No dia 23 de julho de 2025, o girl group 3Quency, formado por Nori Moore, Wennely Quezada e Brianna Mazzola, foi anunciado como o grande vencedor da primeira temporada de Building the Band, reality musical inovador da Netflix. A final, exibida no episódio 10, consagrou o trio com o prêmio de US$ 500 mil após performances que impressionaram os jurados Nicole Scherzinger, Kelly Rowland e o falecido Liam Payne. A competição, realizada em Manchester, Inglaterra, reuniu 50 cantores que formaram bandas sem se verem, baseando-se apenas na conexão vocal. O grupo superou o favorito SZN4 na última etapa, destacando-se com uma apresentação memorável de “Always Be My Baby”, de Mariah Carey. A vitória foi marcada pela emoção, com as cantoras celebrando a conquista ao lado de suas famílias. O programa, apresentado por AJ McLean, trouxe uma nova abordagem ao gênero de competições musicais, enfatizando química vocal e colaboração.
O caminho até a final foi intenso para o 3Quency. Formado durante as audições às cegas, o grupo se conectou rapidamente, mesmo sem contato visual inicial. A força do trio veio da harmonia vocal e da dedicação aos ensaios, que culminaram em apresentações que cativaram público e jurados.
- Harmonia vocal impecável, com destaque para a sintonia entre as três vozes.
- Coreografias bem executadas, mostrando preparação e sincronia.
- Conexão emocional com o público, especialmente na final.
- Orientação dos jurados, como o conselho de Nicole Scherzinger para manter contato visual.
Jornada do 3Quency até o topo
O trio começou a se destacar nas fases iniciais, quando formou sua banda nas cabines de som. Cada integrante trouxe algo único: Nori com sua potência vocal, Wennely com sua versatilidade e Brianna com sua presença de palco. A escolha de formar um grupo menor, com apenas três integrantes, foi arriscada, mas a química instantânea provou ser uma vantagem. Durante os ensaios, elas receberam mentoria de Scherzinger, que enfatizou a importância de transmitir emoção no palco. O grupo também enfrentou desafios, como ajustar coreografias e refinar a imagem coletiva, mas a dedicação foi evidente. A performance de “Have Mercy”, de Chlöe, na semifinal, foi um divisor de águas, mostrando que o 3Quency estava pronto para competir com os favoritos.
O reality exigiu que os participantes desenvolvessem não apenas habilidades musicais, mas também laços pessoais. Viverem juntos em apartamentos compartilhados testou a dinâmica do grupo, mas as integrantes do 3Quency se apoiaram mutuamente, fortalecendo sua união. A presença das mães das cantoras na final trouxe um toque emocional, com Nori destacando o impacto de compartilhar o momento com as mulheres que as moldaram.
Competição acirrada na final
A final de Building the Band colocou 3Quency contra SZN4 e Iconyx, dois grupos que também impressionaram ao longo da temporada. SZN4, o único grupo misto, conquistou os jurados com sua versão de “Human”, de Rag’n’Bone Man, que emocionou até o apresentador AJ McLean. Já Iconyx, antes chamado de Soulidified, trouxe energia com sua performance, mas acabou eliminado na primeira rodada da final. A decisão final ficou entre 3Quency e SZN4, com os jurados enfrentando uma escolha difícil. Scherzinger elogiou o crescimento do 3Quency, enquanto Kelly Rowland destacou a consistência vocal do SZN4. Liam Payne, em sua última aparição na TV, enfatizou a presença de palco como fator decisivo, o que favoreceu o trio.
- 3Quency: Apresentou “Always Be My Baby”, destacando harmonias e emoção.
- SZN4: Performou “Human”, com vocais poderosos, mas menos impacto visual.
- Iconyx: Eliminado após primeira rodada, apesar de energia contagiante.
