Meghan Markle, duquesa de Sussex, lançou sua marca de lifestyle “As Ever” em 2025, mas o empreendimento já enfrenta críticas e ironias de pessoas próximas ao príncipe William e Kate Middleton. No dia 11 de agosto, o jornal britânico Daily Mail revelou que amigos do casal real criaram um apelido sarcástico, “As If” (Como Se), para se referir à marca, sugerindo dúvidas sobre seu sucesso. A notícia, publicada em São Paulo pelo portal UOL, destaca o tom debochado do círculo social da realeza britânica em relação ao projeto de Meghan. A iniciativa, que inclui produtos como vinhos e itens de decoração, foi anunciada com pompa, mas parece não ter conquistado a simpatia de parte da elite londrina. O apelido reflete tensões antigas entre Meghan, Harry e a família real, reacendendo debates sobre a aceitação da duquesa no Reino Unido.
A marca, lançada oficialmente em 4 de agosto, coincide com o aniversário de Meghan, o que gerou uma onda de divulgação nas redes sociais. No entanto, o empreendimento enfrenta não apenas críticas de amigos reais, mas também desafios comerciais em um mercado competitivo. O caso ganhou destaque em portais como o Daily Express e posts no X, onde a ironia foi amplificada.
- Principais pontos da controvérsia:
- Amigos de William e Kate chamam “As Ever” de “As If”, sugerindo fracasso.
- A marca de Meghan foca em lifestyle, com vinhos e produtos de decoração.
- Lançamento ocorreu no aniversário de 44 anos da duquesa, em 4 de agosto.
- Repercussão nas redes sociais intensificou o tom debochado do apelido.
Reação da elite britânica
A escolha do apelido “As If” por amigos de William e Kate revela uma camada de tensão social que persiste desde que Meghan e Harry deixaram suas funções na realeza em 2020. Segundo fontes próximas ao Palácio de Kensington, o termo reflete o ceticismo sobre a capacidade de Meghan de estabelecer uma marca de sucesso fora do contexto real. A duquesa, conhecida por sua atuação na série “Suits” antes do casamento, já enfrentou críticas por sua postura considerada exigente durante seu tempo no Reino Unido.
O apelido, conforme relatado, surgiu em conversas privadas entre a elite londrina, mas rapidamente ganhou tração em tabloides britânicos. Um insider revelou que o tom irônico não é apenas sobre a marca, mas também sobre a percepção de que Meghan busca manter relevância em um cenário onde sua relação com a realeza permanece frágil. A notícia reforça a narrativa de rivalidade, especialmente com Kate Middleton, que tem sido vista como um símbolo de discrição e dever real.

- Fatos sobre a reação:
- O apelido “As If” foi mencionado em círculos sociais de alto escalão.
- Tabloides britânicos amplificaram a história, gerando debate público.
- A marca enfrenta comparações com iniciativas de outras celebridades.
Histórico de tensões com a realeza
As relações entre Meghan, Harry e a família real britânica têm sido marcadas por atritos desde o casamento em 2018. A saída do casal da monarquia, conhecida como “Megxit”, foi motivada por divergências com a imprensa e a rigidez do sistema real. Desde então, projetos como a série da Netflix e o livro de memórias de Harry, “Na Sombra”, intensificaram as críticas. A marca “As Ever” é vista como uma tentativa de Meghan de construir uma identidade independente, mas o apelido irônico sugere que ela ainda enfrenta resistência.
Durante sua passagem pelo Reino Unido, Meghan já havia recebido outros apelidos, como “Duquesa Difícil”, conforme relatado pelo jornalista Tom Quinn em seu livro sobre a vida dos funcionários reais. Essas alcunhas refletem a dificuldade de adaptação da duquesa a um ambiente formal e hierárquico, contrastando com sua abordagem mais descontraída e progressista.
Estratégia comercial da As Ever
A marca “As Ever” foi lançada com um portfólio inicial que inclui um rótulo de vinho rosé, promovido em posts no Instagram e elogiado por alguns consumidores, como visto em publicações no X. O empreendimento busca atingir um público global, com foco em produtos de lifestyle que reflitam o gosto refinado de Meghan. No entanto, especialistas apontam que o mercado de marcas de celebridades é saturado, com nomes como Gwyneth Paltrow e Reese Witherspoon dominando o segmento.
