O Ministério de Minas e Energia anunciou que o horário de verão não será implementado em 2025. O ministro Alexandre Silveira declarou que o país conta com segurança energética completa durante entrevista no programa Bom Dia, Ministro, da EBC, em 25 de outubro. A medida permanece suspensa desde 2019, com base em níveis elevados dos reservatórios de hidrelétricas.
O planejamento do setor elétrico considera os volumes atuais das represas, que superam as projeções anuais. Silveira afirmou que o governo adotaria o horário de verão apenas em caso de necessidade extrema. Em vez disso, prioriza soluções para armazenamento de energias renováveis.
- Reservatórios das hidrelétricas apresentam estabilidade em todas as regiões.
- Monitoramento diário pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) confirma os dados.
- Planejamento concluído sem ajustes horários adicionais.
Níveis dos reservatórios
Os volumes das hidrelétricas excedem as expectativas para o período seco. Essa condição garante o abastecimento sem intervenções extras.
O ONS realiza acompanhamento constante dos indicadores. Os relatórios mostram equilíbrio no sistema nacional.
Foco em armazenamento renovável
O Ministério de Minas e Energia prepara leilão de baterias para 2025. A iniciativa visa captar energia eólica e solar para períodos de baixa geração.
As baterias permitirão estoque por até 22 horas. Essa tecnologia compensa a intermitência das fontes limpas.
O governo investe em eficiência para evitar picos de consumo. O edital do leilão será lançado ainda neste ano.
Empresas nacionais e internacionais poderão participar do certame. A capacidade inicial atinge milhares de megawatts-hora.
Histórico da medida suspensa
O horário de verão iniciou em 1931 no Brasil para reduzir consumo nos horários de pico. Estudos recentes indicam que hábitos mudaram com uso de ar-condicionado e LED.
A suspensão ocorreu por decreto em 2019. Avaliações anuais confirmam a dispensa da prática desde então.
Detalhes do leilão de baterias
O certame segue regras da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Participantes devem apresentar tecnologias comprovadas.
O projeto integra o plano de transição energética do governo. A iniciativa estabiliza a rede com despacho controlado.
Benefícios do armazenamento
Sistemas de baterias reduzem perdas em baixa geração. Consumidores mantêm fornecimento ininterrupto.
A abordagem armazena vento e sol para uso posterior. Isso reforça a matriz energética renovável do país.
Monitoramento contínuo
O ministério realiza análises periódicas do setor elétrico. Especialistas do ONS participam das avaliações técnicas.
Decisões dependem exclusivamente de dados operacionais. O sistema atual opera com margem de segurança ampla.
O planejamento prioriza fontes intermitentes com soluções de longo prazo. Investimentos em baterias ampliam a capacidade de resposta do setor.