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Luisa Stefani busca título em Wimbledon 2025: horário e transmissão ao vivo

Luisa Stefani
Luisa Stefani - Foto: X.com/ Wimbledon Luisa Stefani - Foto: X.com/ Wimbledon


Nesta quinta-feira, 10 de julho de 2025, a tenista brasileira Luisa Stefani, ao lado do britânico Joe Salisbury, enfrenta a tcheca Kateřina Siniaková e o holandês Sem Verbeek na final de duplas mistas de Wimbledon, na quadra central, a partir das 12h30 (horário de Brasília). A partida, transmitida ao vivo pela ESPN 2 e Disney+, marca a primeira vez em 58 anos que uma brasileira disputa uma final no torneio, desde Maria Esther Bueno em 1967. Stefani busca seu segundo título de Grand Slam, após vencer o Australian Open em 2023. O confronto promete emoção, com a dupla brasileira-britânica enfrentando adversários de alto nível em um dos palcos mais icônicos do tênis mundial.

A final é um momento histórico para o esporte brasileiro, com Stefani representando a nova geração do tênis nacional. A transmissão ao vivo estará disponível em TV fechada e streaming, garantindo que torcedores acompanhem cada ponto. A brasileira, de 27 anos, chega à decisão após uma campanha impecável, sem perder sets.

Para os fãs que querem acompanhar a partida, aqui estão os detalhes:

  • Horário: Aproximadamente 12h30 (horário de Brasília), terceiro jogo da quadra central.
  • Transmissão: ESPN 2 (TV fechada) e Disney+ (streaming, mediante assinatura).
  • Local: Quadra central do All England Club, Londres.

O jogo é uma oportunidade única para o Brasil vibrar com um feito raro no tênis.

Onde e como assistir ao vivo

A final de duplas mistas será transmitida em tempo real pela ESPN 2, canal disponível em pacotes de TV por assinatura, como Sky, Claro e Vivo. Para quem prefere streaming, o Disney+ oferece cobertura completa, acessível em smartphones, tablets, computadores e smart TVs. A plataforma exige assinatura, mas disponibiliza replays e destaques para assinantes.

Os torcedores também podem acompanhar atualizações em tempo real por meio de aplicativos como o Wimbledon App, que fornece placares ao vivo, embora sem imagens da partida. Redes sociais, como as páginas oficiais da WTA e do torneio, publicam lances e informações durante o jogo. A hashtag #LuisaStefani tem sido usada por fãs para compartilhar apoio e acompanhar a cobertura.

A transmissão começa com os jogos de simples, e a final de duplas mistas é o terceiro confronto do dia na quadra central, o que pode ajustar o horário de início dependendo da duração das partidas anteriores. A ESPN 2 também oferece comentários especializados, com narradores e ex-jogadores analisando as estratégias das duplas.

Um marco na história do tênis brasileiro

Luisa Stefani chega à final como a única brasileira ainda na disputa por um título em Wimbledon 2025, revivendo o legado de Maria Esther Bueno, que conquistou oito títulos no torneio entre 1958 e 1966. A paulistana, número 29 do ranking de duplas femininas da WTA, já fez história ao alcançar a decisão, algo que nenhum brasileiro conseguiu na Era Aberta (desde 1968).

A campanha de Stefani e Salisbury foi marcada por vitórias sólidas. Na semifinal, eles derrotaram Marcelo Arévalo (El Salvador) e Shuai Zhang (China) por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (8/6) e 7/6 (7/4), mostrando eficiência em tie-breaks. Nas quartas, superaram Hsieh Su-wei (Taiwan) e Jan Zielinski (Polônia), e nas oitavas, venceram Asia Muhammad (EUA) e Andrés Molteni (Argentina). A dupla não perdeu sets, destacando sua consistência na grama.

Os adversários na final

Kateřina Siniaková, número 1 do ranking de duplas femininas, é uma das tenistas mais completas do circuito. Com nove títulos de Grand Slam, incluindo Wimbledon em 2018 e 2022, ela domina a rede e as devoluções. Sem Verbeek, número 31 em duplas masculinas, aporta solidez no saque. A dupla tcheco-holandesa venceu Timea Babos (Hungria) e Mate Pavic (Croácia) na semifinal por 6/3 e 7/5, demonstrando entrosamento.

