A partir de 16 de junho de 2025, o governo federal dá início ao pagamento do quarto lote do abono salarial PIS/Pasep, alcançando 4.323.102 trabalhadores nascidos em julho e agosto. Com um montante de R$ 5,1 bilhões, a etapa é gerenciada pela Caixa Econômica Federal, para o PIS, e pelo Banco do Brasil, para o Pasep, atendendo empregados da iniciativa privada e servidores públicos. Os valores, que variam de R$ 127 a R$ 1.518, dependem do tempo trabalhado em 2023. A consulta ao benefício está disponível desde fevereiro por canais como a Carteira de Trabalho Digital e o portal Gov.br. O pagamento, que segue até 29 de dezembro, é aguardado por trabalhadores que buscam alívio financeiro em um contexto econômico exigente. O abono reforça a renda de milhões, aquecendo setores como o varejo.
O programa exige critérios claros para elegibilidade. Trabalhadores devem estar inscritos no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, ter trabalhado ao menos 30 dias em 2023 e receber até dois salários mínimos. Dados incorretos no eSocial podem impedir o acesso.
Para esclarecer dúvidas, o governo disponibiliza a Central Alô Trabalho, pelo número 158. A consulta prévia evita transtornos, como deslocamentos desnecessários às agências.
- Critérios principais para receber o abono: Inscrição de cinco anos, trabalho mínimo de 30 dias e renda de até dois salários mínimos.
- Canais de consulta: Carteira de Trabalho Digital, portal Gov.br e telefone 158.
- Prazo de saque: Disponível até 29 de dezembro de 2025.
Detalhamento do quarto lote
O quarto lote contempla 3.841.170 trabalhadores da iniciativa privada, que recebem via Caixa, e 481.932 servidores públicos, atendidos pelo Banco do Brasil. O valor do benefício é calculado com base nos meses trabalhados em 2023. Quem atuou durante os 12 meses recebe o teto de R$ 1.518, equivalente ao salário mínimo. Para um mês de trabalho, o valor é de R$ 127, com ajustes proporcionais para períodos intermediários. A Caixa disponibiliza o PIS em contas digitais, lotéricas ou agências, enquanto o Banco do Brasil faz créditos automáticos para correntistas ou permite saques presenciais.
A divisão entre PIS e Pasep reflete as particularidades de cada público. Empregados de empresas privadas acessam o benefício com facilidade pelo aplicativo Caixa Tem, enquanto servidores públicos contam com a estrutura do Banco do Brasil.

Organização do calendário de pagamentos
O calendário do PIS/Pasep 2025 é estruturado por mês de nascimento, para o PIS, e pelo dígito final da inscrição, para o Pasep. Iniciado em 17 de fevereiro, o cronograma escalona liberações até agosto. O quarto lote, liberado em 16 de junho, atende nascidos em julho e agosto (PIS) ou com finais de inscrição 6 e 7 (Pasep). Trabalhadores que não sacarem na data inicial têm até o final do ano para acessar os valores.
O Ministério do Trabalho recomenda verificar a elegibilidade com antecedência. A consulta online reduz filas e agiliza o processo, especialmente em cidades com alta demanda por atendimento presencial.
Quem tem direito ao benefício
Receber o abono exige cumprir requisitos específicos. Além da inscrição de cinco anos no PIS/Pasep, o trabalhador precisa ter exercido atividade remunerada por pelo menos 30 dias em 2023, consecutivos ou não. A renda média mensal não pode exceder dois salários mínimos, e os dados devem estar corretos no eSocial.
- Casos de exclusão: Dados não enviados pelo empregador ou renda acima do limite.
- Canais de suporte: Central Alô Trabalho (158) e Superintendências Regionais do Trabalho.
- Consulta prévia: Essencial para confirmar elegibilidade.
Esses critérios garantem que o benefício alcance trabalhadores de baixa renda, priorizando quem depende do recurso para despesas essenciais.
Relevância econômica do programa
O abono salarial desempenha um papel crucial na economia brasileira. Em 2025, o governo destinou R$ 30,7 bilhões para atender 25,6 milhões de trabalhadores. O quarto lote, com R$ 5,1 bilhões, beneficia diretamente mais de 4,3 milhões de pessoas, impulsionando setores como varejo e serviços. Pequenos comércios, como mercados e lojas de eletrodomésticos, registram aumento nas vendas durante os meses de pagamento.
A injeção de recursos é especialmente significativa em regiões de menor renda, onde o abono representa uma parcela importante do orçamento familiar. A dinâmica fortalece a economia local e estimula o consumo.
Facilidade de acesso aos recursos
A consulta ao abono foi simplificada em 2025. A Carteira de Trabalho Digital permite verificar a elegibilidade em minutos, enquanto o portal Gov.br oferece acesso rápido a informações. As Superintendências Regionais do Trabalho prestam atendimento presencial para casos específicos.
Para saques, a Caixa disponibiliza o aplicativo Caixa Tem, além de agências e lotéricas. O Banco do Brasil facilita o Pasep com créditos automáticos para correntistas e opções de retirada presencial. A digitalização reduziu a burocracia, beneficiando trabalhadores em áreas urbanas e rurais.
História e evolução do PIS/Pasep
Criado na década de 1970, o PIS/Pasep integra trabalhadores ao sistema de seguridade social. O PIS, voltado para a iniciativa privada, e o Pasep, para servidores públicos, foram instituídos em 1970. O valor do abono acompanha o salário mínimo, garantindo poder de compra.
- Origem: Programas criados para promover inclusão social e econômica.
- Evolução: Ajustes anuais no teto do benefício.
- Digitalização: Consulta online agilizou o acesso.
- Alcance: 25,6 milhões de beneficiários em 2025.
O programa se consolidou como um pilar de apoio a trabalhadores de baixa renda, com impacto social e econômico expressivo.
Próximas etapas do calendário
Após o quarto lote, o calendário segue com liberações mensais até agosto, atendendo trabalhadores de outros meses de nascimento ou dígitos finais de inscrição. O Ministério do Trabalho divulga as datas com antecedência, orientando os beneficiários a acompanharem o cronograma.
Valores não sacados até 29 de dezembro de 2025 retornam ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). A recomendação é consultar a situação com antecedência para evitar a perda do benefício.
Distribuição regional dos beneficiários
O abono salarial é pago em todo o Brasil, mas algumas regiões concentram mais beneficiários. São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro lideram em volume de trabalhadores contemplados, devido à população economicamente ativa. O Nordeste se destaca pelo impacto do benefício em comunidades de baixa renda.
A distribuição reflete a diversidade do mercado de trabalho, com trabalhadores de áreas urbanas e rurais igualmente atendidos. O Ministério do Trabalho monitora a execução para garantir eficiência na entrega dos recursos.
Apoio aos trabalhadores
O governo reforça a importância de consultar o direito ao abono com antecedência. A Central Alô Trabalho (158) esclarece dúvidas sobre cadastro, valores e prazos. As Superintendências Regionais do Trabalho oferecem suporte presencial, enquanto a Carteira de Trabalho Digital facilita o acesso remoto.
A estrutura de pagamento, com opções digitais e presenciais, atende diferentes perfis de trabalhadores, garantindo que o benefício chegue a quem precisa.