Impacto da vitória para o grupo
A conquista do prêmio de US$ 500 mil abriu novas portas para o 3Quency. As integrantes planejam usar o dinheiro para investir em suas carreiras e apoiar suas famílias. Brianna destacou que a vitória é maior do que elas, inspirando jovens cantoras a perseguirem seus sonhos. O grupo já trabalha em novos projetos, incluindo a possibilidade de um álbum ou turnê, com promessas de mais harmonias marcantes. Desde a final, gravada em agosto de 2024, o trio tem se dedicado a refinar seu som e planejar o futuro, mantendo-se em “esconderijo” para preparar algo grandioso, segundo Nori.
O impacto da vitória também ressoou entre os fãs. Nas redes sociais, a reação foi mista: enquanto muitos celebraram o talento do 3Quency, alguns torcedores do SZN4 argumentaram que o grupo misto merecia o título pelos vocais impressionantes. A discussão reflete a força de ambos os finalistas, mas o 3Quency se destacou pela consistência e impacto visual.
Formato inovador de Building the Band
Building the Band trouxe uma abordagem única para competições musicais, com audições às cegas onde os participantes escolhiam seus colegas de banda baseados apenas no som. Ao todo, 50 cantores formaram seis grupos: 3Quency, SZN4, Iconyx, Midnight Til Morning, Sweet Seduction e Siren Society. A produção, realizada no verão de 2024, foi marcada pela mentoria de nomes como Scherzinger, Rowland e Payne, além da apresentação de AJ McLean, do Backstreet Boys. A ênfase na colaboração, em vez de rivalidade, diferenciou o programa de outros realities musicais.
- Audições às cegas: Cantores enviavam “likes” para formar bandas sem se verem.
- Mentoria intensiva: Jurados orientaram em vocais, coreografia e presença de palco.
- Formação de grupos: Seis bandas foram criadas, com dinâmicas testadas em convivência.
- Performances ao vivo: Cada grupo se apresentou para grandes plateias na fase final.
Legado de Liam Payne no programa
A participação de Liam Payne, ex-One Direction, trouxe um peso emocional à temporada, sendo sua última aparição na televisão antes de seu falecimento em outubro de 2024. Payne foi uma figura central, oferecendo conselhos práticos, como a importância de “reivindicar a presença no palco”. Sua experiência em boy bands trouxe autenticidade ao reality, e ele conquistou os participantes com sua empatia, especialmente ao confortar o Iconyx após a eliminação. A temporada foi dedicada à sua memória, com tributos dos produtores e elenco.
O envolvimento de Payne também atraiu fãs de One Direction, que acompanharam o programa com entusiasmo. Sua presença reforçou a credibilidade do reality, conectando gerações de amantes da música pop.
O que vem por aí para o 3Quency
Após a vitória, o 3Quency está focado em consolidar sua carreira. As integrantes planejam gravar músicas originais e explorar oportunidades em turnês. A vitória no reality não garante um contrato com gravadoras, mas o prêmio em dinheiro oferece liberdade para investir em estúdio e produção. Fãs aguardam ansiosamente por novos lançamentos, com especulações sobre colaborações com artistas estabelecidos. A química do grupo, aliada ao talento vocal, posiciona o 3Quency como uma promessa no cenário pop.
- Planos de estúdio: Gravação de singles ou um álbum completo.
- Possíveis turnês: Shows para capitalizar a visibilidade do reality.
- Investimento pessoal: Parte do prêmio será usada para apoiar as famílias.
- Engajamento com fãs: Presença crescente nas redes sociais.
Repercussão entre o público e o futuro do programa
A vitória do 3Quency gerou grande engajamento online, com fãs elogiando a química e o carisma do trio. Apesar disso, o SZN4 conquistou um público fiel, com muitos considerando o grupo como “vencedores morais” devido à força vocal. A Netflix ainda não confirmou uma segunda temporada, mas o sucesso da primeira, aliado à inovação do formato, sugere que o programa pode retornar. A combinação de talentos emergentes, mentoria de peso e um conceito colaborativo conquistou o público, que já pede por mais edições.
O reality também destacou a diversidade de estilos musicais, com covers que abrangeram pop, R&B e soul. As performances estão disponíveis no Spotify, permitindo que o público revisite os momentos marcantes. A visibilidade gerada pelo programa deve impulsionar as carreiras de outros grupos, como o SZN4 e o Iconyx, que já planejam projetos independentes.