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The Witcher 3 ganha terceira expansão com região Zerrikania ou Kovir em produção

The Witcher 3
The Witcher 3 - Divulgação

A CD Projekt Red trabalha em uma nova expansão para The Witcher 3: Wild Hunt, conforme revelam fontes ligadas à IGN Polônia nesta quinta-feira, 8 de janeiro de 2026. O projeto, conhecido internamente há anos, deve introduzir uma região inédita no mapa do jogo, com forte indício para Zerrikania ou Kovir. Analistas preveem lançamento em maio de 2026, coincidindo com metas financeiras da empresa.

Fontes polonesas indicam que a expansão surge para preencher o hiato até The Witcher 4, previsto para 2027. A desenvolvedora mencionou em chamadas com investidores a possibilidade de novo conteúdo impactar resultados no ano corrente. Rumores ganharam força após relatórios de insiders como Borys Nieśpielak e Mateusz Chrzanowski.

  • Possível foco em Zerrikania, região desértica ao leste das Reinos do Norte e Império de Nilfgaard;
  • Alternativa em Kovir e Poviss, áreas nevadas que ligam à trama de The Witcher 4;
  • Desenvolvimento pela Fool’s Theory, estúdio do remake de The Witcher 1;
  • Orçamento estimado em 52 milhões de PLN, com vendas projetadas em 11 milhões de cópias.

O jogo original, lançado em 2015, já vendeu mais de 50 milhões de unidades e recebeu atualizações next-gen em 2022.

Revelações da IGN Polônia

A IGN Polônia divulgou que obteve informações sobre a expansão anos atrás, de uma fonte confiável no estúdio. Inicialmente, planos apontavam para Zerrikania, destacada por referências em Blood and Wine, como a Escola do Manticora. A região exótica, com sociedade matriarcal e cultos a dragões, contrasta com áreas como Velen e Toussaint.

Desenvolvedores demonstraram interesse em explorar o deserto oriental, cercado por montanhas e florestas profundas. No entanto, mudanças internas podem ter alterado o foco para Kovir, reino rico em vidro e montanhas nevadas. A decisão evita sobreposição com The Witcher 4, que usa Unreal Engine 5.

Histórico das especulações

Relatos começaram em 2025 com Borys Nieśpielak, que citou Fool’s Theory no projeto. Em dezembro, Piotr Nielubowicz, diretor financeiro da CD Projekt, mencionou conteúdo novo para atingir incentivos a funcionários. Chrzanowski, da Noble Securities, previu DLC pago em maio de 2026 como ponte para Polaris.

Eurogamer corroborou a existência via lacuna em metas de vendas. PPE.pl confirmou atualização majoritária, sem detalhes de localização. Insiders poloneses acumulam evidências, mas CD Projekt não comenta rumores.

A expansão usa Red Engine, compatível com PS5, Xbox Series X|S e PC, sem suporte a gerações anteriores.

Detalhes sobre Zerrikania

Zerrikania aparece em livros de Andrzej Sapkowski como terra isolada, com guerreiras tatuadas e moscas assassinas. No jogo, Letho menciona fuga para lá em Ghosts of the Past, e Ciri ganha roupas zerrikanianas em DLC gratuito. A Escola do Manticora, mestre em alquimia, pode explicar mutação de Ciri como bruxa.

Arte do RPG de mesa mostra dragões e canyons. Região oferece monstros novos, como basiliscos, e quests ligadas a dragões. Contraste desértico enriquece o mundo, após ilhas geladas de Skellige e vinhedos de Toussaint.

Opção de Kovir e Poviss

Kovir forma reino com Poviss, conhecido como Veneza nevada do Norte. Rico em minas e comércio, evita risco de antecipar The Witcher 4, ambientado em áreas frias. Reconstruir Pont Vanis no Red Engine seria custoso antes de Unreal Engine 5.

Analistas veem risco marketing em neve repetida. Zerrikania permite experimentação sem conflito. Ambas opções expandem lore, com Kovir citada em entrevistas de 2024 sobre múltiplas regiões em Polaris.

Envolvimento da Fool’s Theory

Fool’s Theory, parceira da CD Projekt, cuida do remake de The Witcher 1 e apoia Polaris. Michał Nowakowski citou projeto extra em chamada de investidores. Estúdio tem experiência em RPGs narrativos, como The Thaumaturge.

Desenvolvimento paralelo explica sigilo prolongado. Equipe usa Red Engine, facilitando integração. Expansão deve equiparar Blood and Wine em tamanho, com suporte a mods multiplataforma previsto para 2026.

Conexão com The Witcher 4

Expansão atua como interlude, preparando transição para Ciri como protagonista. Orçamento sustenta narrativa robusta, possivelmente com mutação via Manticora. Lançamento em maio inicia campanha de Polaris, projetado para Q4 2027.

CD Projekt planeja trilogia em seis anos, com Witcher 5 e 6. DLC reforça base de 60 milhões de jogadores. Atualização final permite mods em consoles, ampliando replayability antes do novo conteúdo.

Expectativas financeiras

Chrzanowski estima 11 milhões de vendas a US$ 30, gerando receita para metas de 700 milhões de PLN. Lacuna em incentivos pressiona lançamento significativo. Relatório Noble elevou preço-alvo de ações para 283 PLN.

Projeto alinha com estratégia de ponte franquia. Vendas de The Witcher 3 superam 50 milhões, garantindo viabilidade. CD Projekt foca em E-A-T para credibilidade, com histórico de suporte pós-lançamento.

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