Siniaková também enfrentou Stefani nas quartas de duplas femininas, ao lado de Taylor Townsend, eliminando a brasileira e sua parceira, Timea Babos, por 7/6 e 6/3. Esse confronto adiciona um elemento de rivalidade à final de duplas mistas, com Stefani buscando superar a tcheca na quadra central.

Alguns fatores que podem decidir a partida incluem:

  • Tie-breaks: Stefani e Salisbury venceram cinco dos oito sets disputados no torneio em tie-breaks, mostrando frieza.
  • Devoluções: Siniaková é especialista em neutralizar saques, o que desafiará a dupla brasileira-britânica.
  • Jogo na rede: A grama favorece voleios, e a dupla que dominar a rede terá vantagem.

A importância da quadra central

A quadra central de Wimbledon, com capacidade para 15 mil espectadores, é o coração do torneio, que ocorre desde 1877. Palco de momentos históricos, como os títulos de Roger Federer e Serena Williams, ela recebe a final de duplas mistas com uma atmosfera única. A grama, mais desgastada no final do torneio, exige adaptação, favorecendo saques e jogadas rápidas.

Para Stefani, jogar na quadra central é um sonho realizado. A brasileira destacou, em entrevista após a semifinal, a emoção de competir no All England Club, especialmente ao lado de Salisbury, que tem apoio da torcida local. A transmissão ao vivo captura cada detalhe do ambiente, desde o silêncio respeitoso do público até os aplausos em pontos decisivos.

Trajetória de Luisa Stefani

Nascida em São Paulo, Stefani começou no tênis aos 10 anos e se destacou no circuito juvenil. Em 2019, entrou no top 100 de duplas da WTA, e em 2021, alcançou o 9º lugar, um recorde para o Brasil. Apesar de uma lesão no joelho em 2021, ela voltou com conquistas como o bronze olímpico em Tóquio (com Laura Pigossi), o título do Australian Open de 2023 (com Rafael Matos) e os WTA 1000 de Guadalajara (2022) e Doha (2024).

A parceria com Joe Salisbury, ex-número 1 em duplas masculinas, combina a experiência do britânico, que tem seis títulos de Grand Slam, com a versatilidade de Stefani. A dupla se formou para Wimbledon e rapidamente encontrou sincronia, com Salisbury dominando a rede e Stefani oferecendo consistência no fundo.

Como se preparar para assistir

Para não perder a final, os torcedores podem:

  • Verificar a programação da ESPN 2, que inicia a cobertura às 8h (horário de Brasília).
  • Acessar o Disney+ com antecedência para garantir conexão estável.
  • Acompanhar o site oficial de Wimbledon para atualizações sobre o horário exato.
  • Seguir as redes sociais de Stefani (@luisastefani) e da WTA para conteúdos exclusivos.

A final também é uma chance de ver o tênis brasileiro em destaque global. A ESPN 2 costuma exibir entrevistas pós-jogo, permitindo que os fãs ouçam as impressões de Stefani e Salisbury sobre a partida.

Outros brasileiros em Wimbledon 2025

Embora Stefani seja a única na disputa por um título, outros brasileiros brilharam. Beatriz Haddad Maia chegou às oitavas de duplas femininas com Laura Siegemund, mas abandonou após a parceira priorizar o simples. Marcelo Melo e Rafael Matos alcançaram as quartas de duplas masculinas, mas caíram para Rinky Hijikata (Austrália) e David Pel (Holanda). No juvenil, Nauhany Silva, de 15 anos, avançou à terceira rodada, sinalizando o potencial da nova geração.

A participação brasileira reforça o crescimento do tênis no país, com academias e torneios de base ganhando força. Stefani, como medalhista olímpica e campeã de Grand Slam, inspira jovens atletas.

O que esperar da final

A final de duplas mistas combina estilos de jogo masculino e feminino, exigindo estratégias únicas. A grama de Wimbledon, mais rápida que outros pisos, valoriza saques e voleios, mas também pune erros. Stefani e Salisbury precisam manter a consistência dos tie-breaks e aproveitar a torcida local, enquanto Siniaková e Verbeek buscarão impor seu ritmo agressivo.

A partida deve ser equilibrada, com pontos decididos em detalhes. A transmissão ao vivo pela ESPN 2 e Disney+ garantirá que os brasileiros acompanhem cada momento, desde os primeiros saques até o ponto final. Para Stefani, a final é uma chance de gravar seu nome na história de Wimbledon e do esporte brasileiro.

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