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Donkey Kong Bananza revela Pauline como parceira e transforma DK em zebra e avestruz

Donkey Kong Bananza.
Donkey Kong Bananza. - Foto: reprodução Donkey Kong Bananza. - Foto: reprodução

A Nintendo surpreendeu os fãs na mais recente apresentação do Nintendo Direct, realizada em 18 de junho de 2025, ao revelar detalhes empolgantes sobre Donkey Kong Bananza, um novo jogo de plataforma 3D exclusivo para o Nintendo Switch 2, com lançamento marcado para 17 de julho. O destaque ficou por conta da confirmação de que Pauline, personagem icônica de Super Mario Odyssey, será a companheira de Donkey Kong, utilizando suas habilidades vocais para transformar o gorila em formas animais, como uma zebra veloz ou um avestruz voador que lança ovos explosivos. O jogo, que promete explorar ambientes destrutíveis e um modo cooperativo, também apresentou mecânicas inovadoras, como a capacidade de manipular o cenário para criar estruturas. Desenvolvido com foco na potência do novo console, o título já é apontado como um dos mais impressionantes visualmente da Nintendo.

A apresentação trouxe ainda um vislumbre da trama, que coloca Donkey Kong em uma jornada subterrânea em busca das Banandium Gems, roubadas pela organização VoidCo. Pauline, antes escondida sob a identidade de Odd Rock, emerge como peça central, com sua voz guiando o protagonista por desafios e desbloqueando novas habilidades. O jogo também resgata elementos nostálgicos, como uma nova versão do clássico DK Rap de Donkey Kong 64.

Donkey Kong Bananza marca o retorno do gorila a um jogo de plataforma 3D desde Donkey Kong 64, de 1999, e parece beber diretamente da fórmula de sucesso de Super Mario Odyssey. A presença de Pauline e as semelhanças com o título de Mario levantaram especulações sobre a possível participação da equipe de desenvolvimento do jogo de 2017.

  • Principais novidades anunciadas:
    • Pauline como parceira jogável no modo cooperativo.
    • Transformações de Donkey Kong em zebra, avestruz e outras formas.
    • Mecânicas de destruição e construção no cenário.
    • Lançamento exclusivo para Switch 2 em julho de 2025.

Um novo capítulo para Donkey Kong

O anúncio de Donkey Kong Bananza reacende o protagonismo de um dos personagens mais queridos da Nintendo, que não recebia um jogo 3D original desde o final dos anos 1990. Diferentemente dos títulos da série Donkey Kong Country, que apostavam em jogabilidade 2D, Bananza abraça um mundo aberto tridimensional, com ênfase na exploração e na destruição criativa. A trama começa em Ingot Isle, uma ilha rica em Banandium, um recurso valioso que atrai a atenção da VoidCo, um grupo de primatas antagonistas. Após terem suas preciosas bananas douradas roubadas, Donkey Kong se aventura em camadas subterrâneas cada vez mais profundas, acompanhado por Pauline.

A escolha de Pauline como companheira não é apenas um aceno à história da franquia, mas uma decisão que enriquece a jogabilidade. Sua habilidade de cantar não só ativa transformações em Donkey Kong, mas também remove obstáculos e guia o jogador em momentos de exploração. O jogo promete cenários visualmente ricos, com animações expressivas para o protagonista e ambientes que reagem dinamicamente às ações do jogador.

Pauline: de coadjuvante a estrela

Pauline, que apareceu pela primeira vez em 1981 como a dama em perigo no arcade original de Donkey Kong, ganhou nova vida em Super Mario Odyssey como a prefeita de New Donk City. Em Bananza, ela assume um papel mais ativo, com uma versão mais jovem que sugere uma possível ambientação anterior na linha do tempo da franquia. A personagem foi inicialmente mencionada como Odd Rock, uma rocha roxa falante que acompanha Donkey Kong, mas a Nintendo revelou que essa era uma fachada para esconder sua identidade até o Direct.

A presença de Pauline também alimenta teorias sobre a narrativa. Alguns fãs especulam que o jogo pode ser um prelúdio de Super Mario Odyssey, explorando a juventude da personagem antes de sua ascensão como líder em New Donk City. Sua habilidade vocal, que já encantou jogadores na canção Jump Up, Super Star, agora serve como mecânica central, permitindo que Donkey Kong acesse formas como:

  • Zebra Bananza: aumenta a velocidade e permite correr sobre a água.
  • Ostrich Bananza: concede voo e a capacidade de lançar ovos explosivos.
  • Kong Bananza: amplifica a força para destruir obstáculos maiores.

Modo cooperativo e interatividade

Um dos anúncios mais celebrados do Nintendo Direct foi a inclusão de um modo cooperativo, no qual um segundo jogador pode controlar Pauline. Nesse modo, ela utiliza explosões vocais, controladas pelos sensores de movimento dos Joy-Cons, para auxiliar Donkey Kong em combates e na destruição de ambientes. A funcionalidade GameShare permite que o co-op seja jogado em múltiplos consoles Switch, incluindo o modelo original, sem que o segundo jogador precise possuir uma cópia do jogo.

