A TV Globo apresenta nesta segunda-feira, 1º de dezembro de 2025, às 15h30, o filme Kong: A Ilha da Caveira na Sessão da Tarde. A produção de 2017, dirigida por Jordan Vogt-Roberts, transporta o público para uma expedição científica no Pacífico Sul durante os anos 1970. O enredo segue um grupo de exploradores que chega à misteriosa Ilha da Caveira em busca de descobertas geológicas, mas enfrenta ameaças de criaturas gigantescas.
A trama se passa logo após o fim da Guerra do Vietnã, quando o governo americano autoriza a missão liderada pela organização Monarch. Bill Randa, interpretado por John Goodman, coordena a operação para mapear a ilha remota, enquanto o tenente-coronel Preston Packard, vivido por Samuel L. Jackson, fornece suporte militar com helicópteros. A fotógrafa Mason Weaver, papel de Brie Larson, e o guia James Conrad, de Tom Hiddleston, integram a equipe principal.
O filme dura 118 minutos e classifica-se como aventura, com elementos de ação e fantasia. A estreia ocorreu em 2017 nos cinemas, e agora retorna à tela da Globo para atrair fãs de blockbusters.
Equipe de produção e bastidores
A direção de Jordan Vogt-Roberts marca sua entrada em produções de grande escala, após o sucesso independente de The Kings of Summer. O roteiro, assinado por Dan Gilroy, Max Borenstein e Derek Connolly, expande o universo de monstros inspirado no clássico King Kong de 1933.
Os efeitos visuais, criados pela Industrial Light & Magic, destacam as sequências de ação em locações no Vietnã e Havaí. A trilha sonora, composta por Henry Jackman, inclui a icônica “Anyone Can Fly”, de Pharrell Williams, que reforça o tom épico da narrativa.
O orçamento de 185 milhões de dólares reflete a ambição do projeto, parte do MonsterVerse da Legendary Pictures.
Elenco principal e atuações
Tom Hiddleston incorpora James Conrad, um ex-militar britânico especializado em rastreamento, que guia o grupo pela selva hostil. Sua performance equilibra tensão e determinação em cenas de confronto.
Brie Larson, no papel de Mason Weaver, traz uma ativista anti-guerra que questiona os motivos da expedição. Sua interpretação ganhou elogios por adicionar profundidade emocional ao grupo de exploradores.
Samuel L. Jackson, como o rígido Packard, comanda as forças armadas e impulsiona conflitos internos. John Goodman, como Randa, revela motivações científicas que impulsionam a trama inicial.
- John C. Reilly interpreta Hank Marlow, um piloto da Segunda Guerra Mundial isolado na ilha por décadas, fornecendo contexto histórico.
- Jing Tian vive San, uma nativa Iwi que protege seu povo e alia-se aos intrusos.
- Outros destaques incluem Corey Hawkins como Houston Brooks, um geólogo, e Shea Whigham no papel de um soldado leal.
As atuações coletivas sustentam o ritmo acelerado, com diálogos que misturam humor seco e drama.
Sinopse detalhada da trama
Em 1973, uma equipe da Monarch, agência dedicada a estudar criaturas titânicas, organiza uma expedição à Ilha da Caveira, um local inexplorado no Triângulo do Dragão. Bill Randa convence autoridades a aprovarem a missão, alegando anomalias sísmicas que indicam tesouros geológicos. O grupo, composto por cientistas, militares e civis, viaja em helicópteros para o coração da ilha.
Logo após a chegada, explosões para mapeamento despertam Kong, um gorila colossal de 31 metros que atua como guardião natural. A criatura destrói a frota aérea, separando os sobreviventes em uma selva repleta de perigos, incluindo aranhas gigantes e répteis subterrâneos conhecidos como Skullcrawlers.
Conrad e Weaver lideram um subgrupo em direção a um ponto de extração, enquanto Packard planeja vingança contra Kong. Eles encontram Hank Marlow, que viveu 28 anos na ilha após um acidente na Segunda Guerra Mundial, e aprende sobre os Iwi, tribo nativa que venera o macaco como protetor contra predadores maiores.
A jornada revela que os Skullcrawlers, criaturas predatórias sem olhos que caçam pelo som, exterminaram a família de Kong, deixando-o como o último de sua espécie. O grupo constrói um barco improvisado com partes de aviões antigos para escapar, mas enfrenta emboscadas constantes de feras mutantes.
No clímax, um Skullcrawler gigante emerge de um lago, forçando uma aliança improvável entre humanos e Kong. A batalha final ocorre em um campo de batalha improvisado, onde explosivos e astúcia humana auxiliam o gorila a derrotar a ameaça. Os sobreviventes resgatados prometem sigilo sobre a ilha, enquanto uma cena pós-créditos introduz a organização Monarch em um contexto moderno.
Recepção crítica e números de bilheteria
Kong: A Ilha da Caveira estreou em 10 de março de 2017, com críticas mistas que elogiaram os visuais e cenas de ação, mas apontaram roteiros previsíveis. No Rotten Tomatoes, obteve 77% de aprovação da crítica e 76% do público, com nota média de 6,7 no IMDb.
O filme arrecadou 566 milhões de dólares mundialmente, superando expectativas iniciais. Na América do Norte, faturou 168 milhões, enquanto internacionalmente alcançou 398 milhões, impulsionado por mercados na China e Europa.
Analistas destacaram a fotografia de Caleb Deschanel, indicada ao Oscar, por capturar a escala épica das criaturas em ambientes tropicais densos.
Conexões com o universo MonsterVerse
A produção integra o MonsterVerse, iniciado com Godzilla em 2014, expandindo mitos de kaijus clássicos. Kong surge como contraponto ao lagarto gigante, estabelecendo-o como rei de seu território isolado.
Referências sutis à Monarch, como arquivos de criaturas antigas, preparam confrontos futuros. O filme evita origens românticas do Kong original, focando em temas de equilíbrio ecológico e intervenção humana.
Impacto cultural e legado
Desde o lançamento, o filme influenciou séries animadas como Skull Island no Netflix, explorando mais a ecologia da ilha. Fãs elogiam a representação de Kong como figura protetora, não vilã, invertendo narrativas tradicionais.
Em 2025, o retorno à TV aberta reforça seu apelo familiar, com reprises que mantêm o interesse em monstros gigantes. A produção recebeu prêmios Saturn por efeitos visuais, consolidando seu status em blockbusters de fantasia.