quarto, liderado por Chet Holmgren, que anotou 12 pontos nos minutos iniciais. No entanto, os Pacers reagiram no segundo quarto, com Tyrese Haliburton e Mathurin aquecendo a torcida. O jogo seguiu equilibrado, com 13 empates até o terceiro quarto, quando Indiana assumiu o controle.

Os momentos finais foram cruciais, com Siakam e Mathurin garantindo a vantagem. A seguir, alguns destaques do jogo:

  • Mathurin marcou 27 pontos, sua maior pontuação na carreira.
  • Siakam contribuiu com pontos decisivos no último quarto.
  • A defesa de Myles Turner, com dois tocos seguidos, foi fundamental.
  • Shai Gilgeous-Alexander liderou o Thunder com jogadas clutch.

O confronto mostrou a força coletiva dos Pacers, que souberam aproveitar o apoio da torcida para virar o placar. A série, agora, ganha ainda mais emoção com a proximidade do jogo 4.

Virada emocionante no Gainbridge Fieldhouse

No primeiro quarto, o Oklahoma City Thunder saiu na frente, com Holmgren e Luguentz Dort acertando arremessos de três pontos. A vantagem chegou a nove pontos, mas os Pacers responderam com Siakam e Haliburton, reduzindo a diferença. O segundo quarto foi marcado por trocas de liderança, com Mathurin entrando do banco e incendiando o jogo. Indiana terminou o período com quatro pontos à frente, indo para o intervalo com 64 a 60.

A torcida local desempenhou um papel essencial, empurrando o time em momentos de pressão. Haliburton, mesmo com uma atuação menos brilhante que no jogo 1, mostrou liderança ao orquestrar jogadas importantes. O equilíbrio permaneceu até o terceiro quarto, quando os Pacers começaram a se impor defensivamente.

Mathurin rouba a cena

Bennedict Mathurin foi o grande nome da noite. Vindo do banco, o jovem ala anotou 27 pontos, incluindo arremessos de três e lances livres decisivos. Sua energia mudou o ritmo do jogo, especialmente no segundo e quarto quartos. Em um momento crucial, Mathurin converteu dois pontos e sofreu uma falta, consolidando a vantagem dos Pacers.

Além dele, Pascal Siakam também brilhou, com jogadas consistentes no garrafão e nos minutos finais. A dupla foi essencial para manter a liderança, mesmo com a pressão do Thunder. A seguir, os principais números de Mathurin:

  • 27 pontos, com 60% de aproveitamento nos arremessos.
  • 5 rebotes e 3 assistências.
  • 4 lances livres convertidos no último quarto.
  • Impacto defensivo com roubos de bola.

Defesa de Turner faz a diferença

Myles Turner, pivô dos Pacers, teve uma atuação destacada na defesa. No quarto período, ele protagonizou dois tocos consecutivos sobre Chet Holmgren, levantando a torcida e frustrando o ataque do Thunder. Turner também contribuiu com pontos no garrafão, ajudando a manter a vantagem. Sua presença no garrafão limitou as investidas de Oklahoma, que dependeu muito de arremessos de longa distância.

A defesa coletiva dos Pacers foi outro ponto forte. O time forçou erros do Thunder, especialmente nos minutos finais, quando Oklahoma tentou reduzir a diferença. Aaron Nesmith, apesar de sair com seis faltas, também teve papel importante na marcação.

Shai tenta, mas Thunder não acompanha

Shai Gilgeous-Alexander, astro do Thunder, foi o principal nome do time, com jogadas de alto nível ao longo da partida. Ele terminou o jogo com pontos importantes, incluindo arremessos de três e lances livres que mantiveram Oklahoma na briga. No entanto, a falta de consistência de outros jogadores limitou as chances do time.

Jalen Williams e Chet Holmgren tiveram momentos de brilho, mas não conseguiram acompanhar o ritmo imposto pelos Pacers. O Thunder sofreu com a intensidade defensiva de Indiana e com a torcida, que transformou o ginásio em um caldeirão.

Momentos decisivos do último quarto

O quarto período foi o mais emocionante, com viradas e jogadas de impacto. Indiana abriu vantagem com uma cesta de três de Nesmith e dois pontos de Obi Toppin. O Thunder respondeu com Williams e Shai, empatando o jogo em 98 a 98. Porém, Haliburton acertou um arremesso de longa distância, recolocando os Pacers na frente.

A sequência final foi dominada por Siakam e Mathurin, que garantiram a vitória com pontos na bandeja e lances livres. A defesa de Turner e a energia da torcida selaram o resultado. O placar final, 116 a 107, refletiu a superioridade dos Pacers nos minutos decisivos.

Histórico de viradas dos Pacers

Os Pacers têm uma tradição de viradas impressionantes. Nos últimos 27 anos, o time lidera a NBA em jogos recuperados com desvantagens de 15 pontos ou mais. Essa característica esteve presente no jogo 3, com Indiana superando a liderança inicial do Thunder. A capacidade de manter a calma e aproveitar os momentos certos foi essencial para o resultado.

A torcida, conhecida por sua paixão, também é um diferencial. O Gainbridge Fieldhouse esteve lotado, com os fãs apoiando em cada posse de bola. Essa atmosfera ajudou os Pacers a manterem o foco, mesmo em momentos de pressão.

Próximos passos na série

O jogo 4, marcado para sexta-feira, às 21h30, promete ser ainda mais disputado. Os Pacers terão novamente o apoio da torcida, enquanto o Thunder buscará empatar a série. Oklahoma precisará ajustar sua defesa e contar com uma atuação mais coletiva para superar o momento de Indiana.

Alguns pontos que podem definir o próximo jogo:

  • A consistência de Haliburton nas bolas de três.
  • A capacidade do Thunder de limitar Mathurin.
  • O duelo no garrafão entre Turner e Holmgren.
  • O aproveitamento de lances livres de ambos os times.

Rivalidade entre astros

O confronto entre Shai Gilgeous-Alexander e Tyrese Haliburton tem sido um dos destaques da série. No jogo 1, Haliburton brilhou com uma virada nos segundos finais. No jogo 2, Shai respondeu com uma atuação dominante. No jogo 3, ambos tiveram momentos de protagonismo, mas a eficiência coletiva dos Pacers fez a diferença.

Haliburton, com sua visão de jogo, e Shai, com sua habilidade em criar jogadas, continuam sendo peças centrais. O duelo entre os dois astros adiciona uma camada extra de emoção à final.

Números que contam a história

A partida foi marcada por estatísticas que mostram o equilíbrio e a intensidade do confronto. Os Pacers tiveram melhor aproveitamento nos arremessos de quadra (48% contra 43% do Thunder) e dominaram os rebotes (42 contra 38). Além disso, Indiana converteu 85% dos lances livres, um fator decisivo nos minutos finais.

O Thunder, por outro lado, teve mais bolas de três convertidas (12 contra 9), mas não conseguiu manter a consistência defensiva. Esses números refletem a importância do trabalho coletivo dos Pacers e os desafios enfrentados por Oklahoma.

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