O lançamento do vinho, anunciado no dia do aniversário de Meghan, foi estratégico, mas enfrentou problemas logísticos. Em abril de 2025, a duquesa se desculpou publicamente por falhas no atendimento de pedidos, após consumidores relatarem que o mel anunciado no site esgotou sem aviso prévio. Esses contratempos alimentaram o ceticismo de críticos, que veem na marca uma aposta arriscada.
- Produtos iniciais da As Ever:
- Vinho rosé, promovido como “bem equilibrado” por consumidores.
- Itens de decoração, como velas e acessórios para casa.
- Planos para expansão incluem cosméticos e utensílios de cozinha.
- Preços variam entre R$ 150 e R$ 500, visando o mercado premium.
Impacto nas redes sociais
A notícia do apelido irônico reverberou rapidamente nas redes sociais, com posts no X destacando tanto o deboche quanto o apoio à iniciativa de Meghan. Enquanto alguns usuários elogiaram o vinho rosé, outros amplificaram a narrativa do “As If”, criando memes e comentários críticos. A polarização reflete a percepção pública de Meghan, dividida entre admiradores de sua independência e detratores que a veem como oportunista.
Um post no X, datado de 10 de agosto, mencionou que o apelido foi cunhado em tom de brincadeira, mas ganhou peso por vir de pessoas próximas a William e Kate. Outro usuário, em 11 de agosto, destacou que a marca enfrenta desafios para se estabelecer em um mercado competitivo, onde a autenticidade é essencial.
Contexto do mercado de lifestyle
O setor de marcas de lifestyle lideradas por celebridades é altamente competitivo. Gwyneth Paltrow, com sua marca Goop, faturou mais de US$ 250 milhões em 2024, segundo estimativas do mercado. A “As Ever” de Meghan busca um nicho semelhante, mas precisa superar a desconfiança inicial. Especialistas sugerem que a duquesa aposta em sua imagem global para atrair consumidores, mas o apelido irônico pode prejudicar a percepção da marca.
A escolha de produtos como vinhos e decoração reflete uma tendência de mercado, onde itens associados ao bem-estar e à sofisticação têm alta demanda. No entanto, a falta de experiência de Meghan no setor e os problemas iniciais de logística podem limitar o alcance da marca.
- Comparação com outras marcas:
- Goop, de Gwyneth Paltrow: Foco em bem-estar e produtos premium.
- Draper James, de Reese Witherspoon: Ênfase em moda e decoração sulista.
- As Ever: Busca unir lifestyle com causas sociais, como empoderamento feminino.
Repercussão entre os fãs
Os apoiadores de Meghan reagiram com indignação ao apelido “As If”. Em fóruns online e redes sociais, muitos destacaram o esforço da duquesa em criar algo próprio após anos de críticas. Um seguidor no X elogiou a qualidade do vinho rosé, chamando-o de “um brinde à resiliência de Meghan”. Por outro lado, críticos apontaram que a marca parece mais uma jogada de marketing do que um projeto sólido.
A duquesa, que vive na Califórnia com Harry e os filhos Archie e Lilibet, mantém uma postura de discrição em relação às críticas. Em entrevistas recentes, ela destacou que a “As Ever” é uma extensão de seus valores, com foco em sustentabilidade e inclusão.
Futuro da marca
A “As Ever” enfrenta o desafio de se estabelecer em um mercado onde a autenticidade e a consistência são cruciais. O apelido irônico pode ser apenas uma anedota, mas reflete a dificuldade de Meghan em conquistar a aprovação de certos círculos. A duquesa já demonstrou resiliência em outros projetos, como o documentário sobre a princesa Diana, anunciado em março de 2025, e sua participação em eventos de caridade.
A marca planeja lançar novos produtos em 2026, incluindo uma linha de cosméticos orgânicos. Para isso, Meghan busca parcerias com empresas locais na Califórnia, onde a produção de vinhos e itens artesanais é forte. O sucesso dependerá de sua capacidade de superar as críticas e entregar produtos que se destaquem pela qualidade.
- Próximos passos da As Ever:
- Lançamento de cosméticos orgânicos em 2026.
- Expansão para mercados europeus, incluindo Portugal.
- Parcerias com produtores locais na Califórnia.
- Campanhas focadas em sustentabilidade e causas femininas.