Além disso, o jogo introduz mecânicas de manipulação do cenário, como a possibilidade de arrancar pedaços do ambiente e usá-los para criar pontes ou outras estruturas. Essa abordagem interativa, combinada com a destruição voxel-based, destaca o poder do hardware do Switch 2, que suporta efeitos visuais mais complexos do que seu antecessor.

Conexões com Super Mario Odyssey

A influência de Super Mario Odyssey em Donkey Kong Bananza é inegável. Desde a coleta de Banandium Gems, semelhantes às Power Moons, até o design de mundos abertos com múltiplos objetivos, o jogo parece uma evolução natural da fórmula estabelecida em 2017. A interface, o estilo artístico e até a trilha sonora reforçam essa conexão, com muitos fãs apontando que a equipe por trás de Odyssey, possivelmente a Nintendo EPD Tokyo, pode estar envolvida.

Embora a Nintendo não tenha confirmado o estúdio responsável, especulações ganharam força com a presença de elementos como caixas marcadas com “NDC” (New Donk City) nos cenários e referências sutis à lore de Mario. A aparição de Cranky Kong, que menciona rivais de sua era com “carisma, mesmo usando macacões”, é um aceno direto a Jumpman, o Mario original.

Nostalgia e inovação na trilha sonora

A trilha sonora de Donkey Kong Bananza combina novidade com nostalgia. A nova versão do DK Rap, originalmente composto por Grant Kirkhope para Donkey Kong 64, foi apresentada no Direct, gerando entusiasmo entre os fãs. Há esperanças de que Kirkhope receba os devidos créditos, após reclamações do compositor sobre sua exclusão nos créditos de Super Mario Bros. Movie. Outros temas clássicos, como a melodia de Rambi, também aparecem rearranjados, reforçando a conexão com a história da franquia.

Pauline, com sua voz marcante, também contribui para a trilha, com canções que acompanham as transformações de Donkey Kong. Essa integração da música à jogabilidade é um dos aspectos mais elogiados nas prévias do jogo, com jornalistas destacando a fluidez entre som e ação.

Visual e desempenho no Switch 2

Donkey Kong Bananza é descrito como um dos jogos mais impressionantes visualmente já produzidos pela Nintendo. Aproveitando o hardware do Switch 2, o título apresenta ambientes detalhados, animações fluidas e efeitos de destruição que transformam o cenário em tempo real. Durante a demonstração no Nintendo Treehouse, em abril de 2025, jornalistas notaram a expressividade de Donkey Kong e a beleza das áreas subterrâneas, que misturam céus abertos com cavernas fantásticas.

A destruição, um dos pilares do jogo, é suportada por uma tecnologia voxel que permite ao jogador moldar o ambiente de forma permanente. Esse recurso, aliado à alta taxa de quadros e à resolução aprimorada, posiciona Bananza como uma vitrine para as capacidades do novo console.

Modos adicionais e personalização

Além da campanha principal, Donkey Kong Bananza oferece modos extras que ampliam a experiência. Um modo de escultura permite que os jogadores usem controles de mouse do Switch 2 para criar formas e pintar objetos, desde rostos de Donkey Kong até itens inusitados, como pizzas. Há também fases em estilo 2D, que remetem aos jogos clássicos da série Donkey Kong Country, e um modo de fotografia para capturar momentos do jogo.

A personalização é outro destaque, com uma árvore de habilidades que permite desbloquear novos movimentos e melhorar atributos como força e saúde. Roupas e acessórios para Donkey Kong e Pauline podem ser adquiridos com Banandium, e um amiibo especial de Donkey Kong e Pauline, disponível no lançamento, desbloqueia uma vestimenta exclusiva para a personagem.

Vilões e narrativa

A VoidCo, formada por Grumpy Kong, Poppy Kong e Void Kong, é apresentada como a principal força antagonista. Esses primatas buscam alcançar o núcleo do mundo subterrâneo, utilizando as Banandium Gems para seus próprios fins. A narrativa, embora simples, é enriquecida por cutscenes com dublagem completa para Pauline e outros personagens, um feito raro em jogos da Nintendo.

A presença de outros membros da família Kong, como Diddy, Dixie e Cranky, adiciona camadas à história, com cada um trazendo missões secundárias ou recompensas, como Banandium Gems. A interação entre os personagens promete momentos de humor e referências à rica história da franquia.

Lançamento e expectativas

Donkey Kong Bananza está programado para chegar às lojas em 17 de julho de 2025, com preço sugerido de US$ 69,99. O jogo será exclusivo para o Nintendo Switch 2, aproveitando ao máximo as capacidades do console. A recepção inicial tem sido extremamente positiva, com jornalistas elogiando a combinação de inovação e nostalgia.

A inclusão de Pauline como personagem jogável, as transformações de Donkey Kong e a promessa de um mundo interativo colocam o título como um dos mais aguardados do ano. Com a Nintendo apostando alto no Switch 2, Bananza pode ser o jogo que define o início da nova geração de consoles da empresa.

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