Games

Nova console Mangmi Pocket Max tem OLED 144 Hz, Snapdragon 865 e controles magnéticos

console Mangmi Pocket Max
console Mangmi Pocket Max - Divulgação

A empresa Mangmi revelou detalhes sobre sua nova console portátil Pocket Max, destinada a jogos retrô e mobile.

O dispositivo destaca-se por uma tela OLED de 7 polegadas com taxa de atualização de 144 Hz e resolução Full HD.

A novidade inclui botões modulares fixados magneticamente, permitindo troca ou rearranjo.

  • Suporte a macros em botões traseiros extras.
  • Opções de cores como preto, branco e versão Retro GB.
  • Resfriamento ativo com ventoinhas visíveis.

A Mangmi posiciona o Pocket Max como uma opção acessível no mercado de handhelds Android.

Especificações técnicas conhecidas

O processador confirmado é o Qualcomm Snapdragon 865, lançado em 2019, mas ainda capaz de rodar jogos mobile atuais e emulação avançada.

Esse chip permite emulação fluida de consoles como PlayStation 2, GameCube e parte do Nintendo Switch.

Especulações apontam para 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento UFS 3.1, embora detalhes finais não tenham sido oficializados.

O sistema operacional é Android, facilitando acesso a emuladores e streaming.

Design e ergonomia

O Pocket Max adota layout horizontal com analógicos assimétricos e botões no estilo Xbox.

A frente usa painel de vidro contínuo, integrando a tela sem bordas pronunciadas.

Grips curvados melhoram o conforto em sessões longas.

Botões superiores incluem volume, ligar/desligar e modo sleep.

  • Alto-falantes estéreo frontais.
  • Gatilhos analógicos.
  • Dois botões extras traseiros programáveis.

A versão Retro GB traz corpo bege com botões vermelhos escuros, inspirada em consoles clássicos.

Funcionalidade modular

A principal inovação reside nos controles magnéticos removíveis.

Módulos com D-pad e botões ABXY podem ser retirados e recolocados facilmente.

Vídeos demonstram a remoção e fixação rápida das ilhas de controles.

Fabricantes terceiros devem produzir opções adicionais de botões.

Essa feature diferencia o Pocket Max de concorrentes Android, aproximando-se de modelos Windows como o AYANEO 3.

Desempenho em emulação

Com o Snapdragon 865, o dispositivo lida bem com sistemas retrô até a sexta geração de consoles.

Testes em chips semelhantes mostram boa performance em PS2 a resolução dupla e GameCube.

Emulação de Switch ocorre em resolução nativa para títulos compatíveis.

A tela OLED com HDR e alto contraste beneficia jogos com gráficos vibrantes.

Taxa de 144 Hz garante fluidez em ações rápidas.

Opções de cores e acabamento

A Mangmi oferece três variantes iniciais.

A edição preta mantém visual moderno e discreto.

A branca contrasta com inserções cromadas nos grips.

A Retro GB homenageia o Game Boy clássico, com tons bege e botões coloridos.

Todas incluem resfriamento ativo para manter performance em cargas altas.

Comparação com concorrentes

O Pocket Max compete com modelos como Retroid Pocket 5 e AYN Odin 2 Portal.

Diferencia-se pela tela maior e modularidade nos controles.

Preço deve ficar abaixo de opções premium, seguindo a estratégia da Mangmi com o Air X.

Data de lançamento e valores exatos permanecem não divulgados.

A empresa sugere preços iniciais atrativos para early birds.

Mercado de handhelds retrô

O segmento de consoles portáteis Android cresce com foco em emulação.

Dispositivos acessíveis ganham espaço entre entusiastas de jogos clássicos.

A Mangmi entra com proposta de equilíbrio entre custo e recursos premium.

A modularidade pode atrair usuários que buscam personalização.

Aguardam-se mais detalhes sobre bateria e acessórios.

To Top